domingo, 18 de outubro de 2026

ELEIÇÕES 2026 VOX BRASIL: LULA TEM 51% E FLÁVIO 49% NO SEGUNDO TURNO, NO PRIMEIRO TURNO, O VOX APONTAVA FLÁVIO COM 42,2% E LULA COM 40,4%, O INSTITUTO QUE ACERTOU NO PRIMEIRO TURNO.

No cenário estimulado, em que os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, o presidente concentra 46,4% das intenções de voto, ante 44,6% de Flávio - (crédito: Ricardo Stuckert e Charles Vieira)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados na disputa pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa Vox Brasil divulgada neste domingo (18/10). A uma semana do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro, o petista aparece com 51% dos votos válidos, enquanto o parlamentar registra 49%.

Embora Lula esteja numericamente à frente, a diferença de 1,8 ponto percentual entre os candidatos está dentro da margem de erro do levantamento, de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos.

No cenário estimulado, em que os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, o presidente concentra 46,4% das intenções de voto, ante 44,6% de Flávio. Outros 5% pretendem votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos dois, enquanto 3,9% permanecem indecisos.

Em comparação com a pesquisa anterior, Lula avançou 2,2 pontos percentuais, passando de 44,2% para 46,4%. O senador também apresentou crescimento, embora menor, saindo de 42,7% para 44,6%.

O levantamento ainda identificou uma redução no número de eleitores que não definiram o voto. O percentual de indecisos caiu de 9,7% para 3,9%, enquanto a parcela daqueles que pretendem votar em branco ou nulo, ou não escolher nenhum candidato, aumentou de 3,4% para 5%.

Na modalidade espontânea, em que os participantes indicam seu candidato sem receber uma lista de opções, o resultado também mostra uma vantagem numérica do petista. Lula foi mencionado por 44,9% dos entrevistados, enquanto Flávio recebeu 43,8% das respostas.

EXPECTATIVA DE VITÓRIA E REJEIÇÃO

A Vox Brasil também investigou quem os brasileiros acreditam que vencerá a eleição, independentemente do candidato em que pretendem votar. Para 46,9% dos entrevistados, Lula conquistará um novo mandato, enquanto 41,6% consideram que Flávio Bolsonaro será eleito presidente. Outros 11,5% não souberam responder.

Já os índices de rejeição são iguais para os dois presidenciáveis. Segundo a pesquisa, 45,3% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula "de jeito nenhum", mesmo percentual registrado pelo senador.

O levantamento aponta ainda que 4,7% rejeitam simultaneamente as duas candidaturas, ao passo que 2,4% declaram não rejeitar nenhum dos concorrentes.

DADOS TÉCNICOS

A pesquisa Vox Brasil está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04332/2026. Foram entrevistadas 2.100 pessoas de todo o Brasil entre 15 e 17 de outubro.

O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos. O custo declarado da pesquisa é de R$ 50 mil. POR CORREIO BRASILIENSE>>https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2026/10/7522837-vox-brasil-lula-tem-51-e-flavio-49-no-segundo-turno.html

No primeiro turno, o Vox Brasil apontava Flávio Bolsonaro com 41,2% das intenções de voto, contra 40,4% de Lula. O instituto esteve entre os que acertaram ao indicar a liderança do senador na disputa.

(CLIQUE AQUI) E VEJA NO PODER360.

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

LULA DERRUBA DIFERENÇA DE SEIS PONTOS E EMPATA COM FLÁVIO, DIZ PESQUISA DA PODER360. UMA SEMANA ATRÁS TAVA 53X47 (SEIS PONTOS DE DIFERENÇA) E AGORA 50X50.

A disputa pelo segundo turno da Presidência da República apresenta um novo cenário, segundo pesquisa PoderData/AYA divulgada nesta sexta-feira, 16. O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados, com 50% dos votos válidos cada um.

O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 15 de outubro, com 3.000 entrevistas por telefone em municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04258/2026.

A ascensão do presidente Lula nas pesquisas de intenção de voto aconteceu paralelamente às manifestações que ocorreram em todo Brasil pró reeleição do petista. Desde o fim do primeiro turno, o presidente também intensificou sua presença nas redes sociais por meio de vídeos convocando a população brasileira para avaliar os dois projetos governamentais, o que pode ser outro fator que colaborou para os novos números apresentados.

NO DATAFOLHA LULA E FLÁVIO EMPATAM, VAI SER VOTO A VOTO.

