quarta-feira, 26 de agosto de 2026

ELEIÇÕES 2026: O ADESIVO DE CAMPANHA ELEITORAL NO CARRO PODE AFETAR COBERTURA DO SEGURO; ASSISTA AO VÍDEO.

IMAGEM ILUSTRATIVA

Colocar adesivo eleitoral simples em carros particulares não cancela o seguro automaticamente, mas usar o veículo em atividades de campanha (como carreatas ou transporte de equipes) pode alterar o perfil de risco e afetar a indenização em caso de sinistro. O alerta é da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) e da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Entidades do setor alertam que adesivos de grandes proporções podem alterar as condições previstas no contrato e aumentar o risco de vandalismo

Com a proximidade do início oficial da campanha eleitoral, o setor de seguros faz um alerta para os motoristas que pretendem colocar propaganda de candidatos em seus veículos. Segundo a CNseg e a FenSeg, duas das principais entidades do setor, adesivos de campanha eleitoral de grandes proporções podem afetar a cobertura do seguro do veículo em caso de sinistro.

De acordo com as federações, esse tipo de propaganda pode alterar as condições consideradas na contratação do seguro.

As entidades também alertam que a exposição de propaganda política pode aumentar o risco de vandalismo. E, segundo as instituições, vandalismo não é coberto pelo seguro do carro.

Dessa forma, caso o veículo seja danificado durante um ato ou uma manifestação política, por exemplo, o prejuízo pode não estar coberto pelo seguro, conforme as condições previstas no contrato.

Ainda segundo as entidades, adesivos de pequenas proporções são tolerados e não comprometem a cobertura do seguro.

Já os motoristas que pretendem instalar adesivos maiores devem consultar o corretor de seguros antes de fazer a alteração.

Nesses casos, pode ser necessário realizar um endosso, procedimento que atualiza as condições do contrato para incluir a utilização do veículo com propaganda eleitoral durante o período de campanha.

A alteração das condições do contrato, no entanto, pode resultar em um aumento no valor do seguro.

QUANDO O SEGURO PODE SER AFETADO?

· Atividades de campanha: Participar de carreatas, comícios ou transportar materiais e equipes de candidatos muda a finalidade declarada do veículo (de particular para uso comercial/eleitoral).

· Agravamento de risco: Adesivos de grandes proporções, envelopamento total ou plotagens alteram a exposição do automóvel.

· Vandalismo: Atos de vandalismo ou danos causados em tumultos durante manifestações políticas geralmente não possuem cobertura nas apólices tradicionais.

O QUE É PERMITIDO E O QUE FAZER?

· Adesivos pequenos: Adesivos simples de pequenas proporções em carros de passeio são tolerados e não comprometem a apólice.

·  Comunicação prévia: Se o veículo for adesivado em grande escala ou usado ativamente em atividades políticas, o motorista deve avisar o corretor de seguros para atualizar a apólice e evitar recusas de indenização em caso de sinistro.

RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES

·  Avise a seguradora: Se for usar o carro em ações políticas, consulte o seu corretor com antecedência para atualizar a apólice.

· Respeite as regras de trânsito: Os adesivos comuns não podem exceder 0,5 m² fora do vidro traseiro, enquanto o modelo microperfurado é permitido em toda a extensão do para-brisa de trás.

ASSISTA AO VÍDEO:


domingo, 23 de agosto de 2026

ELEIÇÕES 2026: 1º DEBATE DE CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA ACONTECE HOJE DIA 23.08.2026; LULA E FLÁVIO NÃO PARTICIPAM. VEJA ONDE ASSISTIR.

Candidatos convidados para o debate presidencial. Foto: Divulgação/Band

Lula e Flávio Bolsonaro devem ser ausências. Encontro será realizado na sede do Grupo Bandeirantes de Comunicação, em São Paulo, hoje dia 23.08.2026, a partir das 20 horas.

O primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República acontece na noite deste domingo dia 23/08/2026, às 20h, na TV Bandeirantes. Tradicionalmente, a emissora é a primeira a promover um confronto entre os candidatos.

Interlocutores da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição confirmam que o candidato não irá ao primeiro debate eleitoral, promovido pela Band neste domingo (23).

QUEM PARTICIPA DO DEBATE


A Band convidou seis dos 13 candidatos à Presidência para o debate deste domingo (23): Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).

