segunda-feira, 27 de julho de 2026

AS URNAS ELETRÔNICAS ACABARAM COM O VOTO DE CABRESTO.

A MÁQUINA DE VOTAÇÃO

Em 30 anos de funcionamento, as urnas eletrônicas eliminaram das eleições a fraude, o voto de cabresto e a lentidão da apuração.

"Todos sabemos — e não custa repisar nesta oportunidade — que a urna eletrônica nasceu para propiciar eleições seguras, num país que vivenciava votações que não eram imunes aos signos da fraude, do voto de cabresto, da intervenção humana e da lentidão dos processos de apuração e totalização. Isso não existe mais entre nós".

"As derrotas obtidas nas urnas não são fruto da sua operacionalidade, mas sim da inoponível manifestação do verdadeiro e único titular de todo o poder da República, o povo brasileiro",

"O sistema é moderno, seguro, confiável, recente e sofisticado e tem teste de confirmação, até hoje não houve qualquer sucesso nas tentativas de invasão do sistema. Vale dizer — embora todos já o saibamos: as urnas eletrônicas são seguras e seus resultados são fiéis à manutenção da vontade de todo eleitorado brasileiro com total fidedignidade"

No Brasil. Cada uma das urnas conta com barreiras de segurança testadas e está apta a garantir sigilo do voto de cada um dos 158,6 milhões de eleitoras e eleitores, aptos a votar.

Combate à fraude

Por que o processo é eletrônico?

O uso da tecnologia foi uma resposta efetiva às fraudes que ocorriam, frequentemente, em diversas etapas do processo eleitoral, desde os tempos do Império até a implantação do processo eletrônico, e trouxe segurança e confiança às eleições no Brasil.

Fim das fraudes

Desde a chegada da urna eletrônica, em 1996, não houve nenhuma fraude comprovada que pudesse alterar o resultado das eleições ou quebrar o sigilo do voto. Essa conquista deve-se também ao fato de o voto eletrônico ser auditável — os mecanismos que fazem as urnas funcionarem podem ser fiscalizados antes, durante e depois do pleito.  

Porém, a família e os políticos sabem muito bem que não há fraude alguma e que as urnas eletrônicas acabaram com o voto de cabresto.

domingo, 26 de julho de 2026

“TSE” APROVA CALENDÁRIO ELEITORAL E REGULAMENTA USO DE “IA” NAS ELEIÇÕES 2026. E JÁ ESPERA QUESTIONAMENTOS SOBRE “IA” DE BOLSONARO EM CONVENÇÃO DO “PL” DIA 25.07.2026 QUE ACHO QUE DESOBEDECEU.

Imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro gerada por IA. O vídeo foi exibido na convenção do PL, em São Paulo, no sábado (25)  • CNN

 

Vídeo que simulou pronunciamento de Jair Bolsonaro na convenção do PL deve motivar questionamentos à Justiça Eleitoral.

TSE (Tribunal Superior Eleitoral) já trabalha com a expectativa de que o vídeo produzido com inteligência artificial para simular um pronunciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), exibido neste sábado (25) na convenção nacional do partido, seja alvo de questionamentos na Corte, segundo fontes ouvidas pela CNN.

O material foi apresentado durante o evento que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Na gravação, identificada como conteúdo produzido por inteligência artificial, Bolsonaro aparece em uma manifestação de apoio ao filho.

A avaliação é de que o episódio deve provocar discussões sobre a aplicação das regras eleitorais para o uso de inteligência artificial e também sobre o alcance das restrições impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), ao ex-presidente.

O advogado Luiz Eduardo Peccinin, especialista em Direito Eleitoral e doutor em Direito do Estado, afirma que as normas do TSE também devem ser observadas no período pré-eleitoral e em atos realizados durante convenções partidárias.

Segundo ele, mesmo com a identificação de que o vídeo foi produzido por inteligência artificial, o caso pode ser levado à Justiça Eleitoral para que a Corte avalie se houve uso irregular da imagem e da voz de uma pessoa real em uma manifestação de natureza eleitoral.

A resolução do TSE estabelece que conteúdos criados ou significativamente alterados por inteligência artificial devem informar, de forma explícita, destacada e acessível, que o material foi fabricado ou manipulado e indicar a tecnologia utilizada.

A norma também proíbe a publicação e a republicação de novos conteúdos sintéticos que utilizem imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas, mesmo quando identificados, no período entre as 72 horas anteriores e as 24 horas posteriores ao término da votação.

Peccinin ressalta, no entanto, que o episódio também pode ser analisado sob a ótica das determinações impostas por Moraes a Bolsonaro. O ministro proibiu a divulgação de manifestos político-eleitorais do ex-presidente, inclusive por terceiros e independentemente do meio utilizado.