 


Fonte: PoderData/AYA


FMI: BRASIL DEVE VOLTAR A SER A 8ª MAIOR ECONOMIA DO MUNDO EM 2027, APONTA FMI. ASSISTA AO VÍDEO.

Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo.

Fundo Monetário Internacional projeta PIB de US$ 2,8 trilhões para o país, que deve superar Itália e Rússia no ranking mundial.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que o Brasil volte a ocupar a 8ª posição entre as maiores economias do mundo em 2027, com Produto Interno Bruto (PIB) estimado em US$ 2,796 trilhões. O país ultrapassaria Itália e Rússia e, segundo a projeção, permaneceria nessa posição até 2031.

Para 2026, o FMI projeta que o Brasil termine o ano em 10º lugar, com PIB de cerca de US$ 2,65 trilhões. Com o avanço previsto para 2027, o país voltaria ao patamar que ocupava em 2017.

No ranking projetado para 2027, o Brasil aparece atrás de Estados Unidos, China, Alemanha, Índia, Reino Unido, Japão e França. A Itália, com PIB de cerca de US$ 2,77 trilhões, e a Rússia, com cerca de US$ 2,67 trilhões, ficariam logo abaixo. Em 2031, a estimativa do fundo é de que o PIB brasileiro chegue a US$ 3,398 trilhões.

O levantamento considera o PIB nominal convertido em dólares correntes, sem desconto da inflação, o que torna as posições sensíveis a variações cambiais.

A melhor colocação do Brasil na série histórica foi o 6º lugar, em 2011, quando ultrapassou o Reino Unido. Em 2020, o país saiu do grupo das dez maiores economias e chegou a cair para a 12ª posição, atrás de Rússia, Coreia do Sul e Canadá.

‘FMI’ AINDA VÊ DESACELERAÇÃO NA ECONOMIA REAL

Apesar do avanço previsto no ranking e dos valores nominais, o FMI projeta uma desaceleração do crescimento real da economia brasileira. A taxa deve passar de 2,3% em 2025 para 2,2% em 2026 e 1,9% em 2027.

·         🔎 O crescimento real mede a variação da produção de bens e serviços descontando o efeito da inflação.

A inflação brasileira, por sua vez, deve recuar gradualmente, de 5% em 2025 para 4,4% em 2026 e 4,1% em 2027. Já a taxa de desemprego projetada deve subir de 6% para 6,2% e 6,8% no mesmo período.

As projeções também apontam uma redução do déficit em transações correntes, indicador que mede o saldo das operações de bens, serviços, rendas e transferências entre o país e o exterior. O resultado negativo deve passar de 2,9% do PIB em 2025 para 2,4% em 2026 e 2% em 2027.

(CLIQUE AQUI) E veja. PIB - Uma projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) indica que o Brasil deve voltar a ficar entre as oito maiores economias do mundo em 2027.

Logotipo do FMI é visto do lado de fora do prédio da sede em Washington — Foto: Yuri Gripas/Reuters

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

ESCALA 6X1: GRANDE VITÓRIA DOS TRABALHADORES: SENADO APROVA PEC DO FIM DA ESCALA 6X1. ASSISTA AO VÍDEO.

Regra que traz mais equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é resultado de articulação do movimento sindical e do governo Lula no Congresso; Transição da jornada de 44h para 40h semanais começará em 60 dias após promulgação.

O Senado aprovou, com maioria esmagadora e em dois turnos, nesta quarta-feira (14), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que substitui a escala de trabalho 6x1 pela escala 5x2. Com a confirmação do texto, que já havia sido aprovado em maio na Câmara dos Deputados, a jornada no Brasil passa de 44h para 40h semanais, sem redução salarial, com garantia de dois dias semanais de descanso remunerados.

"Mais justiça social e mais felicidade para o nosso povo", declarou o senador Paulo Paim (PT-RS), durante o seu voto. "O trabalho está mudando, a economia está mudando, a sociedade está mudando e nós temos a responsabilidade de refletir sobre essas transformações e garantir que o progresso tecnológico esteja à serviço das pessoas. O desenvolvimento só tem sentido quando melhora a vida das pessoas", destacou emocionado o parlamentar que, durante anos, lutou pelo fim da escala 6x1.
O texto da PEC 221 contém um período de transição entre as duas escalas. A partir de 60 dias da promulgação da emenda (o que deverá ocorrer nos próximos dias, em sessão especial conjunta das casas do Legislativo), a jornada cairá de 44 horas para 42 horas semanais. Nos 12 meses seguintes, a carga passará para o limite definitivo de 40 horas semanais.