Lula e Flávio, no entanto, não devem participar do encontro.

De acordo com a Folha de S.Paulo, a campanha do presidente Lula indicou que ele não deve comparecer ao debate, alegando falta de igualdade de condições para se defender dos ataques dos adversários.

Já Flávio Bolsonaro (PL), seu principal adversário na disputa na disputa, condicionou sua participação à presença do petista.

 

 

SEM LULA E FLÁVIO, QUATRO CANDIDATOS DEVEM ESTAR NO PALCO.

 

Com os resultados das pesquisas nacionais divulgadas até segunda-feira (17/8), a estimativa de intenção de voto no petista no primeiro turno está em torno de 40%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 34%.

Caiado e Renan Santos têm 4% cada, enquanto Zema tem 3% e Cury aparece com 1%.

COMO SERÁ O DEBATE

O regulamento da Band estabelece confrontos diretos entre os postulantes ao Palácio do Planalto, com perguntas e respostas sem mediação em blocos específicos, além de questionamentos formulados por jornalistas do Grupo Bandeirantes.

A ordem nos púlpitos do estúdio foi sorteada no início da semana e terá Renan Santos na primeira bancada à esquerda, seguido pelo presidente Lula e pelo senador Flávio Bolsonaro.

Na sequência do palco, posicionam-se Ronaldo Caiado, Augusto Cury e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, completando a bancada. A posição deles foi decidida por meio de sorteio.

Caso Lula e Flávio faltem, o lugar deles ficará vazio.

PARA QUEM O DEBATE É IMPORTANTE

A provável ausência de Lula e Flávio reduz o peso do debate na disputa entre os dois líderes das pesquisas, mas pode torná-lo especialmente relevante para os demais candidatos.

Para nomes como Caiado, Renan Santos, Zema e Augusto Cury, o encontro representa uma oportunidade de apresentar propostas e tornar suas candidaturas mais conhecidas.

O debate também pode ser importante para eleitores que ainda não se identificam com nenhum dos dois principais candidatos.

O debate ganha ainda mais importância para quem tem pouco ou nenhum tempo na propaganda eleitoral gratuita na rádio e na TV.

O horário eleitoral começa em 28 de agosto, mas Cury terá apenas 35 segundos, enquanto Zema, Renan não terão tempo na propaganda em rede nacional, por não atenderem aos critérios de representação partidária.

Além de apresentar propostas, os candidatos ainda poderão usar o debate para criar momentos para serem explorados posteriormente nas redes sociais. Em uma disputa pela atenção do eleitor, a repercussão posterior do debate pode ser tão importante quanto a audiência durante a transmissão.

QUAIS OS PRINCIPAIS TEMAS EM JOGO

segurança pública deve estar entre os principais temas do debate. Há meses, a violência aparece como a principal preocupação dos eleitores nas pesquisas Genial/Quaest. No último levantamento, realizado em agosto, o tema foi citado por 33% dos entrevistados.

Além disso, a segurança é considerada o 'calcanhar de Aquiles' do atual governo, sendo o setor com pior avaliação na gestão.

Diante desse cenário, adversários do presidente têm criticado sua política de segurança e apresentado propostas de maior rigor no combate ao crime, incluindo o enfrentamento às facções e o endurecimento das penas.

Lula, por sua vez, tem dado destaque à segurança em sua campanha: em seu primeiro discurso, citou a PEC da Segurança — uma de suas apostas na área, mas que ainda não foi aprovada pelo Congresso — e prometeu combate ao crime organizado.

A economia também deve ocupar espaço importante no debate, especialmente em temas que afetam diretamente o bolso dos eleitores, como inflação e impostos.

Apesar dos bons indicadores econômicos — como a taxa de desemprego em níveis historicamente baixos e a redução da pobreza — existe uma percepção negativa entre os eleitores, sobretudo em relação ao custo de vida.

Na pesquisa Genial/Quaest de junho, 44% das pessoas entrevistadas disseram que a economia piorou nos últimos 12 meses.

Ao mesmo tempo, contas públicas, gastos e dívida devem criar uma divisão clara entre os candidatos. O tema foi abordado por Flávio Bolsonaro em seu discurso de lançamento de campanha, quando ele prometeu "tirar o Brasil do vermelho" e fazer um "tesouraço" nas contas públicas.

