quinta-feira, 15 de outubro de 2026

ESCALA 6X1: GRANDE VITÓRIA DOS TRABALHADORES: SENADO APROVA PEC DO FIM DA ESCALA 6X1. ASSISTA AO VÍDEO.

Regra que traz mais equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é resultado de articulação do movimento sindical e do governo Lula no Congresso; Transição da jornada de 44h para 40h semanais começará em 60 dias após promulgação.

O Senado aprovou, com maioria esmagadora e em dois turnos, nesta quarta-feira (14), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que substitui a escala de trabalho 6x1 pela escala 5x2. Com a confirmação do texto, que já havia sido aprovado em maio na Câmara dos Deputados, a jornada no Brasil passa de 44h para 40h semanais, sem redução salarial, com garantia de dois dias semanais de descanso remunerados.

"Mais justiça social e mais felicidade para o nosso povo", declarou o senador Paulo Paim (PT-RS), durante o seu voto. "O trabalho está mudando, a economia está mudando, a sociedade está mudando e nós temos a responsabilidade de refletir sobre essas transformações e garantir que o progresso tecnológico esteja à serviço das pessoas. O desenvolvimento só tem sentido quando melhora a vida das pessoas", destacou emocionado o parlamentar que, durante anos, lutou pelo fim da escala 6x1.
O texto da PEC 221 contém um período de transição entre as duas escalas. A partir de 60 dias da promulgação da emenda (o que deverá ocorrer nos próximos dias, em sessão especial conjunta das casas do Legislativo), a jornada cairá de 44 horas para 42 horas semanais. Nos 12 meses seguintes, a carga passará para o limite definitivo de 40 horas semanais.

Vitória histórica dos movimentos sindicais cutistas e o papel do governo Lula

A presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Juvandia Moreira, destaca que o fim da escala 6x1 é uma pauta defendida pelos trabalhadores desde 1985, a partir da Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição de 1988.
"A CUT nasceu desta luta pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Esse resultado hoje, no Senado, portanto, consolida uma vitória de anos de batalha para devolver ao trabalhador mais tempo com a família, tempo de descanso, tempo de lazer. Significa uma evolução social pela dignidade, com impactos que serão positivos para todo o país, com maior equilíbrio entre vida e trabalho, e menos afastamentos por esgotamento físico e mental relacionados à sobrecarga no serviço", comemora.
A dirigente lembra também que, nos anos 2000, a CUT lançou, em conjunto com outras entidades sindicais, a Campanha Nacional pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário. Mais recentemente, em 2024, o tema voltou a ganhar força nas redes sociais, obrigando o Congresso Nacional a reencaminhar os projetos do fim da escala 6x1, como a PEC 148/2015, de autoria de Paulo Paim (PT-RS), e a PEC nº 221/2019, de Reginaldo Lopes (PT-MG), a qual foi apensada a PEC nº 08/25, da deputada Érika Hilton (PSOL-SP). 
Em abril de 2026, o governo Lula enviou ao Congresso Nacional uma proposta pelo fim da escala 6x1, provocando a aceleração das discussões sobre o tema no Legislativo, ganhando força a PEC 221/2019, que iniciou a tramitação na Câmara e seguiu para o Senado.
"Graças à mobilização do sindicato e demais movimentos sociais, gerando muita pressão popular, é que chegamos nesta grande vitória, tornando o dia de hoje histórico para todos os trabalhadores, mesmo os que já trabalham na escala 5x2", arremata Juvandia Moreira.

