segunda-feira, 15 de junho de 2026

MUNDO: PREÇOS DO PETRÓLEO CAEM APÓS ANÚNCIO DO ACORDO DE PAZ ENTRE “IRÔ E “EUA”

Preço do petróleo reage ao noticiário sobre acordo entre EUA e Irã.

+ EUA e Irã anunciam acordo para fim da guerra e fim do bloqueio naval em Ormuz

Por volta das 23h50 GMT de domingo (20h50 em Brasília), o preço do barril do Brent do Mar do Norte para entrega em agosto, referência do mercado global, caía 3,98%, para US$ 83,93. O West Texas Intermediate (WTI), referência dos Estados Unidos, recuava 4,45%, para US$ 81,10 dólares, após ter caído cerca de 5% na abertura. Veja mais cotações.

Washington e Teerã chegaram a um acordo para encerrar “de maneira imediata e permanente” a guerra no Oriente Médio em todas as frentes, incluindo o Líbano, anunciou nesta segunda-feira o mediador paquistanês.

O tráfego nessa passagem estratégica estava paralisado desde o início do conflito, no fim de fevereiro, o que provocou uma forte alta dos preços do petróleo.

Cerca de um quinto de todo o petróleo bruto mundial normalmente passa pelo Estreito de Ormuz.

“Antes do conflito, cerca de 140 navios transitavam diariamente pelo estreito. O tráfego melhorou, mas continua muito abaixo da normalidade. Uma verdadeira reabertura teria, portanto, um impacto imediato (…) nos preços do petróleo”, avaliou no domingo Stephen Innes, analista da SPI Asset Managem.

Assinatura do acordo está marcada para sexta-feira

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nas redes sociais que o Estreito de Ormuz será reaberto após a assinatura do acordo na sexta-feira, 19.

O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, disse que um acordo mais abrangente seria negociado durante um período de cessar-fogo de 60 dias, incluindo alívio de sanções. O destino do programa nuclear do Irã também será abordado nessas negociações posteriores, disseram fontes à Reuters anteriormente.

Milhares de pessoas foram mortas, principalmente no Irã e no Líbano, desde que as forças dos EUA e de Israel atacaram o Irã pela primeira vez em 28 de fevereiro. O Irã atacou Israel e os países do Golfo que abrigam bases norte-americanas e efetivamente bloqueou o Estreito de Ormuz, elevando os preços globais de energia. As forças americanas bloquearam portos iranianos em resposta.

O bloqueio do estreito impactou a economia global, desde o aumento dos preços dos combustíveis, que impulsionou a inflação nos Estados Unidos e em outros países, até cadeias de suprimentos congestionadas para bens como fertilizantes essenciais para a produção de alimentos em áreas distantes do Oriente Médio.

Conteúdo do acordo ainda não é conhecido

Ambas as partes divulgaram informações contraditórias sobre o conteúdo do acordo, à medida que cada uma busca emergir da guerra como vencedora.

Teerã tem insistido que manterá o controle sobre o Estreito de Ormuz, mas os Estados Unidos afirmaram em diversas ocasiões que isso era inaceitável. Outro ponto das negociações tem sido o destino do programa nuclear iraniano, em particular seus estoques de urânio altamente enriquecido.

Trump justificou a guerra como necessária para impedir que o Irã obtivesse armas nucleares, uma ambição que Teerã tem negado.

Um memorando de entendimento prevê o desembolso imediato de 12 bilhões de dólares em ativos congelados, informou nesta segunda-feira (15, data local) a agência de notícias iraniana Mehr.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, comemorou o acordo. “O secretário-geral espera que as partes aproveitem este novo impulso e redobrem seus esforços em direção a uma resolução final do conflito”, afirmou Guterres em um comunicado atribuído ao seu porta-voz, Stéphane Dujarric.

Donald Trump, presidente dos EUA — Foto: Reuters/Evan Vucci

Os Estados Unidos e o Irã chegaram a um acordo de paz, conforme informações confirmadas por Donald Trump e o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif na noite deste domingo (14).

Em uma publicação na rede social X (antigo Twitter), o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, declarou que "ambos os lados declararam o encerramento imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, incluindo no Líbano".

Ainda segundo o premiê paquistanês, a cerimônia oficial de assinatura do tratado está marcada para o dia 19 de junho, na Suíça.

O serviço de notícias do Irã (agência IRNA) também confirmou a informação do acordo de paz, replicando mensagens de Donald Trump e de Shebaz Sharif.

