terça-feira, 21 de julho de 2026

OPINIÃO: POR QUE LULA NÃO DEVE PARTICIPAR DOS DEBATES DE PRIMEIRO TURNO. VEJA OS MOTIVOS FUNDAMENTAIS DA AUSÊNCIA DO PRESIDENTE NOS DEBATES.

Líder nas pesquisas e com voto consolidado, Lula não tem nada a ganhar ao se expor às agressões de candidatos nanicos.

A proximidade do calendário eleitoral traz à tona um debate recorrente nas campanhas à reeleição no Brasil: vale a pena para quem governa o País e lidera as pesquisas de intenção de voto se expor na arena dos debates de primeiro turno? A resposta, especialmente no caso do presidente Lula, sob qualquer análise pragmática e estratégica, é um sonoro não.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz um excelente governo, lidera com folga os levantamentos eleitorais — registrando 40% das intenções de voto e mantendo reais possibilidades de liquidação da fatura ainda no primeiro turno — e não tem absolutamente nada a ganhar ao comparecer a esses encontros.

Aqui estão os motivos fundamentais pelos quais a ausência do presidente nos debates iniciais é a decisão mais sensata e estrategicamente correta para o País.

1. Palco para agressões gratuitas contra quem lidera e governa

Os debates de primeiro turno com múltiplos candidatos há muito deixaram de ser fóruns de discussão de propostas para o Brasil. Tornaram-se, em regra, festivais de lacração, recortes para redes sociais e ataques coordenados contra o líder das pesquisas. O presidente da República, na condição de candidato à reeleição, viraria vidraça única. Não há sentido em transformar um estadista em alvo de provocações baratas orquestradas por nanicos agressores da oposição.

2. Oposição sem propostas e com baixa qualificação

O quadro de adversários colocados no campo da direita e da extrema-direita demonstra reduzida densidade de projetos para o desenvolvimento nacional. Com propostas rasas para a economia, saúde e educação, resta a esses postulantes apostar no confronto, no tumulto e na apelação. Discutir o futuro do Brasil exige alto nível; submeter-se a um ambiente de baixaria em nada agrega ao eleitorado.

3. Exposição desnecessária a “franco-atiradores”

Nomes como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos participam do pleito apenas como figurantes. Para esses pré-candidatos, qualquer minuto de embate direto com o presidente é um prêmio. O incumbente nada ganha ao dar palco e palanque a figuras que atuam como verdadeiros “franco-atiradores”, cujo único objetivo na bancada é produzir atrito a custo zero.

4. Deslocamento do foco de disputa para a própria extrema-direita

Sem a presença de Lula na arena, o centro da gravidade política nos debates muda drasticamente. Sem o principal alvo para atacar, os holofotes se voltam para a briga interna no campo da direita. Esses nomes alternativos passarão a disputar diretamente os votos do eleitorado conservador contra Flávio Bolsonaro, expondo as divisões e fragilidades do próprio bloco oposicionista.

5. A sinuca de bico de Flávio Bolsonaro

A ausência de Lula gera um efeito dominó estratégico. Sem a confirmação do presidente, o próprio Flávio Bolsonaro tende a declinar da participação para não virar o alvo principal dos demais candidatos conservadores. Fora do debate, o senador evita ter de prestar explicações em rede nacional sobre temas espinhosos e nebulosos que rondam suas alianças e bastidores, como o ruidoso caso Banco Master e sua amizade milionária com Daniel Vorcaro.

6. Pragmatismo histórico respaldado por vitórias passadas

Não há qualquer desrespeito ao processo democrático na escolha de não ir a debates de primeiro turno. Trata-se de tática política consolidada na história recente do Brasil. Em 1998, Fernando Henrique Cardoso optou por não comparecer aos confrontos do primeiro turno enquanto disputava a reeleição — e venceu a disputa de forma incontestável.

7. Voto consolidado e nada a perder

A base de apoio a Lula é sólida e seu voto já está consolidado, refletindo o reconhecimento popular das realizações sociais e econômicas do seu governo. O eleitorado que sustenta a liderança do presidente já conhece sua história, sua capacidade de gestão e seu compromisso democrático. O não comparecimento a um debate ruidoso em nada altera a convicção daqueles que pretendem votar por sua continuidade.

8. Lula é um grande estadista frente a “nanicos agressores”

Lula ocupa hoje uma posição de liderança internacional e de pacificadora representatividade nacional. Colocá-lo lado a lado em igualdade de tempo com figuras inexpressivas ou vocacionadas para a lacração nas redes diminui a estatura do debate presidencial. Ao não participar de espetáculos de baixo nível, um grande estadista preserva a instituição da Presidência da República e não se rende à lógica de confrontos menores.

