O árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio (GO) vai
apitar o jogo de abertura da Copa do Mundo, entre México e África do Sul,
quinta-feira, às 16h (de Brasília), na Cidade do México, pelo Grupo A.
Os assistentes também são brasileiros: Bruno Pires (GO)
e Bruno Boschilia (PR)
Completam a arbitragem os paraguaios Juan Gabriel
Benítez (quarto árbitro) e Eduardo Cardozo (assistente reserva), o colombiano
Nicolas Gallo (árbitro de vídeo), o chileno Juan Lara (assistente do VAR) e o
francês Jerome Brisard (apoio ao VAR).
Há mais dois árbitros brasileiros na Copa do Mundo:
Raphael Claus (SP), Ramon Abatti Abel (SC). Os outros assistentes são Danilo
Manis (SP), Rodrigo Figueiredo (RJ) e Rafael Alves (RS).
Além de México e África do Sul, o Grupo A da Copa do
Mundo tem Coreia do Sul e República Tcheca.
Esta será a terceira participação de Wilton Pereira
Sampaio em Copas do Mundo. Em 2018, ele atuou na equipe de arbitragem de vídeo.
Já em 2022, no Catar, fez sua estreia em campo na principal competição do
futebol mundial.
Além de Wilton, o Brasil também terá Raphael Claus e
Ramon Abatti Abel entre os árbitros selecionados para atuar na Copa do Mundo.
O São
João de Lago Verde segue sendo um verdadeiro sucesso, atraindo multidões e
movimentando a cultura e a economia de toda a região. Com o tema "O
Mais Brasileiro de Todos", a festa acontece de 1º a 14 de junho
no Centro Cultural da cidade, que fica localizado bem próximo a Bacabal.
O
evento é conhecido por sua excelente organização e por reunir o melhor das
tradições maranhenses e nordestinas.
O que você encontra por lá:
Apresentações Folclóricas:
Tablado repleto de quadrilhas juninas, grupos de bumba meu boi e danças
regionais.
Estrutura: Amplo espaço no Centro
Cultural para receber os visitantes com segurança e conforto.
Comidas Típicas: O melhor da gastronomia
junina da região.
Grandes Shows Nacionais
A
prefeitura preparou uma programação musical de peso para os 14 dias de festa.
Dentre as atrações de destaque, o público está contando com grandes nomes:
Rey Vaqueiro (abertura)
Fernandinha
Murilo Huff (um dos shows mais aguardados, previsto para o dia 14 de junho).
·
Até o dia 14 de
junho, o município será palco de uma programação especial,
reunindo quadrilhas juninas, grupos de bumba meu boi, danças
folclóricas e grandes atrações musicais, valorizando as
tradições nordestinas e fortalecendo a cultura maranhense.
Promovido pela
Prefeitura de Lago Verde, o evento reforça o compromisso da gestão municipal
com a valorização da cultura, o incentivo ao turismo e a geração de
oportunidades para os empreendedores locais.
Venha
viver essa experiência e participar do maior e melhor São João do Maranhão!
O vídeo divulgado pelo deputado federal André Fufuca em
suas redes sociais tratou de esclarecer todas as dúvidas sobre a sua
pré-candidatura ao Senado Federal.
Ao reunir o apoio público de 100 prefeitos maranhenses,
em uma construção pé no chão e feita diretamente na base, Fufuca não apenas
reafirma seu projeto para 2026, mas demonstra possuir uma das mais amplas
estruturas políticas em construção no estado, com presença e articulação em
todas as regiões do Maranhão.
Trata-se, sem
dúvidas, da maior mobilização já vista nesta pré-campanha.
Mais do que um número expressivo, o apoio reúne
prefeitos de importantes colégios eleitorais do Maranhão, incluindo cidades
estratégicas como Imperatriz, Timon, Caxias, Açailândia, Balsas, Santa Inês,
Pinheiro, Barra do Corda e Chapadinha.
O movimento demonstra não apenas alcance territorial,
mas também densidade política, reunindo prefeitos que representam uma parcela
significativa da população e do eleitorado maranhense.
O apoio recebido por Fufuca é resultado de uma relação
construída ao longo de anos de atuação pública. Como deputado federal e
ministro do Esporte do governo Lula, ele consolidou uma presença constante nos
municípios, destinando recursos, articulando investimentos e mantendo diálogo
permanente com gestores municipais.