Na avaliação do especialista, não há proibição expressa ao uso da imagem ou da voz de Bolsonaro. Por isso, a princípio, não seria possível afirmar que o vídeo representou descumprimento da decisão. "Claramente eles estão testando os limites impostos pela sentença condenatória criminal", disse à CNN.

Ainda assim, ele considera provável que o caso seja levado a Moraes, a quem caberá avaliar se a gravação constituiu apenas o uso da imagem pública de Bolsonaro ou uma forma indireta de divulgar uma manifestação político-eleitoral atribuída a ele.

Para Guilherme de Salles Gonçalves, advogado eleitoral e membro da Abradep (Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político), uma eventual responsabilização de Bolsonaro dependeria da produção de provas de que o ex-presidente, hoje em prisão domiciliar, tinha conhecimento, participou ou anuiu com a elaboração do vídeo.

"É preciso não aplicar a um terceiro que não participou pessoalmente algo que decorre da utilização da sua imagem, ainda que com uma simulação de realidade", afirmou.

CNN Eleições.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

BACABAL FEST PROMETE MOVIMENTAR O MÉDIO MEARIM COM DOIS DIAS DE GRANDES SHOWS, 25 E 26 DE JULHO DE 2026 NO CENTRO CULTURAL A PARTIR DAS 18 HORAS. ASSISTA AO VÍDEO A SEGURANÇA DO BACABAL FEST.

A contagem regressiva começou. Neste sábado (25) e domingo (26) de julho de 2026, o Centro Cultural Prefeito José Vieira Lins, será palco da segunda edição do Bacabal Fest, evento que já se consolida como um dos maiores festivais de música e entretenimento do Estado.

Com uma programação que reúne grandes nomes da música nacional e artistas regionais, o festival promete atrair milhares de pessoas de Bacabal e de diversos municípios maranhenses, movimentando a economia local, fortalecendo o comércio, a rede hoteleira, bares, restaurantes e o setor de serviços.

Após o sucesso da primeira edição, a expectativa é de um público ainda maior este ano. O Bacabal Fest chega consolidado como um dos principais eventos do calendário cultural da cidade, oferecendo dois dias de muita música, lazer e entretenimento para moradores e visitantes.

PROGRAMAÇÃO: SÁBADO.

SÁBADO (25 DE JULHO)

18h00 – DJ Clyff Hands

19h00 – Andrio Henrique

21h30 – É o Tchan

23h30 – Joelma

01h30 – Oh Polêmico.

PROGRAMAÇÃO: DOMINGO.

DOMINGO (26 DE JULHO)

18h00 – DJ Sergio Duvalle

19h30 – Yudson Cássio

22h30 – Henry Freitas

00h30 – Taty Girl

Do axé ao forró, do piseiro ao arrocha, passando pela música eletrônica, o Bacabal Fest foi pensado para reunir diferentes estilos musicais e proporcionar uma programação diversificada para públicos de todas as idades.

A gestão do prefeito Roberto Costa preparou uma ampla operação para garantir que o Bacabal Fest aconteça com conforto, organização e segurança. A estrutura inclui palco, sistema de som e iluminação de última geração, além de uma logística planejada para receber milhares de pessoas durante os dois dias de evento.

A programação contará com a atuação integrada da Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, equipes de segurança privada e agentes de apoio, garantindo o ordenamento e a tranquilidade do público em toda a área do festival. A estrutura também contará com ambulâncias de prontidão e um posto de atendimento médico, com médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde preparados para prestar assistência imediata, caso necessário.

A expectativa é que o Bacabal Fest repita o sucesso da edição anterior, fortalecendo o turismo, movimentando a economia local e consolidando Bacabal como um dos principais destinos de grandes eventos do Maranhão.

ASSISTA AO VÍDEO A SEGURANÇA DO BACABAL FEST.


Da. ASCOM: Prefeitura de Bacabal.

Wanderson Ricardo – Assessor de Comunicação.

O TARIFAÇO DE TRUMP REACENDE TENSÃO COMERCIAL ENTRE BRASIL E “EUA” NOVA TARIFA DE 25% SOBRE PRODUTOS BRASILEIROS AUMENTA PREOCUPAÇÕES SOBRE INFLAÇÃO, EMPRESAS EXPORTADORAS E IMPACTOS ECONÔMICOS.

Ilustração gerada por IA

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros voltou a elevar a tensão nas relações comerciais entre Brasília e Washington. 

Para Thiago Godoy, apresentador do Resenha do Dinheiro, caso a medida de reciprocidade avance, os efeitos podem atingir de forma mais significativa os próprios Estados Unidos. 

Além dos impactos econômicos, a decisão tem forte componente político, avalia Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb. 

"A política das tarifas acabou se tornando um subterfúgio para questões políticas e geopolíticas do Trump. Muitas vezes não há um argumento econômico, um embasamento econômico, há mais um desalinhamento político para a tomada dessas tarifas”, explica.