Liderança do PT no Senado impediu tentativa do PL de sabotar a PEC do fim da 6x1

Minutos antes do início da votação da PEC 221, a líder do PT na casa legislativa, Teresa Leitão (PT-PE), declarou à TV Senado que uma agenda especial para que os dois turnos de votação ocorressem ainda hoje seria apreciada, o que ocorreu logo após o 1º turno.
Com isso, as bases do governo conseguiram afastar a tentativa do partido do senador e candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, de sabotar a PEC do fim da escala 6x1, jogando a votação do 2º turno para depois das eleições presidenciais.
“Numa estratégia puramente eleitoreira, o PL liberou a bancada para que votasse em favor da PEC 221 no 1º turno, porém, com o plano de impedir o 2º turno antes das eleições presidenciais de 25 de outubro. Eles queriam ganhar mais tempo para acabar com a PEC, sabendo que, se tentassem derrubá-la hoje, o candidato deles perderia ainda mais votos”, explica o secretário de Relações Sindicais da Contraf-CUT e responsável pelo acompanhamento das pautas relacionadas aos trabalhadores no Congresso Nacional, Jeferson Meira, o Jefão. “Mas, graças a essa organização da liderança do PT junto ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, os dois turnos de apreciação da PEC 221 aconteceram hoje e, para não ficar óbvio para o povo a contradição nos discursos dos senadores da extrema-direita, quem votou em favor da proposta teve que confirmar o voto no mesmo dia”, completa o dirigente.

Flávio ameaça rever PEC do fim da escala 6x1

O perigo de retrocesso nesta grande conquista, no entanto, não está plenamente afastado. A coluna Painel, da Folha de S.Paulo, dessa terça-feira (13), revelou que, para aliados, Flávio afirmou que, se for eleito à presidência, irá rever a PEC do fim da escala 6x1.
"Não podemos esquecer que o coordenador geral de campanha do candidato do PL, o senador Rogério Marinho, tentou esvaziar a PEC 221. Sem sucesso, criou uma contraproposta, a PEC das Horas Trabalhadas (12/2026), assinada por Flávio e outras dezenas de senadores, para diminuir verbas rescisórias como férias, 13º salário, FGTS e acabar com as negociações coletivas (aplicando a negociação individual entre patrão e empregado)", alerta Juvandia Moreira.
A presidenta da Contraf-CUT completa que o plano de governo de Flávio Bolsonaro também propõe medidas que flexibilizam e destroem direitos trabalhistas. "Uma eventual eleição do candidato do PL significará não apenas ataques à PEC 221, aprovada hoje, como também a retirada de direitos já consolidados na CLT, com retrocessos trabalhistas sem precedentes. Estamos falando de trabalhador e patrão negociando diretamente, sem a segurança da intermediação sindical, escala 7x0, ganhos por hora trabalhada, salários reduzidos, fim de férias e do descanso semanal remunerado", conclui a dirigente.
Participaram da sessão desta quarta-feira (14) o total de 79 parlamentares, com 75 votantes em favor da PEC, em ambos os turnos. Para ser aprovada, eram necessários 49 apoios, o equivalente a três quintos dos 81 parlamentares que compõem a casa legislativa. *Por Lilian Milena, jornalista da Contraf-CUT.

(CLIQUE AQUI). Escala 6x1: veja a íntegra e o que muda com o projeto do governo


(CLIQUE AQUI). E assista ao vídeo fim da escala 6x1.

terça-feira, 13 de outubro de 2026

ELEIÇÕES 2026: LULA AVANÇA PARA 49% E EMPATA COM FLÁVIO BOLSONARO NO SEGUNDO TURNO, INDICA PODERDATA/AYA.

LULA E FLAVIO BOLSONARO / Crédito: Ricardo Stuckert/PR I Waldemir Barreto/Agência Senado.

Presidente reduz diferença de seis para dois pontos percentuais e esquenta a disputa presidencial a menos de duas semanas da votação.

O presidente Lula (PT) subiu dois pontos percentuais em cinco dias e alcançou 49% das intenções de voto em votos válidos para o segundo turno das eleições, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) oscilou dois pontos para baixo e registra 51%, aponta pesquisa do instituto PoderData/Aya divulgada nesta terça-feira (13). Com uma margem de erro de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos, os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados na corrida do segundo turno, segundo dados divulgados pelo portal Poder360.