Ao agradecer as manifestações de apoio, Fufuca destacou
que sua caminhada é construída de forma coletiva.“Uma caminhada nunca se faz
sozinho. Graças a Deus, a nossa caminhada ao Senado tem vários amigos que estão
me apoiando. Por isso, eu queria agradecer a todos que estão comigo nesse
projeto que é construído ao lado de pessoas e que hoje cresce em todo o
Maranhão”, afirmou.
Confira a lista
completa dos prefeitos que declararam apoio a André Fufuca:
1. Imperatriz – Rildo Amaral
2. Timon – Rafael Brito
3. Caxias – Gentil Neto
4. Codó – Chiquinho FC
5. Açailândia – Benjamin Oliveira
6. Balsas – Alan da Marisol
7. Santa Inês – Felipe dos Pneus
8. Pinheiro – André da Ralpnet
9. Barra do Corda – Rigo Teles
10. Chapadinha – Belezinha
11. Santa Luzia – Juscelino Marreca
12. Tutóia – Viriato Cardoso
13. Viana – Carrinho Cidreira
14. São Bento – Dino Penha
15. Coelho Neto – Bruno Silva
16. Santa Helena – Joãozinho Pavão
17. Araioses – Neto Carvalho
18. Turiaçu – Edésio Cavalcanti
19. Amarante do Maranhão – Vanderly Miranda
20. Pedreiras – Vanessa Maia
21. Tuntum – Fernando Pessoa
22. Santa Quitéria do Maranhão – Sâmia Moreira
23. Capinzal do Norte – Abnadar Portela
24. São Raimundo das Mangabeiras – Accioly Cardoso
A imperatrizense Célia gravou um vídeo fazendo um
pedido de socorro para o marido, que está internado há cerca de dois meses no
Hospital Regional de Imperatriz após sofrer uma trombose intestinal que evoluiu
para uma isquemia mesentérica.
Segundo ela, o paciente perdeu grande parte do
intestino e atualmente depende de alimentação parenteral, recebendo nutrientes
apenas pela veia.
A esposa relata que o quadro de saúde é grave, com
perda de peso, desnutrição e desidratação.
Célia afirma que busca uma regulação para a
transferência do marido a um centro especializado fora do estado, onde ele
possa ter acesso a um tratamento mais avançado.
Ela pede apoio das autoridades e da população para que
o caso ganhe visibilidade.
Quem puder ajudar
ou obter mais informações pode entrar em contato pelo WhatsApp: (99)
99150-6479.
Designação
de Organização Terrorista Estrangeira entra em vigor nesta sexta-feira dia
05.06.2026 e se soma ao bloqueio de bens anunciado em maio; Planalto não vê
efeitos imediatos, mas mercado e investigadores alertam para riscos ao sistema
financeiro.
ASSISTA AO VÍDEO:
Entra
em vigor nesta sexta-feira (5) a designação do PCC (Primeiro Comando da Capital)
e do CV (Comando Vermelho) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na
sigla em inglês) pelos Estados Unidos.
Essa
é a etapa que faltava desde o anúncio feito pelo Departamento de Estado
americano, em 28 de maio, quando as duas facções já haviam sido enquadradas
como "Terroristas Globais Especialmente Designados" (SDGT),
classificação que passou a valer de imediato.
O
comunicado, assinado pelo secretário de Estado, Marco Rubio, afirma que o CV e
o PCC estão entre as organizações criminosas mais violentas do Brasil e que sua
atuação se estende para além das fronteiras brasileiras, alcançando o
território americano. Segundo o governo dos EUA, a medida busca interromper o
fluxo de recursos que financiam "narcoterroristas violentos".
O
que muda com as duas classificações.
As
designações são complementares e têm bases legais distintas. A de SDGT, em
vigor desde maio, está ancorada em decreto editado por George W. Bush após os
atentados de 11 de setembro de 2001, dispensa aval do Congresso americano e
bloqueia todos os bens e interesses das facções que estejam sob controle de
pessoas ou entidades dos EUA.
Já
a designação de FTO, que passa a valer hoje, é prevista na Lei de Imigração e
Nacionalidade desde 1996, exige notificação ao Congresso e torna crime federal
o fornecimento de "apoio material" aos grupos.
Na
prática, as duas classificações viabilizam congelamento de ativos, proíbem
transações com os grupos designados, vetam a entrada de integrantes nos EUA —
que podem ser deportados — e obrigam instituições financeiras americanas a
reportar fundos ligados às facções ao Departamento do Tesouro. Violações dessas
medidas podem render penalidades civis e criminais.