Os reflexos da medida também podem ser sentidos dentro dos próprios Estados Unidos. O aumento das tarifas tende a pressionar ainda mais os preços ao consumidor americano, em um cenário de inflação que já preocupa o país.

No mercado financeiro, os impactos não são uniformes. Empresas mais dependentes das exportações para os Estados Unidos tendem a sentir os efeitos com maior intensidade, enquanto outras, com mercados diversificados, ficam relativamente menos expostas.

Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, explica que o movimento já provocou reações na bolsa brasileira.

“Para o investidor, você tem setores ganhadores e perdedores. Há uma preocupação grande com empresas como Alpargatas, do setor de calçados, que entram nesse rol de produtos tarifados. Já empresas como a Suzano exportam muito mais para a China e acabam não entrando nesse grupo de empresas prejudicadas”, destaca Marilia.  

Em decorrência disso, o principal risco agora é que a troca de medidas evolua para uma guerra comercial.

Trabalho forçado é usado como justificativa para protecionismo

“É uma negociação que o Trump usa como arma principal e ele quer ver a reação do Brasil. Se o Brasil usar a reciprocidade, imediatamente eles podem aumentar ainda mais as tarifas e isso pode criar uma guerra comercial”, acrescenta Fontes.

Tarifas atingem quase todas as importações americanas

As novas medidas foram implementadas com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos, de 1974.

O dispositivo permite ao governo norte-americano investigar e retaliar práticas estrangeiras consideradas discriminatórias ou prejudiciais aos interesses comerciais dos Estados Unidos.

Com o uso da Seção 301, a administração Trump conseguiu preservar tarifas sobre quase todas as importações do país, mesmo depois de decisões judiciais que haviam colocado em dúvida outros instrumentos utilizados anteriormente para sustentar o tarifaço.

Analistas citados pela Reuters avaliam que as medidas baseadas na Seção 301 poderão ser mais difíceis de derrubar nos tribunais norte-americanos, uma vez que o mecanismo já resistiu a contestações jurídicas anteriores.

Déficits comerciais estão no centro da estratégia

Embora o governo Trump apresente argumentos trabalhistas e humanitários, a ofensiva tarifária ocorre em meio à preocupação dos Estados Unidos com seus persistentes déficits comerciais.

A administração norte-americana tenta reduzir importações, estimular a produção doméstica e forçar outros países a abrir seus mercados às empresas dos Estados Unidos.

A política rompe com princípios que orientaram a globalização econômica nas últimas décadas, como a redução negociada de tarifas, o tratamento não discriminatório entre parceiros e a solução de controvérsias por meio de instituições multilaterais.

Em lugar desses mecanismos, Washington passou a adotar ameaças, sanções e exigências unilaterais, utilizando o tamanho do mercado norte-americano como instrumento de pressão.

Produtos essenciais foram poupados

Apesar da amplitude das tarifas, o governo dos Estados Unidos criou exceções para produtos considerados indispensáveis à economia interna.

Entre os itens poupados estão petróleo, gás natural, fertilizantes, determinados alimentos, aeronaves, componentes industriais, minerais críticos e mercadorias altamente integradas às cadeias produtivas norte-americanas.

Também foram preservados produtos que atendem às regras do Acordo Estados Unidos-México-Canadá, em razão da forte integração econômica entre os três países.

As exceções evidenciam que Washington procurou evitar aumentos de preços e problemas de abastecimento dentro dos próprios Estados Unidos.

Brasil e União Europeia protestam

O Brasil rechaçou as novas tarifas e anunciou que deverá contestá-las no mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio.

O governo brasileiro também iniciou os procedimentos para utilizar os instrumentos previstos na Lei da Reciprocidade Econômica, que permite responder a medidas consideradas arbitrárias ou discriminatórias.

A União Europeia afirmou que as acusações relativas ao trabalho forçado não correspondem à realidade de sua legislação e de seus mecanismos de fiscalização.

Austrália e Noruega também questionaram a fundamentação das medidas, advertindo que barreiras unilaterais podem provocar retaliações e aprofundar a instabilidade no comércio mundial.

Canadá adota tom moderado

O Canadá preferiu inicialmente uma reação mais cautelosa.

Mesmo diante de tarifas adicionais sobre aproximadamente US$ 20 bilhões em produtos canadenses, o governo afirmou estar disposto a manter um diálogo construtivo com Washington.

A postura reflete a profunda integração econômica entre os dois países e o temor de que uma escalada comercial comprometa setores que dependem de cadeias produtivas transfronteiriças.

Tarifas especiais atingem a China

Os Estados Unidos também pretendem retomar tarifas sobre produtos chineses na faixa de 20%.