A mudança no cenário eleitoral ocorre após o levantamento anterior, no qual a diferença entre os concorrentes era de seis pontos percentuais em favor do parlamentar do PL (53% a 47%). A pesquisa atual foi realizada entre os dias 10 e 12 de outubro e reflete o ritmo da campanha a menos de duas semanas da votação. No primeiro turno, Flávio obteve 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula, resultando em uma vantagem de 1,87 ponto percentual no pleito inicial.

A reação do presidente ocorre após movimentos de mobilização política e engajamento digital. Para reverter o quadro desfavorável deixado pela primeira etapa da eleição, a campanha de Lula acionou uma força de mobilização composta por novos parlamentares eleitos e apoio de artistas nas redes sociais. O movimento incluiu o fortalecimento de conteúdos nas plataformas digitais e manifestações nas ruas, como os atos ocorridos no domingo (11) e na segunda-feira (12) em São Paulo, na Avenida Paulista, focados na defesa da soberania nacional e da democracia.

Apesar da recuperação de Lula na intenção de votos válidos, os índices de rejeição permaneceram estáveis. A parcela do eleitorado que afirma não votar no atual presidente “de jeito nenhum” mantiveram-se em 46%. Por outro lado, a rejeição a Flávio Bolsonaro apresentou variação de um ponto percentual, passando de 43% para 44%.

Nos recortes demográficos e regionais, o presidente preserva vantagem expressiva no eleitorado feminino, registrando 53% da preferência contra 39% do senador do PL. Por sua vez, Flávio lidera no Centro-Oeste, onde alcança 55%, e na Região Sul, onde obtém 61%, além de manter a preferência entre eleitores que concluíram o ensino médio (52%).

A avaliação sobre o atual governo mantém-se majoritariamente crítica na amostragem geral. De acordo com o levantamento, 50% dos entrevistados desaprovam o desempenho de Lula à frente da Presidência da República, enquanto 44% aprovam e 6% não souberam responder. Os números de avaliação da administração federal espelham o mesmo resultado: 50% de desaprovação e 44% de aprovação.

O levantamento do PoderData/Aya entrevistou 3 mil pessoas por meio de ligações telefônicas fixas e móveis, abrangendo 686 municípios nas 27 unidades da Federação. A pesquisa possui intervalo de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01209/2026.

Brasil 247

domingo, 11 de outubro de 2026

12 DE OUTUBRO DIA DA CRIANÇA E DA PADROEIRA DO BRASIL NOSSO SENHORA APARECIDA. ASSISTA AO VÍDEO ESPECIAL DIA DAS CRIANÇAS.

 Foto: iStock

Dia das crianças é feriado nacional? Entenda a origem da data no Brasil. Celebrado em 12 de outubro, a data coincide com o Dia de Nossa Senhora Aparecida.

Nesta segunda-feira, dia 12 de outubro de 2026, os brasileiros e brasileiras comemoram o Dia das Crianças. Em todo o país, a data é reconhecida como um feriado nacional, porém, diferente do que se imagina, o feriado não possui ligação com o Dia das Crianças, e sim com o Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

O feriado nacional dedicado a Nossa Senhora foi oficializado em 30 junho de 1980, após aprovação do Congresso e sanção legislativa do então Presidente da República, João Figueiredo. A oficialização foi motivada pela crescente devoção à figura religiosa e pelo Papa Pio XI, que declarou a Mãe de Deus como padroeira do país no mesmo ano. O feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida foi oficializado em     30 de junho de 1980, através da Lei Federal nº 6.802, sancionada pelo então presidente João Figueiredo.

Já o Dia das Crianças surge no calendário brasileiro a partir do 1º Congresso Brasileiro de Proteção à Infância e do 3º Congresso Americano da Infância, realizados no Rio de Janeiro, em 1922. Após esses eventos, em 1924, o presidente Artur Bernardes decretou 12 de outubro como Festa da Criança, posteriormente chamada de Dia das Crianças. Além disso, ainda vale ressaltar que, no Brasil, as crianças eram celebradas informalmente no dia 02 de outubro, data em que a Igreja Católica celebra o Dia dos Anjos da Guarda.