Outro assunto que pode aparecer no debate é a relação entre Brasil e Estados Unidos, que se deteriorou nos últimos meses e ganhou novos capítulos com as tarifas impostas por Donald Trump e, mais recentemente, a revogação do visto da embaixadora brasileira nos EUA.

O QUE OBSERVAR NA FALA DOS CANDIDATOS

Ter ou não Lula e Flávio no debate muda a dinâmica e a estratégia dos demais candidatos no palco.

Especialistas ouvidos pela BBC avaliam que, com os dois principais nomes no palco, a tendência é que boa parte dos ataques se concentre neles. Sem os dois, os demais candidatos ganham espaço para se apresentar ao eleitor, disputar protagonismo e buscar momentos de destaque.

Também é provável que eles explorem a ausência de Lula e Flávio e façam críticas aos adversários.

Será importante observar:

  • Quem será o principal alvo dos ataques?
  • Os candidatos vão priorizar propostas ou adversários?
  • Quem tentará se apresentar como alternativa à polarização? E com que argumentos?
  • Como responderão a perguntas sobre seus próprios pontos fracos?

Outro ponto a ser analisado é como eles farão uso do debate nas redes sociais. Especialistas avaliam que a busca por cortes e viralização pode favorecer momentos de confronto em detrimento da discussão de propostas. Isso será especialmente relevante para candidatos como Renan e Zema, que têm demonstrado domínio das redes e podem usar o debate para ampliar sua exposição.

DEBATE PRESIDENCIAL HOJE (23): VEJA ONDE ASSISTIR AO VIVO NA INTERNET

Primeiro confronto entre os presidenciáveis das Eleições 2026 tem transmissão simultânea por Band, TV Cultura, TV Gazeta e Jovem Pan, além de cobertura digital pelo YouTube.

O primeiro debate presidencial das Eleições 2026 acontece hoje, domingo (23), às 20h, com transmissão simultânea pela Band, TV Cultura, TV Gazeta e Jovem Pan. O confronto também pode ser acompanhado pela internet, com cobertura ao vivo pelo YouTube e pelas plataformas digitais oficiais da Band.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

BACABAL-MA: PREFEITO ROBERTO COSTA A PRIORIDADE É A CONSTRUÇÃO DE CRECHES. ASSISTA AO VÍDEO.

O prefeito de Bacabal Roberto Costa assina a autorização para o início imediato da construção de cinco creches, que vão garantir atendimento a 1.500 crianças de 0 a 5 anos.
As unidades serão construídas nas regiões dos bairros Terra do Sol, Novo Bacabal, Centro, Cohab e Bairro D’Areia.
A última creche construída em Bacabal foi há mais de 10 anos. Estamos mudando essa realidade e ampliando o acesso à educação infantil.
É assim que seguimos: trabalhando para garantir direitos e cuidar, principalmente, de quem mais precisa.

ASSISTA AO VÍDEO:

#bacabal #robertocosta novascreches


Da. ASCOM: Prefeitura Municipal de Bacabal

Wanderson Ricardo Assessor de Comunicação.


ELEIÇÕES 2026: COMBATE A FACÇÕES, FERROVIAS E MAIS VEJA OS TEMAS EM COMUM NAS PROPOSTA DOS PRESIDENCIVEIS.

Os planos de governo dos principais presidenciáveis para as eleições de 2026. Apesar da forte polarização na, Eleição Presidencial de 2026 os planos de governo dos principais candidatos apresentam pontos de convergência em áreas estratégicas como infraestrutura logística, combate financeiro ao crime organizado, saúde, educação e saneamento básico.

Prontuário Eletrônico no SUS e Saneamento

· Saúde: Todos os principais candidatos apoiam a criação de um prontuário eletrônico unificado no Sistema Único de Saúde (SUS) para integrar o histórico de atendimento dos pacientes em todo o país.

·     Saneamento Básico: É a área com maior nível de consenso programático, com foco na universalização dos serviços de água e esgoto por meio de parcerias e continuidade de metas regulatórias.

Concessões de Ferrovias e Logística

·  Infraestrutura: Há forte convergência na priorização do modal ferroviário para reduzir a dependência do transporte rodoviário no escoamento de cargas.

· Projetos: Os planos mencionam a intensificação de concessões (como no modelo do Novo PAC ou por meio de ampliação de investimentos privados) e o foco em grandes malhas logísticas estruturantes, a exemplo da Ferrogrão e da Transnordestina. []

Educação em Tempo Integral

·       Ensino: A ampliação e a consolidação das escolas em tempo integral aparecem de forma transversal nas diretrizes educacionais dos candidatos mais bem colocados.

