sexta-feira, 26 de setembro de 2025

TODO PODER EMANA DO POVO: EM VOTAÇÃO UNANIME ‘CCJ” DO SENADO REJEITA “PEC” DA BLINDAGEM E ENTERRA A PROPOSTA. E PAULINHO DA FORÇA FAZ CHANTAGEM QUER VOTAR ANISTIA AOS GOLPISTAS ANTES DA ISENÇÃO DO IR; BRASIL DIGA NÃO AO DEPUTADO.

Foto: REUTERS/Paulo Whitaker

A proposta aprovada na Câmara gerou críticas de amplos setores da sociedade e protestos liderados pela esquerda nas ruas das capitais do país no ultimo domingo dia 21/09/2025.

A PEC da blindagem é barrada no Senado. Como proposta foi derrotada. Após a forte reação negativa à chamada PEC da Blindagem, a tentativa de alterar a Constituição para proteger parlamentares de processos criminais foi rejeitada nesta quarta-feira (24/9) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Como a rejeição foi unânime, o regimento do Senado estabelece que a proposta já está enterrada e não precisa ser votada no plenário da Casa. Horas depois, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), determinou o arquivamento da matéria.

"Esta presidência, com amparo regimental claríssimo, determina o seu arquivamento sem deliberação de plenário", anunciou.

Ainda que a proposta de emenda constitucional (PEC) fosse a plenário, a tendência é que seria rejeitada lá também. Segundo uma enquete do jornal O Globo, ao menos 55 dos 81 senadores apoiavam a rejeição da PEC.

A proposta foi aprovada na semana passada na Câmara, gerando críticas nas redes sociais de amplos setores sociais e protestos liderados pela esquerda nas ruas das capitais do país no domingo (21/9).

A PEC previa que processos criminais contra deputados e senadores só possam ser iniciados no Supremo Tribunal Federal (STF) após aval do Senado ou Câmara, em votação secreta.

Hoje, o STF pode iniciar ações penais livremente, e as casas legislativas têm poder de suspender depois os processos, o que não costuma ocorrer.

Para uma proposta de alteração da Constituição entrar em vigor, tem que ser aprovada com texto idêntico na Câmara e no Senado.

Agora, uma nova proposta de mesmo teor só poderá ser apresentada no ano seguinte e teria que ser votada novamente na Câmara.

A CCJ aprovou o relatório de Alessandro Vieira pela rejeição da PEC por 26 votos a favor e nenhum contra.

"A presente PEC teria o real objetivo de proteger autores de crimes graves, como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, o que configura claro desvio de finalidade e, consequentemente, inconstitucionalidade", argumentou no relatório.

"Não podemos confundir prerrogativas com proteção àquele que comete crimes. A sociedade brasileira grita em sentido diametralmente oposto, ou seja, ela almeja o fim da impunidade, como as amplas manifestações públicas sinalizaram no último domingo", continuou.

Durante os debates na CCJ, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que a PEC aprovada na Câmara foi uma reação a uma suposta "blindagem" do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Na sua visão, Moraes cometeu "vários crimes de responsabilidade" e teria que sofrer impeachment no Senado.

"E como nós só vemos parlamentares, com suas opiniões, palavras e votos, sendo perseguidos, é que chegou-se ao ponto de se buscar um remédio constitucional para, no mínimo, essa Casa poder voltar a andar de cabeça erguida, poder falar o que pensa, pra parar um parlamentar de subir na tribuna e ter medo do que fala porque pode ser investigado imediatamente", argumentou.

Alessandro Vieira, de paletó sentado e falando em microfone em plenário no Congresso

CRÉDITO,AGÊNCIA SENADO

Legenda da foto,Relator da PEC no Senado, Alessandro Vieira é contra foi contra a proposta

A proposta polêmica ganhou aval da grande maioria dos deputados na semana passada. Foram 353 votos a favor e 134 contra, ou seja, uma boa margem acima dos 308 votos necessários para aprovar uma alteração da Constituição.

Os partidos que entregaram maiores percentuais de votos contra a proposta foram PSOL, PCdoB, Rede, Novo e PT.

Ficaram 100% contra as bancadas de PSOL, PCdoB e Rede. Já o Novo, teve 80% de votos contrários, e 20% de deputados que não se manifestaram.

E o PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve 76% de votos contra, 18% a favor e 6% que não votaram.