O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, afirmou à TV estatal iraniana que o cessar-fogo entrará em vigor ainda nesta noite. Segundo ele, as negociações para um acordo final durarão 60 dias e devem incluir o fim das sanções ao Irã, mecanismos para a reconstrução do país e formas de monitorar o cumprimento dos compromissos pelas partes envolvidas.

Gharibabadi acrescentou que Teerã responderá em caso de violações do acordo. As informações são da Reuters.

Histórico

O presidente americano Donald Trump já havia dito que a assinatura do acordo de paz estava marcada para este domingo, em uma postagem na rede social Truth Social neste sábado (13).

Segundo o americano, o Estreito de Ormuz será aberto imediatamente após a assinatura.

A cerimônia oficial de assinatura do acordo de paz e do memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irã está marcada para esta sexta-feira, 19 de junho de 2026, em Genebra, na Suíça.

O tratado foi intermediado pelo Paquistão e, segundo os governos envolvidos, prevê o fim imediato e permanente das operações militares (incluindo no Líbano) e a abertura imediata do Estreito de Ormuz.

domingo, 14 de junho de 2026

PESQUISA QUAEST: 35% ACREDITAM NO HEXA DA SELEÇÃO BRASILEIRA E VEJA O GOL DO BRASIL DE VINICIOS JUNIOR.

Vinicius Junior e Bruno Guimarães (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)

Pesquisa Quaest mostra alta no otimismo com a seleção brasileira, mas maioria ainda duvida do título na Copa do Mundo de 2026.

Segundo pesquisa nacional da Quaest divulgada nesta quinta-feira (11), 35% dos brasileiros acreditam no hexacampeonato da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, enquanto 56% dizem não acreditar no título e 9% não souberam ou não responderam. O levantamento, realizado entre 5 e 8 de junho de 2026, ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em entrevistas presenciais, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. .

Os dados da Quaest indicam avanço do otimismo em relação à seleção. Em abril de 2026, 25% diziam acreditar no hexa, contra 68% que não acreditavam. Em junho, o percentual dos que apostam no título subiu dez pontos, enquanto a descrença caiu para 56%. Ainda assim, a maioria dos entrevistados mantém avaliação cautelosa sobre as chances do Brasil.

O Nordeste aparece como a região mais confiante no título brasileiro: 41% acreditam que a seleção será campeã, contra 49% que não acreditam. No Centro-Oeste/Norte, 40% apostam no hexa, também diante de 49% que rejeitam essa possibilidade. No Sudeste, 32% acreditam no título, enquanto 60% dizem não acreditar. O Sul registra o menor índice de confiança, com 26% de respostas positivas e 64% negativas.

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Quando a pergunta é até qual fase o Brasil deve chegar, 35% afirmam que a seleção será campeã. Outros 23% projetam uma eliminação nas quartas de final, 10% acreditam que o time cairá nos primeiros mata-matas, 8% veem o Brasil chegando à semifinal, 7% apontam eliminação ainda na fase de grupos e 3% apostam no vice-campeonato. A parcela dos que não souberam ou não responderam é de 14%.

O otimismo é maior entre os jovens. Na faixa de 16 a 34 anos, 44% dizem acreditar que o Brasil será campeão. Entre pessoas de 35 a 59 anos, esse percentual cai para 31%, enquanto entre os entrevistados com 60 anos ou mais fica em 32%. Por sexo, 38% das mulheres apontam título brasileiro, ante 32% dos homens.

A pesquisa também mostra aprovação majoritária ao trabalho de Carlo Ancelotti na seleção. Segundo a Quaest, 58% aprovam o desempenho do treinador, 14% desaprovam e 28% não souberam ou não responderam. Em abril, a aprovação era de 41%, enquanto a desaprovação estava em 29%.

Outro ponto medido foi a convocação de Neymar. De acordo com o levantamento, 53% aprovam a presença do jogador na seleção brasileira para a próxima Copa, enquanto 38% desaprovam e 9% não souberam ou não responderam. O dado mostra crescimento da aprovação em relação à medição anterior, quando 47% aprovavam e 45% desaprovavam a convocação.

(CLIQUE AQUI)e veja o gol de vini JR.

Em entrevista coletiva na sexta-feira, o atacante colocou a Seleção como favorita a conquistar a Copa do Mundo.

— A gente chega para ser campeão. Estamos no nível das grandes seleções, das grandes equipes. Temos grandes jogadores. Estamos evoluindo nos últimos meses. Na Copa, zera tudo. Não importa quem chegou na última final, quem ganhou a Copa América, o que importa é o que vai acontecer a partir de amanhã (sábado). Estamos aqui para mudar a história e fazer uma excelente competição - afirmou o atleta.

sábado, 13 de junho de 2026

PESQUISA: LULA CRESCE, FLÁVIO DESPENCA COM ESCÂNDALO MASTER E DIREITA SEGUE SEM ALTERNATIVA, APONTA DIRETOR DA QUAEST. ASSISTA AO VÍDEO.

Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Lula (Foto: Ricardo Stuckert / PR I Agência Senado I Brasil 247 I Dirceu Aurélio / Imprensa MG )

Levantamento aponta avanço de Lula, desgaste de Flávio Bolsonaro e fragmentação entre candidatos da direita e centro-direita.

A pesquisa Quaest divulgada dia 10.06.2026, revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem na corrida presidencial de 2026, enquanto a direita continua sem conseguir consolidar uma alternativa competitiva ao bolsonarismo. Os números mostram que, apesar do desgaste enfrentado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), nenhum outro nome do campo conservador conseguiu transformar esse enfraquecimento em crescimento eleitoral consistente. As informações são do G1

De acordo com o levantamento, Lula lidera a disputa de primeiro turno com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 29%, abrindo uma diferença de dez pontos percentuais.

Lula amplia vantagem na corrida presidencial

A pesquisa indica que o cenário eleitoral permanece marcado pela polarização entre lulismo e bolsonarismo. Mesmo com a perda de fôlego de Flávio Bolsonaro, os demais nomes da direita e da centro-direita seguem distantes dos dois principais concorrentes.

Somados, os candidatos que tentam ocupar o espaço de uma terceira via dentro do campo conservador alcançam apenas 12% das intenções de voto. O resultado evidencia a dificuldade de construção de uma candidatura capaz de romper a atual polarização.

Entre os nomes avaliados, Renan Santos (Missão) aparece com 3% das intenções de voto, empatado numericamente com o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD).o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o deputado federal Aécio Neves (PSDB), testado pela primeira vez pela Quaest, registram 2% cada. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, todos estão tecnicamente empatados.

Escândalos e economia influenciam cenário

A pesquisa de junho foi realizada após a divulgação de mensagens nas quais Flávio Bolsonaro solicita recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme "Dark Horse", produção sobre Jair Bolsonaro (PL).

Segundo Felipe Nunes, diretor da Quaest, três fatores ajudam a explicar a ampliação da vantagem de Lula. Entre eles estão a repercussão negativa da atuação de Flávio no episódio envolvendo o Banco Master, os efeitos políticos decorrentes de medidas anunciadas pelos Estados Unidos após encontro do senador com Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, e a melhora da avaliação do governo federal.

De acordo com o diretor da Quaest, medidas econômicas como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda e o programa Desenrola contribuíram para fortalecer a percepção positiva do governo entre os eleitores.

Flávio Bolsonaro lidera oposição, mas enfrenta limites

Apesar das dificuldades recentes, Flávio Bolsonaro continua sendo o principal nome da oposição nacional, segundo a pesquisa. "Flávio está tendo, sim, dificuldade de fazer isso. A pesquisa mostra que ele continua sendo o principal nome da direita, mas não conseguiu transformar isso em hegemonia dentro do campo oposicionista", afirmou Felipe Nunes.

O diretor da Quaest avalia que o sobrenome Bolsonaro garante ao senador uma base eleitoral sólida, mas também impõe limites à sua capacidade de expansão. "O primeiro desses motivos é que ele carrega o sobrenome Bolsonaro, o que dá para ele um piso, mas também impõe para ele um teto. O segundo é que os demais nomes da direita ainda não têm força nacional suficiente nem conhecimento para substituí-lo", disse.

Para Nunes, a direita enfrenta atualmente uma contradição estratégica. "O que a pesquisa evidencia é que a direita hoje vive um paradoxo. Flávio está enfraquecido para unificar, mas os outros são fracos demais para ocupar esse espaço", resumiu.

Independentes migram para Lula

Os dados por segmento do eleitorado reforçam esse diagnóstico. Entre os bolsonaristas, Flávio concentra 94% das intenções de voto, herdando praticamente sozinho o capital político associado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Já entre os eleitores de direita que não se identificam com o bolsonarismo, a distribuição é mais fragmentada. Flávio lidera com 59%, enquanto Renan Santos registra 11%, superando numericamente Lula, com 10%, e Caiado, com 6%. "O bolsonarismo continua firme com Flávio, mas a direita não bolsonarista aparece bem menos adepta a ele no primeiro turno", observou Felipe Nunes.

Entre os eleitores independentes, considerados decisivos em uma eventual eleição presidencial, Lula aparece com 28% das intenções de voto, contra 14% de Flávio Bolsonaro. Caiado registra 6%, enquanto Aécio Neves alcança 4%.