Entretanto, foi a partir da década de 1950 que a data passou a ser popularmente comemorada e ganhou o caráter comercial que prevalece até os dias atuais. Ainda assim, o Dia das Crianças não é considerado um feriado nacional oficial, apenas coincide com a celebração de Nossa Senhora Aparecida.

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA APARECIDA

“Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida, Mãe de Deus, Rainha dos Anjos, Advogada dos pecadores, Refúgio e consolação dos aflitos e atribulados, Virgem Santíssima, cheia de poder e de bondade, lançai sobre nós um olhar favorável para que sejamos socorridos por vós em todas as necessidades em que nos acharmos.

Lembrai-vos, ó clementíssima Mãe Aparecida, que nunca se ouviu dizer, que algum daqueles que têm a vós recorrido, invocado vosso santíssimo nome e implorado a vossa singular proteção, fosse por vós abandonado. Animados com esta confiança, a vós recorremos, tomamos-vos para sempre por nossa Mãe, nossa protetora, consolação e guia, esperança e luz na hora da morte.

Livrai-nos de tudo o que possa ofender-vos e ao vosso Santíssimo Filho, Jesus. Preservai-nos de todos os perigos, da alma e do corpo , dirigi-nos em todos os assuntos espirituais e temporais, livrai-nos da tentação do demônio, para que, trilhando o caminho da virtude, possamos um dia ver-vos e amar-vos, na eterna glória, por todos os séculos dos séculos. Amém!"

ASSISTA AO VÍDEO ESPECIAL DIA DAS CRIANÇAS.

sábado, 10 de outubro de 2026

TESOURAÇO DE FLÁVIO BOLSONARO VAI CORTAR NA CARNE. CORTE DE 200 BILHÕES NO ORÇAMENTO? ASSISTA. AO VÍDEO.

Flávio Bolsonaro e seu "tesouraço" (Blog Edmilson Moura / Divulgação)

A equipe econômica do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro estuda uma proposta de ajuste fiscal que prevê a redução de despesas obrigatórias entre R$ 200 bilhões e R$ 250 bilhões por meio de uma "Super PEC". Enquanto a oposição critica o impacto potencial da medida em programas sociais e pisos constitucionais de saúde e educação, aliados negam cortes em benefícios vulneráveis e apontam a racionalização da máquina pública como foco da economia. Para mais detalhes sobre a proposta de ajuste fiscal, acesse InfoMoney

Tesouraço anunciado por Flávio Bolsonaro (PL) como uma das principais bandeiras de campanha junto ao sistema financeiro, segue sendo uma incógnita para a maioria dos brasileiros. O senador afirmou que só vai revelar onde serão feitos os “cortes” caso seja eleito presidente.

No entanto, um vídeo divulgado no dia 06.10.2026 pela campanha de Lula expõe quais serão os cortes no orçamento que fazem parte do plano de Flávio Bolsonaro.

“Cortes no Farmácia Popular. Minha Casa, Minha Vida. Mais Médicos. Combate ao câncer. Cisternas. Merenda escolar. Prevenção de desastres. Quando um Bolsonaro fala em “tesouraço”, o Brasil sabe exatamente quem paga a conta”, diz a publicação no perfil de Lula ao divulgar o vídeo.

Nas imagens são mostrados cortes feitos por Jair Bolsonaro (PL) durante seu governo. Todos eles sobre políticas públicas que favorecem programas para a população.

“Quando um dos Bolsonaros fala em corte, é preciso relembrar para não repetir”, diz a locutora. Em seguida, são apresentadas uma série de manchetes que mostram onde foram feitos os cortes.

“O governo Jair Bolsonaro cortou em 59% o orçamento em 2023 do programa Farmácia Popular, que atende mais de 21 milhões de brasileiros com medicamentos gratuitos”, diz a CNN.

Em seguida, os jornalistas mostram cortes do ex-governo Jair Bolsonaro no combate ao câncer, no financiamento da casa própria, além do veto pelo ex-presidente do reajuste aprovado pelo Congresso Nacional do valor repassado a estados e municípios para a alimentação escolar.