Do outro lado, partidos da direita bolsonarista e do Centrão foram os que mais apoiaram a proposta. PP, Republicanos e PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), deram mais de 90% dos votos de suas bancadas pela aprovação da PEC.

Durante a votação, deputados bolsonaristas defenderam a proposta, argumentando que o STF persegue parlamentares e outros políticos de direita. No início de setembro, Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe de Estado.

"Essa PEC não é a PEC das Prerrogativas, na minha opinião. Essa PEC é a PEC do fim da chantagem, a PEC do fim da perseguição!", disse, exaltado, o deputado Gustavo Gayer (PL-GO). 

"É a PEC da libertação desse Congresso para que a gente possa votar de acordo com os nossos eleitores e não de acordo com a vontade de alguns não eleitos do Supremo Tribunal Federal", reforçou.

Além do campo bolsonarista, o Centrão, grupo de partidos conservadores, também votou a favor da PEC na Câmara, em um momento que o STF tem apertado o cerco sobre suspeitas de corrupção envolvendo emendas parlamentares — recursos federais que congressistas podem destinar a seus redutos eleitorais.

Moro e senadores bolsonaristas tentaram suavizar PEC da Blindagem

Senadores da oposição ao governo Lula chegaram a propor outra versão da chamada PEC da Blindagem.

Sergio Moro (União Brasil-PR), Ciro Nogueira (PP-PI), Rogério Marinho (PL-RN) e mais dez senadores apresentaram uma emenda para alterar o texto que acabou rejeitado na CCJ. Após acordo, porém, a emenda não foi colocada em votação.

A proposta previa o aval das casas legislativas apenas para abertura de processos envolvendo "crime contra a honra, bem como de qualquer imputação fundada exclusivamente em opiniões, palavras e votos do parlamentar, ressalvado o crime de ameaça".

Os defensores dessa versão para a PEC argumentaram que ela buscaria proteger a liberdade de expressão dos parlamentares, reforçando o artigo 53 da Constituição, que estabelece o seguinte: "os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos".

No caso dos demais crimes, a proposta previa que a regra atual seria mantida, ou seja, o Supremo teria liberdade para iniciar processos criminais contra parlamentares, enquanto o Congresso poderia apenas suspender uma ação penal após ela ser iniciada na Corte.

A proposta liderada por Moro também previa que as votações para autorizar processos criminais fossem abertas, ou seja, sem voto secreto, como aprovado na Câmara.

"É por meio da voz dos congressistas que a sociedade se faz presente no Parlamento. Assim, qualquer tentativa de cercear essa manifestação, mediante processos judiciais instaurados de forma precipitada ou movidos por interesses externos, compromete não apenas a atuação do representante eleito, mas também o próprio princípio da representatividade", argumentaram os senadores, na justificativa da emenda.

Protestos contra a PEC e a anistia a bolsonaristas levaram dezenas de milhares às ruas no domingo (21/9)


Protesto contra PEC da Blindagem na Avenida Paulista, no domingo (21/09). No centro, no meio de uma multidão, está uma mulher usando camiseta amarela da seleção brasileira segurando um cartaz 'Pec da Blindagem Não', com a palavra Blindagem riscada e substituída por 'Bandidagem'

CRÉDITO,REUTERS/TUANE FERNANDES

Legenda da foto,Protestos contra a PEC e a anistia a bolsonaristas levaram dezenas de milhares às ruas no domingo (21/9)

A ORIGEM DA PEC DA BLINDAGEM

A proposta é originalmente de 2021 e foi apresentada por Celso Sabino — na época, deputado pelo PSDB-PA e hoje ministro do Turismo, filiado ao União Brasil — após a prisão em flagrante do ex-deputado Daniel Silveira, determinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

A prisão foi motivada, na época, por vídeo postado por Silveira nas redes sociais, em que ele ofendeu ministros do STF.

Apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro, Silveira foi condenado pelo STF em 2022 à perda do mandato e à prisão. Ele foi punido pelos crimes de ameaça ao Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo. Hoje, está em regime semiaberto.

Ao justificar o projeto, Sabino afirmou que não ignorava a "gravidade dos fatos" perpetrados por Silveira, mas que a imunidade parlamentar precisava ser melhor protegida.