Combate a Facções e Asfixia Financeira

· Segurança Pública: Embora haja divergências sobre o grau de endurecimento penal ou o uso de forças federais, existe um eixo comum voltado à asfixia financeira e ao desmantelamento das rotas econômicas das facções criminosas.

Veja quais são os temas:

·         Expansão do ensino em tempo integral

·         Prontuário eletrônico no SUS

·         Expandir a malha ferroviária

·         Universalização do saneamento básico

·         Combate as facções criminosas

Expansão do ensino em tempo integral

Dados do Censo Escolar divulgados neste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) indicam que o Brasil tem 26% de matrículas em tempo integral na educação básica. A divisão por etapa de ensino é de 36% na educação infantil, de 21% a 24% no ensino fundamental (entre os anos iniciais e os finais) e de 27% no ensino médio.

Estudantes durante aula em escola da rede municipal de Taubaté (SP) — Foto: Reprodução/TV Vanguarda

Veja as propostas dos candidatos:

Lula: define como "absoluta prioridade" em um eventual novo mandato a expansão da educação em tempo integral. Cita apoio a municípios com o Novo PAC como ação feita no atual governo e "a expectativa é que a ampliação dessa modalidade se acelere".

Flávio Bolsonaro: plano de governo diz apoiar a escola em tempo integral para as crianças terem "mais tempo de aprendizado, reforço e atividades formativas". Também cita creche em tempo integral. Promete, ainda, manter escolas abertas nas férias para oferecer "esporte, arte, música e literatura" aos alunos "em vez de deixar a criança ociosa".

Ronaldo Caiado: promete priorizar a escola de tempo integral com "esporte, cultura, projeto de vida, ciência e apoio aos estudantes, não mera permanência física". Ampliação de vagas será priorizada na educação infantil, anos finais e ensino médio "em territórios vulneráveis".

Renan Santos: proposta defende seguir "o melhor exemplo de elevação da educação básica" ao tratar do Ceará, que possui quase 90% das escolas públicas com ensino em tempo integral. Será criado um grupo de trabalho para implementar o exemplo ao nível nacional, conforme o documento.

Augusto Cury: define em seu programa de governo que "não existe nação desenvolvida sem educação de excelência em tempo integral". Seu projeto prevê um "clube de desenvolvimento humano" nestas escolas com espaço para debates, teatro, música, esportes, eventos culturais, ambientes de convivência e interação e "práticas de elogio mútuo".

Romeu Zema: ex-governador de Minas Gerais defende ampliar a oferta de ensino integral com financiamento e parcerias com organizações privadas, "condicionadas a critérios de qualidade e resultados educacionais".

Prontuário eletrônico no SUS

A expansão online dos sistemas do Sistema Único de Saúde (SUS) ocorreu ao longo dos últimos anos: o prontuário eletrônico existe desde 2016 entre os pacientes da atenção básica; em 2025, surgiu o Prontuário Único do Paciente. Os médicos do SUS têm acesso aos prontuários e históricos de forma online, enquanto o paciente pode acessar pelo aplicativo Meu SUS. No entanto, os candidatos reforçam fazer a integração entre sistemas e ampliar o acesso da população -- e da rede privada.

Ferrovia Transnordestina, em Pernambuco, uma das citadas pelos presidenciáveis — Foto: Reprodução/TV Globo

Veja as propostas dos candidatos:

Lula: cita o Novo PAC para, entre outras ações, intensificar as concessões de ferrovias, tanto projetos novos quanto de contratos que já existem. Não cita exemplos de quais projetos são prioritários neste tema.

Flávio Bolsonaro: plano de governo promete investir R$ 900 bilhões em quatro anos no setor de logística e transporte, com as ferrovias dentro do projeto. Cita, entre outros, especificamente a Ferrogrão (entre Pará e Mato Grosso) e a Transnordestina (entre Piauí e Ceará).

Ronaldo Caiado: candidato cita "organizar ferrovias" e priorizar obras estruturantes como a Ferrogrão, Transnordestina, Ferrovia Norte-Sul, a Fiol (leste-oeste, da Bahia até Goiás), entre outras. Projeto prevê concessões para a iniciativa privada.