A
medida não altera a legislação brasileira. Classificações unilaterais de um
país não produzem efeitos automáticos sobre o ordenamento jurídico de outro:
para valer no Brasil, seria preciso incorporá-las por lei, tratado ratificado
ou resolução vinculante do Conselho de Segurança da ONU — nenhuma dessas
hipóteses está em curso no país.
Com
a decisão, PCC e CV passam a integrar uma lista de mais de 90 organizações
tratadas como terroristas estrangeiras pelos EUA, ao lado de grupos como Hamas,
Hezbollah, Al Qaeda e Estado Islâmico, além de cartéis latino-americanos como
Sinaloa e Tren de Aragua, incluídos na esteira da pressão do governo Trump
contra o narcotráfico na região.
Governo Trump afirma querer
"eliminar" as facções.
Em
entrevista à CNN, a porta-voz do Departamento de Estado, Amanda Roberson,
afirmou que o presidente Donald Trump quer eliminar o PCC e o CV e que vai usar
todas as ferramentas disponíveis para combater grupos criminosos que atuam na
região e ameaçam a segurança dos EUA.
Segundo
a representante americana, o governo identificou atuação das facções
brasileiras em 12 estados dos EUA, sem detalhar quais. Ela atribuiu essa
especificação às autoridades judiciais.
Do
lado brasileiro, a avaliação do Palácio do Planalto é que não há possibilidade
de recuo dos EUA e que a entrada em vigor da medida não deve trazer prejuízos
imediatos à economia do país. Nos bastidores, auxiliares do presidente Luiz
Inácio Lula da Silva passaram a avaliar que a decisão teve o aval de Trump — e
não apenas de Rubio, a quem o petista já chamou de "latino-americano
frustrado".
A
principal preocupação do governo Lula é que a classificação abra espaço para
intervenções unilaterais dos EUA em solo brasileiro sob o pretexto de combate
ao terrorismo — receio amplificado após a captura de Nicolás Maduro, ditador
Venezuelano, em janeiro deste ano.
A confirmação da ida de
Lula ao G7, na França, entre os dias 15 e 17 deste mês, abre espaço para uma
eventual reunião bilateral com Trump, em meio às discussões sobre a nova
proposta de tarifas e a classificação das facções. O governo afirma que ainda
não há tratativas fechadas para o encontro.
Brasileiros
a favor da medida dos EUA
Levantamento AtlasIntel
divulgado em 3 de junho mostra que 53,1% dos brasileiros aprovam a
classificação do PCC e do CV como organizações terroristas, contra 44,7% que
desaprovam.
A população, porém, se
divide sobre os efeitos: 47,7% veem risco à soberania nacional e 44,7%
consideram a medida necessária para fortalecer o combate ao crime. Sobre se a
decisão fere a soberania, o resultado é de empate técnico — 49,7% dizem que não
e 49,4% que sim.
Em outro recorte do mesmo
instituto, 55,9% dos entrevistados afirmam que o próprio governo brasileiro
deveria classificar as facções como terroristas, enquanto 40,8% são contra.
Com relação ao efeito da medida
americana na segurança do país, 29,6% acham que não terá impacto relevante e
26,8% creem que vai melhorar significativamente; 17,2% avaliam que pode piorar.
A pesquisa ouviu 1.273 pessoas entre 30 de maio e 3 de junho, com margem de
erro de 3 pontos percentuais.
A pesquisa PoderData
seguiu a mesma direção: 53% dos brasileiros consideram a decisão dos EUA boa
para o Brasil, 33% a veem como ruim e 14% não souberam responder. O
levantamento ouviu 2.500 eleitores em 166 municípios das 27 unidades da Federação,
entre 30 de maio e 1º de junho, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Decisão dos EUA divide forças de segurança
Entre
policiais e investigadores, a medida gera leituras opostas. Parte das forças de
segurança vê a designação como uma forma de asfixiar financeiramente as
facções; outra parte teme prejuízos à cooperação com os EUA. Um dos pontos mais
citados é a possibilidade de a interlocução, atualmente feita entre a Polícia
Federal e o FBI, migrar para a CIA, o que, na prática, faria com que
informações classificadas dificilmente sejam compartilhadas com a agilidade
atual.