Vitória histórica dos movimentos sindicais cutistas e o papel do governo Lula

A presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Juvandia Moreira, destaca que o fim da escala 6x1 é uma pauta defendida pelos trabalhadores desde 1985, a partir da Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição de 1988.
"A CUT nasceu desta luta pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Esse resultado hoje, no Senado, portanto, consolida uma vitória de anos de batalha para devolver ao trabalhador mais tempo com a família, tempo de descanso, tempo de lazer. Significa uma evolução social pela dignidade, com impactos que serão positivos para todo o país, com maior equilíbrio entre vida e trabalho, e menos afastamentos por esgotamento físico e mental relacionados à sobrecarga no serviço", comemora.
A dirigente lembra também que, nos anos 2000, a CUT lançou, em conjunto com outras entidades sindicais, a Campanha Nacional pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário. Mais recentemente, em 2024, o tema voltou a ganhar força nas redes sociais, obrigando o Congresso Nacional a reencaminhar os projetos do fim da escala 6x1, como a PEC 148/2015, de autoria de Paulo Paim (PT-RS), e a PEC nº 221/2019, de Reginaldo Lopes (PT-MG), a qual foi apensada a PEC nº 08/25, da deputada Érika Hilton (PSOL-SP). 
Em abril de 2026, o governo Lula enviou ao Congresso Nacional uma proposta pelo fim da escala 6x1, provocando a aceleração das discussões sobre o tema no Legislativo, ganhando força a PEC 221/2019, que iniciou a tramitação na Câmara e seguiu para o Senado.
"Graças à mobilização do sindicato e demais movimentos sociais, gerando muita pressão popular, é que chegamos nesta grande vitória, tornando o dia de hoje histórico para todos os trabalhadores, mesmo os que já trabalham na escala 5x2", arremata Juvandia Moreira.

Liderança do PT no Senado impediu tentativa do PL de sabotar a PEC do fim da 6x1

Minutos antes do início da votação da PEC 221, a líder do PT na casa legislativa, Teresa Leitão (PT-PE), declarou à TV Senado que uma agenda especial para que os dois turnos de votação ocorressem ainda hoje seria apreciada, o que ocorreu logo após o 1º turno.
Com isso, as bases do governo conseguiram afastar a tentativa do partido do senador e candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, de sabotar a PEC do fim da escala 6x1, jogando a votação do 2º turno para depois das eleições presidenciais.
“Numa estratégia puramente eleitoreira, o PL liberou a bancada para que votasse em favor da PEC 221 no 1º turno, porém, com o plano de impedir o 2º turno antes das eleições presidenciais de 25 de outubro. Eles queriam ganhar mais tempo para acabar com a PEC, sabendo que, se tentassem derrubá-la hoje, o candidato deles perderia ainda mais votos”, explica o secretário de Relações Sindicais da Contraf-CUT e responsável pelo acompanhamento das pautas relacionadas aos trabalhadores no Congresso Nacional, Jeferson Meira, o Jefão. “Mas, graças a essa organização da liderança do PT junto ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, os dois turnos de apreciação da PEC 221 aconteceram hoje e, para não ficar óbvio para o povo a contradição nos discursos dos senadores da extrema-direita, quem votou em favor da proposta teve que confirmar o voto no mesmo dia”, completa o dirigente.

Flávio ameaça rever PEC do fim da escala 6x1

O perigo de retrocesso nesta grande conquista, no entanto, não está plenamente afastado. A coluna Painel, da Folha de S.Paulo, dessa terça-feira (13), revelou que, para aliados, Flávio afirmou que, se for eleito à presidência, irá rever a PEC do fim da escala 6x1.
"Não podemos esquecer que o coordenador geral de campanha do candidato do PL, o senador Rogério Marinho, tentou esvaziar a PEC 221. Sem sucesso, criou uma contraproposta, a PEC das Horas Trabalhadas (12/2026), assinada por Flávio e outras dezenas de senadores, para diminuir verbas rescisórias como férias, 13º salário, FGTS e acabar com as negociações coletivas (aplicando a negociação individual entre patrão e empregado)", alerta Juvandia Moreira.
A presidenta da Contraf-CUT completa que o plano de governo de Flávio Bolsonaro também propõe medidas que flexibilizam e destroem direitos trabalhistas. "Uma eventual eleição do candidato do PL significará não apenas ataques à PEC 221, aprovada hoje, como também a retirada de direitos já consolidados na CLT, com retrocessos trabalhistas sem precedentes. Estamos falando de trabalhador e patrão negociando diretamente, sem a segurança da intermediação sindical, escala 7x0, ganhos por hora trabalhada, salários reduzidos, fim de férias e do descanso semanal remunerado", conclui a dirigente.
Participaram da sessão desta quarta-feira (14) o total de 79 parlamentares, com 75 votantes em favor da PEC, em ambos os turnos. Para ser aprovada, eram necessários 49 apoios, o equivalente a três quintos dos 81 parlamentares que compõem a casa legislativa. *Por Lilian Milena, jornalista da Contraf-CUT.