“Agora Flávio Bolsonaro quer dar continuidade ao legado perverso do pai e cortar tudo aquilo que o povo reconquistou”, diz a locutora.

🗣️ O QUE DIZ FLÁVIO BOLSONARO E SUA CAMPANHA (DEFESA)

O candidato negou publicamente que fará cortes em benefícios de pessoas necessitadas

·         Foco na máquina pública: Flávio Bolsonaro e seus coordenadores econômicos, como Daniella Marques e Adolfo Sachsida, afirmam que o ajuste será feito cortando privilégios e ineficiências de dentro da máquina pública (como redução de cargos comissionados e digitalização), e não penalizando a população.

·         Garantia dos programas: A campanha declarou oficialmente que pretende "preservar e fortalecer" os programas sociais e assegurou que o salário mínimo continuará sendo reajustado acima da inflação. Flávio classificou os alertas de cortes em benefícios como "fake news" da oposição.

🔴 O QUE DIZ A OPOSIÇÃO (CRÍTICAS)

A campanha do presidente Lula e ministros do atual governo usam a proposta para alertar sobre os riscos aos direitos sociais.

·         Programas em risco: O governo atual argumenta que um corte dessa magnitude tornaria inviável manter programas vitais como o Bolsa Família, Pé-de-Meia, Farmácia Popular e o Minha Casa, Minha Vida. Segundo os críticos, o orçamento discricionário dos ministérios não suportaria a redução sem afetar diretamente o atendimento e os repasses sociais.

ASSISTA AO VÍDEO:

SÓ JESUS NA CAUSA.

VOX, QUE ACERTOU NO PRIMEIRO TURNO, APONTA LULA À FRENTE. NO SEGUNDO TURNO ELEIÇÕES 2026.

Foto: Ricardo Stuckert/ PR.

Petista tem 44,2% das intenções de voto, contra 42,7% de Flávio Bolsonaro, em empate técnico.

O presidente Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 44,2% das intenções de voto contra 42,7%, na primeira pesquisa do instituto Vox Brasil para o segundo turno da eleição presidencial. A diferença de 1,5 ponto percentual configura empate técnico, considerando a margem de erro de 2,15 pontos.

No primeiro turno, o Vox Brasil apontava Flávio Bolsonaro com 41,2% das intenções de voto, contra 40,4% de Lula. O instituto esteve entre os que acertaram ao indicar a liderança do senador na disputa.

Nos votos válidos para o segundo turno, que excluem brancos, nulos e indecisos, Lula registra 50,9%, enquanto Flávio soma 49,1%.

ELEITORADO INDICA DEFINIÇÃO DE VOTO

Segundo o levantamento, 76,2% dos entrevistados afirmam estar totalmente decididos e não pretender mudar de candidato. Outros 13,4% têm uma preferência definida, mas admitem alterar a escolha.

A pesquisa aponta ainda que 81,6% dos eleitores afirmam que comparecerão às urnas com certeza no dia 25 de outubro.

Sobre os apoios declarados por candidatos derrotados no primeiro turno, 63,4% dizem que essas manifestações não influenciarão sua decisão de voto.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estão tecnicamente empatados na disputa do segundo turno pela Presidência da República, segundo pesquisa Vox Brasil divulgada nesta sexta-feira (9/10). Lula, candidato à reeleição, tem 44,2% das intenções de voto, e Flávio, 42,7%. A diferença de 1,5 ponto percentual fica dentro da margem de erro, de 2,15 pontos para mais ou para menos.

O levantamento foi realizado presencialmente com 2.100 eleitores, entre 5 e 7 de outubro, e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o número BR-09623/2026. A pesquisa tem nível de confiança de 95%.

Saiba mais em Carta Capital.

ESCALA 6X1: GRANDE VITÓRIA DOS TRABALHADORES: SENADO APROVA PEC DO FIM DA ESCALA 6X1. ASSISTA AO VÍDEO.

Regra que traz mais equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é resultado de articulação do movimento sindical e do governo Lula no Congresso...