9. O momento certo para o debate: o segundo turno

A democracia e o respeito ao eleitor não serão negligenciados. Caso a eleição se desdobre em um segundo turno, aí sim a presença de Lula será indispensável. Em um confronto direto, mano a mano, com igualdade de tempo e regras claras, o presidente terá a oportunidade perfeita para comparar projetos, apresentar seu legado e desmascarar em definitivo as propostas da extrema-direita representada por Flávio Bolsonaro.

Portanto, preservar a liderança do governo, focar na entrega de resultados ao povo brasileiro e evitar o circo de agressões gratuitas não é apenas uma estratégia de campanha inteligente — é uma atitude de responsabilidade política. No primeiro turno, o lugar do presidente é junto à população nas ruas. Os debates que esperem o segundo turno – se houver, é claro.

Por Brasil247

domingo, 19 de julho de 2026

COPA DO MUNDO 2026: A ESPANHA É A BICAMPEÃ E SE IGUALA A URUGUAI E FRANÇA COM DOIS TÍTULOS DE COPA DO MUNDO. E VEJA OS CINCO PONTOS QUE EXPLICAM O TITULO.

Fúria venceu a Argentina neste domingo (19) por 1 x 0, com gol de Ferrán Torres no segundo tempo da prorrogação, e chegou ao bicampeonato.

A conquista da Espanha neste domingo (19), que consagrou a seleção como bicampeã da Copa do Mundo, fez a La Roja voltar a vencer a competição depois de 16 anos e se juntar ao Uruguai e França, que possuem dois títulos da Copa do Mundo.

COM O TÍTULO DA ESPANHA, IGUALA A LISTA DE CAMPEÃS FICA DA SEGUINTE FORMA:

·    Brasil: 5 títulos (1958, 1962, 1970, 1994, 2002)

·         Alemanha: 4 títulos (1954, 1974, 1990, 2014)

·         Itália: 4 títulos (1934, 1938, 1982, 2006)

·         Argentina: 3 títulos (1978, 1986, 2022)

·         Uruguai: 2 títulos (1930, 1950)

·         França: 2 títulos (1998, 2018)
Espanha: 2 título (2010, 2026)

·         Inglaterra: 1 título (1966)

Neste domingo, a Espanha enfrentou a Argentina na final da Copa do Mundo de 2026 e venceu os sul-americanos por 1 x 0, com gol de Ferrán Torres. O resultado aumenta para quatro o número de vezes que uma Seleção da Europa conseguiu superar uma da América do Sul na grande decisão.

Na história, essa marca só tinha acontecido outras três vezes. Em 1990 e em 2014, a própria Argentina foi derrotada pela Alemanha nas duas ocasiões e, em 1998, quando o Brasil foi superado pela França.

Em confrontos diretos entre Europa e América do Sul, o Brasil é quem leva melhor ao ter vencido cinco das seis vezes que enfrentou europeus na final da Copa do Mundo. A Argentina aparece na segunda posição, com três conquistas.

Espanha venceu a Argentina e é bicampeã da Copa do Mundo. O gol do título mundial foi marcado no segundo tempo da prorrogação por Ferran Torres.

OS CINCO PONTOS QUE EXPLICAM O TÍTULO DA ESPANHA.

O bicampeonato mundial conquistado pela Espanha foi alicerçado em cinco pilares táticos e técnicos: meio-campo dominante, forte pressão sem a bola, laterais incisivos, impacto decisivo do banco de reservas e eficiência tática extrema nos momentos capitais das partidas.

Os detalhes práticos que explicam a campanha vitoriosa da seleção espanhola:

1. Meio-campo técnico e inteligente

Com jogadores como Rodri, Pedri e Dani Olmo, a Espanha controlou a posse de bola e ditou o ritmo dos confrontos, unindo precisão nos passes entre linhas e capacidade de desarmar.

2. Pressão e consistência defensiva

A equipe construiu a base de suas vitórias a partir de uma defesa sólida e agressiva. A seleção destacou-se pelo alto volume de ações defensivas no campo de ataque e por ceder pouquíssimas chances de gol aos adversários.

3. Profundidade pelas alas

Os laterais Pedro Porro e Marc Cucurella foram fundamentais para avançar o time, garantindo amplitude, intensidade e chegada ao fundo do campo para municiar o ataque.

4. Impacto decisivo das substituições

O técnico Luis de la Fuente contou com um elenco versátil. Jogadores como Ferran Torres, Merino e Fabián Ruiz saíram do banco para marcar gols cruciais, garantindo classificações na prorrogação e na grande final.