Em uma simulação de segundo turno, Lula vence Flávio entre os independentes por 37% a 24%. Além disso, 30% dos entrevistados afirmam que não votariam em nenhum dos dois candidatos. Segundo Felipe Nunes, a principal mudança observada pela pesquisa ocorreu justamente nesse grupo. "A mudança mais expressiva aconteceu nos independentes, que trocaram Flávio por Lula", concluiu.

(CLIQUE AQUI), e assista ao vídeo:


quinta-feira, 11 de junho de 2026

CCJ DA CÂMARA APROVA MAIOR IDADE PENAL E AGORA O QUE VAI ACONTECER. ASSISTA AO VÍDEO.

Entenda os próximos passos do projeto para reduzir a maioridade penal. Após aval de comissão, proposta segue para análise especial.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), a Proposta de Emenda à Constituição que propõe a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Foram registrados 44 votos favoráveis e 18 contrários à matéria.Descrição: https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692936&o=nodeDescrição: https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692936&o=node

No entanto, a medida ainda passará por um longo processo, até que possa de fato se tornar lei. O projeto não segue de forma imediata para votação em plenário da Casa. 

O próximo passo é a criação de uma Comissão Especial temporária por ato da Mesa Diretora da Câmara, que analisará o mérito da proposta. Nessa comissão, os parlamentares poderão realizar audiências públicas, sugerir modificações adicionais ao texto e votar o relatório final.

Caso seja aprovado pela Comissão Especial, o texto será encaminhado para deliberação no Plenário da Câmara dos Deputados. Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição, a aprovação exige o apoio mínimo de três quintos dos deputados (308 dos 513 parlamentares), em dois turnos de votação. Se aprovada nessas etapas, a matéria segue para o Senado Federal, onde passará por rito semelhante.

Histórico

Apresentada originalmente em maio de 2015 pelo então deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE) e outros parlamentares, a PEC 32/2015 visava estabelecer a "plena maioridade civil e penal aos 16 anos de idade". Desde a sua apresentação, a proposta permaneceu sob análise na CCJ para a verificação de sua constitucionalidade.

A PEC teve, pelo menos, três relatores diferentes nestes 11 anos e chegou a ser arquivada pela mesa diretora em 2019. O debate do texto foi intensificado nos últimos meses. No final de maio, o relator atual da proposta na comissão, deputado Coronel Assis (PL-MT), concluiu a leitura de seu parecer favorável à admissibilidade jurídica da matéria. A votação final na CCJ ocorreu após a rejeição de requerimentos de adiamento apresentados por parlamentares da oposição.

Mudanças no texto

Embora o projeto original propusesse uma maioridade plena (civil e penal), o relator apresentou um substitutivo que preserva as regras cíveis atuais.

Com isso, os direitos políticos e a maioridade civil dos jovens não são afetados. O alistamento eleitoral e o exercício do voto continuam facultativos aos 16 anos e obrigatórios somente a partir dos 18 anos de idade.

Durante a tramitação na CCJ, deputados favoráveis ao projeto argumentaram que a medida atende a demandas sociais por segurança pública e responsabilização penal. Por outro lado, parlamentares contrários sustentaram que a redução da maioridade penal viola direitos fundamentais previstos na Constituição e defenderam o foco em políticas públicas educacionais.

(CLIQUE AQUI) e assista ao vídeo:


terça-feira, 9 de junho de 2026

MARANHÃO ELEIÇÕES 2026: ANDRÉ FUFUCA E WEVERTON ROCHA DEVEM FECHAR A CHAPA GOVERNISTA PARA O SENADO.

A definição das duas candidaturas ao Senado pelo grupo político do governador Carlos Brandão deve ocorrer em breve, com tendência de composição formada por Weverton Rocha e André Fufuca. A articulação busca encerrar especulações sobre a formação da chapa governista e fortalecer a pré-candidatura de Orleans Brandão ao governo estadual.

Nos bastidores, rumores sobre uma possível aproximação de Fufuca com Eduardo Braide foram negados. O deputado federal Pedro Lucas Fernandes deve disputar a reeleição para a Câmara e permanecer alinhado ao projeto governista. Já Roseana Sarney, que chegou a ser cogitada para o Senado, tende a buscar a reeleição para a Câmara dos Deputados.

Edição: André Gomes

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#Política #Maranhão #Senado Eleições2026


MUNDO: PREÇOS DO PETRÓLEO CAEM APÓS ANÚNCIO DO ACORDO DE PAZ ENTRE “IRÔ E “EUA”

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