A proposta foi impulsionada no início de agosto deste ano, na volta do recesso parlamentar, em reação à decisão de Moraes de decretar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.

Na ocasião, parlamentares bolsonaristas bloquearam plenários e sessões exigindo que o Congresso avaliasse pautas caras a esse grupo, como a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e o impeachment do ministro do STF Alexanrre Moraes.

O impeachment de ministros da Corte, porém, só pode ser aprovado no Senado e não há perspectiva de que os pedidos sejam pautados pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

PAULINHO FAZ CHANTAGEM? E QUER VOTAR ANISTIA AOS GOLPISTAS ANTES DA ISENÇÃO DO IR; DIGA NÃO AO DEPUTADO

Centrão e bolsonaristas atrasam votação de projeto de interesse dos trabalhadores, aprovado pelo Senado nesta quarta 24, para socorrer golpistas do 8 de janeiro. Chantagem NÃO?


 










Mesmo depois de o Senado ter aprovado nesta quarta-feira 24 o projeto de lei que isenta do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil mensais e aumenta a tributação dos ricos, está havendo resistência na Câmara dos Deputados para votar esse PL de interesse dos trabalhadores. O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que criou o chamado “PL da Dosimetria”, em conluio com os bolsonaristas e o Centrão, está chantageando a sociedade e diz que o projeto da isenção do IR só será votado na Câmara depois da votação da sua proposta que reduz as penas dos golpistas de 8 de janeiro, o que inclui o ex-presidente Bolsonaro e alta cúpula militar que organizou a tentativa de golpe.

Veja aqui como foi a votação do projeto de lei no Senado.

O deputado Paulinho da Força articulou o “PL da Dosimetria” junto com o ex-presidente golpista Michel Temer e com o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), tentando negociar um acordo que amenize um pouco o projeto da anistia geral e irrestrita a todos os golpistas, reduzindo a pena inclusive dos que já foram julgados e condenados.

“A postura desse deputado é inaceitável e uma traição aos trabalhadores, que têm urgência na aprovação do projeto que isenta de IR quem ganha até 5 mil e reduz o imposto para quem recebe entre R$ 5 mil e R$ 7.350 mensais, que foi aprovado ontem pelo Senado”, denuncia Rodrigo Britto, presidente da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro-Norte (Fetec-CUT/CN).

“Esse deputado tem a irresponsabilidade de fazer essa chantagem com toda a sociedade mesmo depois das manifestações gigantescas de domingo dizendo Não à anistia dos golpistas. Por isso é importante que os trabalhadores do setor financeiro e de outras categorias pressionem o deputado para que atenda nossas reivindicações e acelere a votação da isenção do IR e da taxação dos super-ricos”, convoca Rodrigo.

A Fetec-CUT/CN orienta os trabalhadores a enviarem mensagens ao deputado pelo email dep.paulinhodaforca@camara.leg.br e pelo telefone (61) 3215-5241.

 

Fonte: Fetec-CUT/CN

TODO PODER EMANA DO POVO.

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

CÂMARA DE BACABAL DIA 24.09.2025 SESSÃO SOLENE DE OUTORGA TITULO DE CIDADÃ A PUREZA LOPES AUTORIA DO EX-VEREADOR PROFESSOR MARKIM, E APÓS ACONTECEU A SESSÃO ORDINÁRIA. PRESENÇA DOS MOTOTAXISTAS DE BACABAL NA GALERIA. VEJA VÍDEO.

Pureza Lopes Loyola. Ativista dos direitos humanos brasileira, oriunda de Presidente Juscelino (MA), liderou a luta contra o trabalho escravo e o tráfico de pessoas no Brasil. Inspirou em 1995 a criação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho, resgatando mais de 61 000 trabalhadores.

Quando Pureza Lopes Loiola atendeu a primeira ligação telefônica de Renato Barbieri, impressionou-se ao saber que o cineasta desejava levar sua vida às telas. Dias antes, durante um culto, um pastor evangélico dissera que os olhos do mundo iriam vê-la. "Agora estou entendendo. O cinema são os olhos do mundo", disse a mulher, que criara cinco filhos com a venda de tijolos em Bacabal (MA), distante 240 quilômetros de São Luís.

Onze anos antes da ligação, Pureza recebera em Londres o Prêmio Anti-Escravidão da Anti-Slavery International, mais antiga entidade mundial de combate ao trabalho escravo. Mas, no Brasil, poucos conheciam sua trajetória.