5. Eficiência cirúrgica

Nos duelos mais difíceis, a Espanha mostrou alto poder de decisão, precisando de poucas trocas de passes para criar jogadas de gol fulminantes, como a que garantiu a vitória na final.

sábado, 18 de julho de 2026

COPA DO MUNDO 2026: ARGENTINA X ESPANHA SE ENFRENTAM PELA FINAL E ONDE ASSISTIR À FINAL DA COPA DO MUNDO.

Espanha x Argentina Crédito: Reprodução/FIFA


Seleções se enfrentam pela final da Copa do Mundo. Espanha e Argentina decidem o título da Copa do Mundo de 2026 neste domingo (19), às 16h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A partida terá transmissão ao vivo da CazéTV. Clique para assistir na Cazé TV com Disney+.

A final da Copa do Mundo 2026 entre Espanha e Argentina, neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília), terá transmissão ao vivo pela TV Globo (na TV aberta), Sportv e Globoplay. Além disso, a partida será exibida pela CazéTV em parceria com o Disney+

  TV Aberta: TV Globo e SBT.

  TV Fechada: Sportv.

  Streaming e Internet: Disney+ (CazéTV) e Globoplay.

Como chegam as equipes para o jogo?

A Espanha chega embalada para a decisão após uma campanha dominante no Mundial. Líder do Grupo H, à frente de Cabo Verde, Uruguai e Arábia Saudita, a equipe comandada por Luis de la Fuente eliminou Áustria, Portugal, Bélgica e França no mata-mata para alcançar a final.

Do outro lado, a Argentina também fez uma campanha sólida, mas com grandes emoções até a decisão. A atual campeã mundial terminou na liderança do Grupo G, que contava ainda com Áustria, Jordânia e Argélia. Nas fases eliminatórias, superou Cabo Verde, Egito, Suíça e Inglaterra. O mata-mata da Albiceleste foi marcado por grandes viradas e desempates no final da partida ou até mesmo na prorrogação. Destaque para o confronto contra o Egito, em que a seleção estava perdendo por 2 a 0 e conseguiu uma virada na reta final.

Na semifinal, a equipe de Lionel Scaloni venceu a Inglaterra por 2 a 1, de virada. Antony Gordon abriu o placar para os ingleses, Enzo Fernández empatou e Lautaro Martínez marcou o gol da classificação nos acréscimos. Agora, os argentinos buscam o quarto título mundial e o segundo consecutivo, após a conquista da edição de 2022.

Tudo sobre Argentina x Espanha (onde assistir, horário, escalações e local)

FICHA TÉCNICA

Espanha 🆚 Argentina
Copa do Mundo 2026 – Final

📆 Data e horário: domingo, 19 de julho de 2026, às 16h (de Brasília)
📍 Local: MetLife Stadium, em Nova Jersey, Estados Unidos
📺 Onde assistir: TV Globo, ge tv, Sportv, SBT e CazéTV/ Disney+

PROVÁVEIS ESCALAÇÕES

🔵 Argentina
Emiliano Martínez; Nahuel Molina, Cristian Romero, Lisandro Martínez e Nicolás Tagliafico; Giuliano Simeone, Alexis Mac Allister, Leandro Paredes e Enzo Fernández; Julián Álvarez e Lionel Messi.Técnico: Lionel Scaloni.

🔴 Espanha
Unai Simón; Pedro Porro, Pau Cubarsí, Aymeric Laporte e Marc Cucurella; Rodri e Fabián Ruiz; Lamine Yamal, Dani Olmo e Álex Baena; Mikel Oyarzabal. Técnico: Luis de la Fuente.

Espanha e Argentina se enfrentam pela final da Copa do Mundo (Foto: Arte/Lance!)

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EM JOGO DE DEZ GOLS, INGLATERRA VENCE FRANÇA E FICA COM O 3º LUGAR DA COPA.

Jogadores da Inglaterra comemoram gol sobre a França na disputa de terceiro lugar da Copa do Mundo  • Divulgação/Fifa

Com o resultado, a Inglaterra conquistou o terceiro lugar da Copa do Mundo pela primeira vez em sua história, enquanto a França terminou o Mundial na quarta colocação.

OPINIÃO: POR QUE LULA NÃO DEVE PARTICIPAR DOS DEBATES DE PRIMEIRO TURNO. VEJA OS MOTIVOS FUNDAMENTAIS DA AUSÊNCIA DO PRESIDENTE NOS DEBATES.

Líder nas pesquisas e com voto consolidado, Lula não tem nada a ganhar ao se expor às agressões de candidatos nanicos. A proximidade do ca...