Outros especialistas alertam
para uma espécie de "banalização" do conceito de terrorismo. A lei
antiterrorismo brasileira exigiria, segundo eles, motivação ideológica —
política ou religiosa — para enquadrar uma organização, enquanto as facções são
caracterizadas pelo foco financeiro. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues,
por exemplo, já se posicionou contra equiparar facções a grupos terroristas.
Para juristas e promotores ouvidos pela CNN,
o ponto central é a motivação. PCC e CV reúnem traços que os aproximam de
grupos terroristas — estruturas paraestatais, "tribunais do crime",
domínio territorial e ataques coordenados —, mas, segundo parte dos
especialistas, faltaria o elemento político ou ideológico que define o
terrorismo. O promotor Lincoln Gakiya resume, à CNN, que
o objetivo das facções é econômico: dominar territórios para ampliar lucros.
A distinção tem respaldo legal. A Lei Antiterrorismo
(13.260/2016) tipifica como terrorismo atos motivados por xenofobia,
discriminação ou preconceito, ou voltados a coagir autoridades e atentar contra
a ordem democrática. Por isso, as facções seguem processadas com base na Lei
das Organizações Criminosas (12.850/2013), na Lei de Drogas (11.343/2006) e no
Código Penal.
Especialistas como a promotora Raissa Maximiliano e a jurista
Helena Folgueira ponderam que ampliar o conceito pode gerar insegurança
jurídica, embora a classificação americana, se bem usada, possa reforçar o
rastreamento financeiro.
O Fórum Brasileiro de
Segurança Pública (FBSP) reconheceu a soberania da decisão americana, mas
alertou, em nota, que o tema tem implicações profundas sobre a economia, o
sistema financeiro e os mecanismos de cooperação internacional, e criticou o
uso eleitoral do assunto.
PCC CV TERRORISTAS • Ilustração gerada
por IA
Os riscos para a economia e o sistema financeiro
No
campo econômico, a principal preocupação é com o sistema financeiro. Para o
promotor Lincoln Gakiya, se os EUA tratam o PCC como organização terrorista, instituições que tenham negociado fundos ou títulos investigados
por ligação com a facção — como nos casos da Reag e do Banco
Master — poderiam ser alvo de sanções, atingindo praticamente todo o sistema
financeiro nacional.
Economistas
e juristas apontam três grandes efeitos: aumento da percepção de risco, mais
incerteza e elevação de custos.
Robson Gonçalves, da FGV,
lembra que a simples suspeita já seria suficiente para impor prêmios de risco e
travar operações em dólar que passam por intermediários americanos. Já
professora Priscila Caneparo, da UFPR, avalia que o Brasil tende a se tornar um
destino menos atrativo ao investimento estrangeiro.
Para o setor privado, a mensagem dos especialistas é de reforço
imediato dos controles internos. O conceito de "apoio material" da
legislação americana é amplo e abrange venda de produtos, serviços e operações
de crédito, segundo Thiago Jabor Pinheiro, sócio do Mattos Filho, que ressalta
que os riscos não se limitam ao sistema financeiro e alcançam toda a economia.
Outra consequência prática é que a nova designação deve elevar a régua do compliance. Para
especialistas como Servulo Mendonça (Holding SM), Pedro Henrique Rezende
(Aroeira Salles) e Gustavo Niskier (Chalfin Goldberg), bancos e empresas com
exposição internacional precisarão aprofundar a checagem de beneficiários
finais e a prevenção à lavagem de dinheiro.
Mais grave que a punição formal, dizem, é o risco reputacional:
bancos estrangeiros poderiam reduzir limites, encerrar relações ou exigir
controles adicionais de instituições brasileiras, com a perda de acesso à
compensação em dólar vista como a sanção mais severa.
Há também debate sobre os
meios de pagamento. O ministro da Fazenda, Dario Durigan — que afirmou não
considerar PCC e CV organizações terroristas —, levantou preocupação com um
eventual risco ao Pix. Especialistas, porém, avaliam que o que importa é o tipo
de relação das empresas com pessoas e companhias ligadas às facções, e não o
meio pelo qual o recurso transita.
*Com
informações de: Alan Cardoso, Beatriz Oliveira, Duda Cambraia, Filipe Pereira,
João Ker, João Nakamura, Jussara Soares, Léo Lopes, Lucas Schroeder, Malu
Baccarin, Manuella Dal Mas, Poliana Santos e Tiago Tortella — e da Reuters.