Renan Santos: projeta a expansão da malha ferroviária com "mobilização do capital privado" com concessões e um novo regime de autorização ferroviária (que não é detalhado). Meta mínima de aumentar em 10 mil km a malha ferroviária ao finalizar Ferrogrão, Fiol e Ferrovia Transoceânica, que começa na Bahia e cruza até o Peru, ligando os oceanos Atlântico e Pacífico.

Augusto Cury: proposta para modernização da logística nacional inclui as ferrovias como parte da "espinha dorsal da economia brasileira". Candidato propõe criar cinco corredores estratégicos de exportação no Ceará, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Romeu Zema: programa de governo defende ampliar e modernizar a malha ferroviária e cita Ferrogrão, Fiol e novas concessões entre as prioridades para "reduzir os custos do transporte". Cita, também, a integração com os portos e rodovias para escoar a produção.

Obra de expansão do acesso a saneamento no Ceará — Foto: Divulgação

Ampliar a oferta de saneamento básico

Tema com maior convergência entre a maior parte dos candidatos. País tem hoje 321 dos 5.571 municípios (6%) dentro da meta de universalização do acesso ao esgoto, enquanto 3.774 cidades (68%) definiram metas para o esgotamento sanitário, conforme dados da Associação Brasileira das Empresas de Saneamento (Abcon). O país registrou recorde de investimentos no setor desde a criação do Marco Legal do Saneamento, em 2018. Meta é universalizar o acesso até 2033.

Combate as facções criminosas

Enquanto o saneamento é o tema com mais convergência, o combate às facções criminosas é o que tem menos. A presença dos grupos criminosos atingiu 70 milhões de brasileiros, segundo pesquisa do Instituto Datafolha. Na Amazônia Legal, quase metade dos municípios tem a presença de facções criminosas, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os presidenciáveis concordam que é necessário enfrentar o crime organizado, mas apresentam abordagens que variam entre si.

Veja as propostas dos candidatos:

Lula: cita a Lei Antifacção, sancionada em 2026, como ação do atual governo e defende manter a "estratégia de asfixia financeira do crime organizado" com ações articuladas no combate às facções. Promete liderar "procedimentos jurídicos mais ágeis" para punir criminosos e criar medidas rígidas para "barrar candidaturas de indivíduos ligados ao crime organizado".

Flávio Bolsonaro: promete declarar facções criminosas e milícias como organizações narcoterroristas, combater com "força, inteligência e integração" e bloquear ativos para desarticular a lavagem de dinheiro "que sustenta as facções". Fala que as forças de segurança vão abater "bandido armado com fuzil".

Ronaldo Caiado: candidato defende criar lei para classificar as facções e milícias como "terroristas domésticos" e usar as Forças Armadas no combate aos grupos. Pretende criar um conselho para combater o terrorismo doméstico com participação dos estados e um sistema integrado para facilitar "o asfixiamento financeiro" do crime.

Renan Santos: propõe declarar "uma grande guerra ao crime" com o Direito Penal do Inimigo (DPI), uma série de decretos de Estados de Defesa em áreas dominadas pelas facções. Promete retirar os direitos políticos, civis e restringir a liberdade de associados às facções; banir o uso de símbolos dos grupos; a dissolução de entidades infiltradas pelo crime; e a "inversão do ônus da prova" no confisco de bens — ou seja, presumir que é ilícito até comprovação contrária.

Augusto Cury: considera as organizações criminosas "uma das maiores ameaças do Estado brasileiro" e defende implementar de forma "efetiva" o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) para combatê-las. Fala em compartilhar inteligência e recursos da União com Estados e Municípios para atuar "não apenas no confronto físico, mas no corte das vias financeiras que sustentam as facções".

Romeu Zema: defende enquadrar como terroristas as facções criminosas, usar Força Nacional e Forças Armadas no combate aos grupos, isolar membros das facções e "secar a fonte de dinheiro que mantém as facções vivas" com ampliação da fiscalização sobre empresas usadas para lavagem de dinheiro.

Fonte: G1

ELEIÇÕES 2026: O ADESIVO DE CAMPANHA ELEITORAL NO CARRO PODE AFETAR COBERTURA DO SEGURO; ASSISTA AO VÍDEO.

IMAGEM ILUSTRATIVA Colocar adesivo eleitoral simples em carros particulares não cancela o seguro automaticamente, mas  usar o veículo em a...