No início dos anos 1990, depois de um mês sem notícias do filho caçula, Antônio Abel Lopes Loiola, que partira em busca da sorte no garimpo, Pureza decidiu seguir seu rastro. Munida de uma bolsa e da roupa do corpo, estava resolvida a encontrá-lo vivo ou morto. Ela sabia apenas que ele tinha ido ao Pará. 

A jornada transformaria a mãe angustiada em um símbolo do combate ao trabalho escravo e seria o ponto de partida do longa Pureza (2019), de Barbieri, que já fez parte da seleção oficial de outros 23 festivais ao redor do mundo e aguarda o fim da crise sanitária para chegar ao circuito comercial.

Peregrinação em busca do filho

Pureza nasceu em Presidente Juscelino, município a 85 km de São Luís, e chegou com três filhos a Bacabal, onde o marido tinha parentes. Com o fim do casamento, a sobrevivência passou a depender da olaria na qual trabalhava ombro a ombro com a prole.

BIOGRAFIA PUREZA LOPES QUE RECEBEU A OUTORGA O TÍTULO DE CIDADÃ BACABALENSE.

(CLIQUE AQUI) e assista a sessão entrega do titulo a Pureza Lopes Loyola, com a palavra a presidenta Natália Duda.

(CLIQUE AQUI) e assista toda sessão ordinária do dia 24 de setembro de 2025.

ASSISTA A PALAVRA DA PRESIDENTE CÂMARA DE BACABAL NATÁLIA DUDA

Foto ilustrativa do perfil Grupo do Sindicato no WhatsApp

EM TEMPO: Os mototaxistas de Bacabal prestigiaram a sessão desta quarta feira dia 24 de setembro de 2025, presentes juntamente com o presidente Raimundo Tera na Galeria da Câmara de Bacabal.


Da. ASCOM: Câmara Municipal de Bacabal.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

BACABAL-MA: COSAR PRENDE “PRETINHO” COM ARMA DE FOGO PRÓXIMO AO LIXÃO, ELE QUE É SUSPEITO DE ENVOLVIMENTO NA MORTE DO GAROTO CÍCERO, EM UM TIROTEIO NO BAIRRO PANTANAL HÁ CERCA DE DOIS ANOS. ASSISTA O VÍDEO.

Segunda-feira 22/09/2025 uma equipe do Cosar apresentou na Delegacia de Polícia de Bacabal um homem identificado como “Pretinho”, suspeito de envolvimento na morte do garoto Cícero, em um tiroteio no bairro Pantanal há cerca de dois anos.

Segundo a polícia, a prisão ocorreu inicialmente pelo porte ilegal de arma de fogo. Durante uma operação de rotina na estrada que liga a Vila São ao povoado Palmeiral, nas imediações do lixão, os militares abordaram o suspeito e encontraram em sua posse uma pistola.

RELAÇÃO COM A MORTE DO GAROTINHO CÍCERO

“Pretinho” é apontado como um dos participantes do confronto armado contra Wagner — já preso — que resultou na morte do menino Cícero, de apenas sete anos. Até hoje não foi esclarecido de qual arma partiu o disparo fatal.

O caso agora será analisado pela Polícia Civil, que deve avaliar o pedido de prisão preventiva de “Pretinho” em relação à morte da criança, já que a captura feita pelo Cosar ocorreu em flagrante apenas por conta da arma.



DECLARAÇÃO DA POLÍCIA

De acordo com informações repassadas pela equipe que fez a abordagem, a prisão foi resultado de levantamentos na região rural.

“Era uma operação de rotina. O suspeito estava armado, portando uma pistola que já havia sido subtraída em Teresina. A arma foi apreendida e o indivíduo encaminhado à delegacia para as devidas providências”, disse um dos militares.

A prisão reacende a cobrança popular por justiça no caso da morte do garoto Cícero, que chocou Bacabal e segue sendo investigado pelas autoridades.

(CLIQUE AQUI) e assista ao vídeo.

 

Créditos: Falando Sério Bacabal.

domingo, 21 de setembro de 2025

ATO CONTRA “PEC” DA BLINDAGEM E ANISTIA MOBILIZARAM AS RUAS PELO BRASIL, É RECADO A HUGO E SENADORES.