(CLIQUE AQUI). Escala 6x1: veja a íntegra e o que muda com o projeto do governo


(CLIQUE AQUI). E assista ao vídeo fim da escala 6x1.

terça-feira, 13 de outubro de 2026

ELEIÇÕES 2026: LULA AVANÇA PARA 49% E EMPATA COM FLÁVIO BOLSONARO NO SEGUNDO TURNO, INDICA PODERDATA/AYA.

LULA E FLAVIO BOLSONARO / Crédito: Ricardo Stuckert/PR I Waldemir Barreto/Agência Senado.

Presidente reduz diferença de seis para dois pontos percentuais e esquenta a disputa presidencial a menos de duas semanas da votação.

O presidente Lula (PT) subiu dois pontos percentuais em cinco dias e alcançou 49% das intenções de voto em votos válidos para o segundo turno das eleições, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) oscilou dois pontos para baixo e registra 51%, aponta pesquisa do instituto PoderData/Aya divulgada nesta terça-feira (13). Com uma margem de erro de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos, os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados na corrida do segundo turno, segundo dados divulgados pelo portal Poder360.

A mudança no cenário eleitoral ocorre após o levantamento anterior, no qual a diferença entre os concorrentes era de seis pontos percentuais em favor do parlamentar do PL (53% a 47%). A pesquisa atual foi realizada entre os dias 10 e 12 de outubro e reflete o ritmo da campanha a menos de duas semanas da votação. No primeiro turno, Flávio obteve 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula, resultando em uma vantagem de 1,87 ponto percentual no pleito inicial.

A reação do presidente ocorre após movimentos de mobilização política e engajamento digital. Para reverter o quadro desfavorável deixado pela primeira etapa da eleição, a campanha de Lula acionou uma força de mobilização composta por novos parlamentares eleitos e apoio de artistas nas redes sociais. O movimento incluiu o fortalecimento de conteúdos nas plataformas digitais e manifestações nas ruas, como os atos ocorridos no domingo (11) e na segunda-feira (12) em São Paulo, na Avenida Paulista, focados na defesa da soberania nacional e da democracia.

Apesar da recuperação de Lula na intenção de votos válidos, os índices de rejeição permaneceram estáveis. A parcela do eleitorado que afirma não votar no atual presidente “de jeito nenhum” mantiveram-se em 46%. Por outro lado, a rejeição a Flávio Bolsonaro apresentou variação de um ponto percentual, passando de 43% para 44%.

Nos recortes demográficos e regionais, o presidente preserva vantagem expressiva no eleitorado feminino, registrando 53% da preferência contra 39% do senador do PL. Por sua vez, Flávio lidera no Centro-Oeste, onde alcança 55%, e na Região Sul, onde obtém 61%, além de manter a preferência entre eleitores que concluíram o ensino médio (52%).

A avaliação sobre o atual governo mantém-se majoritariamente crítica na amostragem geral. De acordo com o levantamento, 50% dos entrevistados desaprovam o desempenho de Lula à frente da Presidência da República, enquanto 44% aprovam e 6% não souberam responder. Os números de avaliação da administração federal espelham o mesmo resultado: 50% de desaprovação e 44% de aprovação.

O levantamento do PoderData/Aya entrevistou 3 mil pessoas por meio de ligações telefônicas fixas e móveis, abrangendo 686 municípios nas 27 unidades da Federação. A pesquisa possui intervalo de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01209/2026.

Brasil 247

ELEIÇÕES 2026 VOX BRASIL: LULA TEM 51% E FLÁVIO 49% NO SEGUNDO TURNO, NO PRIMEIRO TURNO, O VOX APONTAVA FLÁVIO COM 42,2% E LULA COM 40,4%, O INSTITUTO QUE ACERTOU NO PRIMEIRO TURNO.

No cenário estimulado, em que os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, o presidente concentra 46,4% das intenções de voto, ante 44,...