Segundo a Reuters, Washington deverá respeitar o limite estabelecido no entendimento firmado entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, em novembro de 2025, sem ultrapassar o patamar negociado naquele momento.

Mesmo assim, a China permanece como um dos principais alvos da política comercial norte-americana, especialmente em áreas estratégicas como tecnologia, energia, veículos elétricos, baterias e minerais críticos.

Exceções revelam interesses econômicos

O desenho das tarifas demonstra que os critérios adotados não se limitam às acusações sobre trabalho forçado.

Diversos países receberam tratamentos específicos em função de acordos comerciais, características de seus mercados e importância de determinados produtos para a indústria americana.

No setor de vestuário, por exemplo, exportações de países como Bangladesh, Camboja, Indonésia e Malásia poderão utilizar cotas especiais e escapar de parte das tarifas, desde que empreguem insumos produzidos nos Estados Unidos, como o algodão norte-americano.

A condição transforma a política tarifária também em um instrumento para ampliar as vendas de produtos dos próprios Estados Unidos.

Comércio mundial entra em período de incerteza

A aplicação de tarifas sobre 60 países representa uma ruptura significativa com as regras multilaterais construídas ao longo das últimas décadas.

Especialistas temem que a medida provoque uma onda de retaliações, eleve preços, reduza investimentos e prejudique cadeias globais de produção.

Países atingidos poderão buscar novos mercados, ampliar acordos regionais e reduzir sua dependência dos Estados Unidos, acelerando uma reorganização do comércio internacional.

Ao atacar simultaneamente aliados, rivais e parceiros estratégicos, Trump coloca em risco não apenas as relações dos Estados Unidos com países como Brasil e China, mas também as próprias bases da globalização e de um sistema comercial internacional baseado em regras.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

LANÇADO À PRÓPRIA SORTE NA CORRIDA: PP E UNIÃO BRASIL ABANDONAM FLÁVIO BOLSONARO E ESCANCARAM ISOLAMENTO NA CORRIDA PRESIDENCIAL.

Ciro Nogueira e Flávio Bolsonaro. Foto: reprodução.

A candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência enfrenta um forte isolamento. Em conversas com o senador Ciro Nogueira, a federação formada por PP e União Brasil comunicou que adotará a neutralidade no primeiro turno, frustrando as tentativas do pré-candidato do PL de fechar uma aliança com esse bloco.

O Cenário de Isolamento

A campanha do senador buscava repetir a coligação que apoiou o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022, mas sofreu uma série de recuos.

·         PP e União Brasil: Decidiram focar em acordos regionais e liberar seus correligionários.

·  Republicanos: O partido manteve distância, priorizando tratativas estaduais.

·      Dificuldade na chapa: Devido à falta de apoio partidário, a campanha segue com dificuldades para definir o nome do vice na chapa e tem sofrido quedas nas pesquisas de intenção de voto.

Desdobramentos Recentes

O momento da campanha tem sido marcado por tensões e polêmicas, incluindo episódios de embates com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após declarações sobre o sistema de votação. Para acompanhar as atualizações, você pode acessar a cobertura política em tempo real no g1 Política ou conferir o painel de apuração do Folha - UOL.

Para uma análise detalhada sobre a dinâmica dessa candidatura, as dificuldades enfrentadas pelo PL para atrair aliados e o cenário para o pleito:

Flávio Bolsonaro foi lançado à própria sorte na corrida presidencial.

O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do Progressistas, comunicou ao senador que a federação formada por PP e União Brasil deve adotar neutralidade no primeiro turno da eleição presidencial, frustrando a tentativa do pré-candidato do PL de fechar uma aliança com o bloco.

De acordo com informações do g1, Ciro e Flávio conversaram nesta quarta-feira (22).

O senador do PL ainda esperava atrair Progressistas e União Brasil para sua campanha, mas as duas siglas decidiram preservar espaço para acordos estaduais e liberar seus correligionários em disputas regionais.

A federação pode apoiar candidatos da direita em alguns estados e, em outros, se alinhar a aliados do presidente Lula (PT). A mesma posição de neutralidade no primeiro turno pode se repetir em um eventual segundo turno, caso a direção dos partidos mantenha a estratégia nacional.

A campanha de Flávio também recebeu uma negativa da senadora Tereza Cristina (PP-MS), convidada para ocupar a vaga de vice na chapa presidencial do PL. O comando da pré-campanha pretende insistir até 5 de agosto, prazo final das coligações, enquanto espera melhora nas intenções de voto do senador.

AS URNAS ELETRÔNICAS ACABARAM COM O VOTO DE CABRESTO.

A MÁQUINA DE VOTAÇÃO Em 30 anos de funcionamento, as urnas eletrônicas eliminaram das eleições a fraude, o voto de cabresto e a lentidão d...