Atos contra a anistia e a PEC da Blindagem foram convocados neste domingo (21/9) em diversas capitais do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife, Belém e Porto Alegre.

A convocação ganhou peso com a participação de grandes artistas. Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil.

"A gente tem que ir pra rua, pra frente do Congresso, como já fizemos outras vezes", convocou Caetano em suas redes sociais.

As manifestações ocorrem depois que a Câmara dos Deputados decidiu acelerar uma proposta de anistia, mas o impasse sobre qual pode ser o benefício para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros condenados por crimes contra a democracia continua.

Enquanto parlamentares bolsonaristas querem um amplo perdão que livre o ex-presidente da prisão e o libere para disputar a eleição de 2026, a esquerda resiste a qualquer suavização de sua condenação no Supremo Tribunal Federal (STF) por liderar uma tentativa de golpe de Estado.

Milhares de pessoas ocuparam neste domingo (21) a Praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, as ruas pelo Brasil, para protestar contra a PEC da Blindagem e a anistia a condenados por golpe de Estado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro, ex-ministros e aliados.

A proposta de emenda à Constituição repudiada pelos manifestantes foi aprovada pela Câmara dos Deputados na última terça-feira (16). Na prática, a medida dificulta a abertura de processos criminais contra parlamentares, ao impor que as casas legislativas devem aprovar a abertura desses processos. 

Aos gritos de "Sem Anistia" e "Viva a democracia", os manifestantes se reuniram na altura do Posto Cinco da Orla de Copacabana, para escutar os discursos de lideranças políticas e assistir aos shows dos cantores Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Djavan, entre outros. 

Caetano Veloso disse, durante o ato musical, que a democracia no Brasil resiste. Segundo ele, a cultura nacional apresenta grande vitalidade.

"Não podemos deixar de responder aos horrores que vêm se insinuando à nossa volta".

Gilberto Gil lembrou que o Brasil já passou por momentos semelhantes em sua história. "Passamos por momentos parecidos sempre em busca da autonomia, o bem maior do nosso povo", afirmou. 

De estudantes a aposentados

A servidora pública federal aposentada Regina de Brito, de 68 anos, foi uma das primeiras a chegar, para ficar bem perto dos cantores do ato musical. Ela disse ser muito importante apoiar o movimento contra os que tentaram planejar um golpe no país.

"Eu fui criada na ditadura militar. Sei como era isso. Esses caras acabaram de ser condenados, nem estão cumprindo pena e já querem anistia? E esse Congresso vilão, da direita, em vez de votar pautas do povo, como a isenção do imposto de renda até R$ 5 mil, é um Congresso que não pensa no povo em nenhuma instância, só pensam no próprio umbigo".

Rio de Janeiro (RJ), 21/09/25 - Ana Regina Brito, engenheira aposentada, participa de protesto contra a PEC da Blindagem e PL da Anistia na orla de Copacabana. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Regina Brito (de azul), engenheira aposentada, participa de protesto contra a PEC da Blindagem e PL da Anistia na orla de Copacabana.Tânia Rêgo/Agência Brasil

O estudante da rede pública estadual de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Caio dos Santos, de 16 anos, contou estar no ato por achar muito importante a movimentação do povo brasileiro contra "o desserviço à população feito pelo Congresso Nacional".

"Acho que essa PEC da Bandidagem é um total desrespeito com a nossa cara. O povo brasileiro não pode assistir calado o que estão fazendo. Eu, como estudande da rede pública, tenho obrigação de ser contra pessoas como o Bolsonaro, que só torcem para o mal da educação, da saúde. Não adicionam nada de bom à nossa população, à nossa sociedade", criticou.

"Do que eu estudo da ditadura, eu tento espalhar essa consciência entre meus amigos para o não retorno da extrema-direita e para a consciência na hora do voto", acrescentou Caio.

Rio de Janeiro (RJ), 21/09/25 - Caio Júlio Peres participa de protesto contra a PEC da Blindagem e PL da Anistia na orla de Copacabana. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Caio dos Santos, de 16 anos, foi de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, para o protesto em Copacabana Tânia Rêgo/Agência Brasil

Acompanhado da esposa, o policial penal aposentado Edson Enio Martins Tonnel, de 75 anos, também chegou cedo ao ato para protestar contra a Câmara dos Deputados.

"Se a gente não reagir, a Câmara vai se tornar um antro de bandidos. Eu acho que, essa PEC, o Senado deve barrar. Qualquer bandido vai se candidatar, vai ser deputado e piorar a situação. O crime vai para Brasília mais do que já está. Independente da nossa idade, cada um tem que colaborar para o bem do Brasil, da nossa família. Que o Bolsonaro apodreça na cadeia, quem fez o que fez em Brasília tem que pagar".

Rio de Janeiro (RJ), 21/09/25 - Edson Enio Martins, participa de protesto contra a PEC da Blindagem e PL da Anistia na orla de Copacabana. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
O policial penal aposentado Edson Enio Martins Tonnel, de 75 anos, no protesto em Copacabana Tânia Rêgo/Agência Brasil

Com os amigos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, em Seropédica, a estudante de arquitetura Letícia Rocha, de 20 anos, afirmou que a história não pode se repetir. " A gente não pode esquecer nunca do passado. Uma vitória que a gente teve foi a condenação do Bolsonaro". 

 

Créditos: Agência Brasil.

BACABAL-MARANHÃO: CHEGOU O NOVO ASFALTO, NO BOSQUE ARACATY, PREFEITO ROBERTO COSTA ACOMPANHA PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA DA RUA 200. ASISTA O VÍDEO.

Foram muitos anos de espera. Mas, segundo o morador do Bosque Aracaty, Felipe dos Santos, o prefeito Roberto Costa prometeu há alguns dias e o asfalto já chegou. “A gente estava precisando. O prefeito passou aqui outro dia e prometeu, e hoje já está chegando aí, o NOVO ASFALTO. É uma via de muita importância, de fluxo muito intenso, que atende os outros bairros,” revelou.

A Rua 200 do Bosque Aracaty recebeu uma verdadeira transformação viária, e a comunidade está satisfeita. Não apenas os moradores do Bosque são beneficiados: a rua é um dos principais eixos de ligação entre a Vila São João, Vila Jurandir, Parque União e Vila da Paz. Contudo, as condições eram precárias. Principalmente no inverno e no trecho entre o final da Rua 10, na Vila São João, e as transversais da Vila Jurandir, em que a comunidade já evitava trafegar pela via.

“O governo do prefeito Roberto Costa tem surpreendido bastante. Ele é uma pessoa organizada, com colaboradores organizados. E eu não poderia deixar de agradecer por essa iniciativa de asfaltar a cidade, principalmente passando aqui no meu bairro, que há muito tempo não tinha”, reconheceu a moradora Fernanda da Silva.

Ao todo, são cinco frentes de trabalho de pavimentação em Bacabal, e o prefeito Roberto Costa faz questão de acompanhar cada etapa do processo. “Estamos aqui na Rua 200 do Bosque Aracaty, que era um símbolo do descaso com a nossa população de toda essa região. Mas iniciamos, com a parceria do governador Brandão e do secretário Orleans Brandão, a recuperação asfáltica aqui do bairro. E não será apenas aqui no Bosque Aracaty: vamos para a Vila São João, Pantanal, Santos Dumont, Vila Jurandir, e toda essa região terá suas ruas recuperadas”, garantiu.

Roberto Costa disse ainda que, além do asfalto novo, as ruas receberão a nova iluminação de LED. “Estamos trabalhando muito para garantir a qualidade de vida da nossa população. E não será apenas o asfalto: iremos mudar toda a iluminação pública desses bairros, com lâmpadas novas de LED. É dessa forma que vamos continuar construindo a nova Bacabal, priorizando sempre atender às demandas da nossa população”, finalizou.

Agora é questão de dias para que aquele passado de abandono da Rua 200 do Bosque fique para trás, e a via se transforme em uma das mais belas avenidas da cidade.

(CLIQUE AQUI) e assista o vídeo.

Da. ASCOM: Prefeitura de Bacabal. Wanderson Ricardo. Assessor de Comunicação.

12 DE OUTUBRO DIA DA CRIANÇA E DA PADROEIRA DO BRASIL NOSSO SENHORA APARECIDA. ASSISTA AO VÍDEO ESPECIAL DIA DAS CRIANÇAS.

  Foto: iStock Dia das crianças é feriado nacional? Entenda a origem da data no Brasil. Celebrado em 12 de outubro, a data coincide com o ...