domingo, 5 de julho de 2026

A ELIMINAÇÃO DO BRASIL NA COPA DO MUNDO 2026 FOI MERECIDA E HÁ DOIS CULPADOS: A “CBF” E O TÉCNICO ANCELOTTI.

Haaland celebra a vitória da Noruega. 

O Brasil perdeu porque mereceu perder. E só voltará a vencer quando recuperar o respeito por sua história e também pelos adversários.

A eliminação do Brasil diante da Noruega foi merecida. E há dois culpados centrais por esta derrota: a CBF e Carlo Ancelotti.Play Video

A CBF, em primeiro lugar, por ter naturalizado uma ideia absurda: a de que o país mais tradicional do futebol mundial não teria um brasileiro capaz de comandar sua própria seleção. É ridículo que o Brasil, pentacampeão mundial, celeiro de jogadores, técnicos, escolas, ideias e paixões futebolísticas, tenha se colocado na posição subalterna de buscar fora aquilo que deveria ser capaz de produzir dentro de casa.

Se fosse mesmo necessário escolher um estrangeiro — e não era — que fosse Abel Ferreira, do Palmeiras. Abel vive o futebol brasileiro há anos, conhece nossos jogadores, entende o calendário, a pressão, a cultura, os vícios e as virtudes do nosso futebol. Além disso, coleciona títulos. Seria uma escolha muito mais lógica do que apostar em um técnico consagrado na Europa, mas distante da realidade brasileira.

Ancelotti errou ao longo de toda a Copa. Errou nas escalações, nas leituras de jogo e nas substituições. Insistiu em atacantes pouco efetivos, como Raphinha na primeira fase e depois Rayan, duas peças inexpressivas quando o Brasil precisava de protagonismo. Endrick, que deveria ter sido usado mais cedo, só entrou no segundo tempo contra a Noruega, quando o jogo já estava travado e o Brasil precisava desesperadamente de soluções.

Outro erro crasso foi escolher Bruno Guimarães para bater o pênalti. Bruno vinha sendo o melhor jogador do Brasil na Copa, mas foi colocado na fogueira. Caminhou para a bola com o pânico escancarado nos olhos. Um técnico experiente deveria ter percebido isso. Pênalti em jogo eliminatório não é apenas técnica: é cabeça, hierarquia e responsabilidade.

E aí vem outra contradição: se Neymar foi convocado e tinha condições de jogar no segundo tempo, poderia ter começado jogando. Até porque Neymar é o principal batedor de pênaltis do Brasil. Em uma partida decidida nos detalhes, deixar seu jogador mais decisivo no banco foi mais uma demonstração da confusão de Ancelotti.

Também é escandaloso que um técnico receba R$ 5 milhões por mês, tenha contrato renovado até 2030 independentemente dos resultados e ainda faça propaganda para uma cervejaria, a Ambev. A seleção brasileira não pode ser tratada como plataforma de marketing nem como brinquedo de cartolas.

Por fim, é hora de acabar com a soberba. O “créu” como resposta à remada viking norueguesa foi outra cena ridícula. Além de desrespeitar o adversário, associa o Brasil ao deboche barato e ao sexismo. A Noruega respondeu em campo. Com seriedade, organização e Haaland.

O Brasil perdeu porque mereceu perder. E só voltará a vencer quando recuperar o respeito por si mesmo, por sua história e também pelos adversários.

Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.

HOJE TEM O BRASIL! DIA 05/07/2026 ÀS 17 HORAS. É BRASIL É BRASIL!

Hoje é dia de Brasil na Copa do Mundo! A Seleção Brasileira enfrenta a Noruega pelas oitavas de final neste domingo (05/07), às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O vencedor garante vaga direta nas quartas de final.

Para acompanhar cada lance ao vivo, você pode sintonizar na TV Globo ou assistir online pelo Globoplay. O confronto também conta com transmissão da plataforma ge.globo e do canal sportv ou no You Tube - CazéTV

sábado, 4 de julho de 2026

O PIX: QUEM É O PAI DO “PIX” NO BRASIL. QUEM CRIOU.

O Pix não foi criado por uma única pessoa ou governo, mas sim pelo Banco Central do Brasil (BCB). O sistema começou a ser estruturado em 2016 e foi oficialmente lançado e implementado em novembro de 2020.

Embora seja uma criação institucional, alguns nomes de destaque estão associados ao seu desenvolvimento.

· Carlos Eduardo Brandt: Engenheiro e servidor do Banco Central, chefiou a equipe técnica responsável pelo desenvolvimento e implementação operacional do sistema. Ele é frequentemente citado como o "pai" técnico da ferramenta, embora recuse o título, ressaltando o trabalho em equipe.

·     Ilan Goldfajn: Presidente do Banco Central entre 2016 e 2019, foi quem iniciou os estudos e debates internos que deram origem ao projeto.

· Roberto Campos Neto: Presidente do Banco Central que liderou a instituição durante a finalização do projeto e o lançamento oficial do Pix ao público, em novembro de 2020.

A concepção do Pix envolveu um longo processo que atravessou diferentes gestões, desde os estudos iniciais até a sua consolidação como um patrimônio tecnológico do povo brasileiro. Você pode acompanhar mais sobre a construção da ferramenta no portal oficial do Banco Central do Brasil.

Para entender mais sobre como o sistema foi desenvolvido e a sua infraestrutura, consulte a página oficial do Banco Central do Brasil ou leia o artigo sobre a Wikipédia sobre o Pix.

O Pix é Tecnologia brasileira, feita para o povo e motivo de orgulho para o Brasil.

sexta-feira, 3 de julho de 2026

ELEIÇÕES 2026: DOIS PRÉ-CANDIDATOS AO GOVERNO DO MARANHÃO JÁ DEFINIRAM DATAS PARA CONVENÇÕES.

Palácio dos Leões, sede do Governo do Estado do Maranhão.

Dois dos cinco pré-candidatos ao governo do Maranhão já agendaram suas convenções para confirmar seus nomes na disputa pelo comando do Palácio dos Leões. Felipe Camarão (PT) e Orleans Brandão (MDB) estão com as datas definidas. O petista faz o evento partidário dia 1º de agosto e o emedebista, dia 25 de julho.

O período de convenção tem início no próximo dia 20 de julho. A partir desta data, os partidos poderão realizar encontro interno para definição das chapas majoritária e proporcionais. A data limite para a homologação das chapas é dia 5 de agosto.

Os partidos têm até 5 de agosto para homologar as chapas majoritárias e proporcionais. Por isso, as legendas devem definir os últimos detalhes das candidaturas nas próximas semanas. Até o momento, Orleans Brandão ainda trabalha na composição da chapa, que será apresentada durante a convenção com os partidos da base aliada do governo.

Os pré-candidatos ao governo, Orleans Brandão e Felipe Camarão já decidiram a data para suas respectivas convenções.

Orleans Brandão faz sua convenção no dia 25 de julho em São Luís. O emedebista deve completar sua chapa até a próxima semana e aguardar para, o fim do mês, oficializá-la na convenção. O evento deverá reunir também os partidos da base aliada do governo.

Já Felipe Camarão escolheu o primeiro dia do mês de agosto para oficializar sua candidatura ao governo. Da sua chapa majoritária, por enquanto, foi anunciada somente a senadora Eliziane Gama que vai concorrer a reeleição. Por enquanto, Camarão nada disse sobre candidatura a vice-governador ou outro nome para senador.

Ainda não anunciaram as datas de suas convenções os pré-candidatos Saulo Arcangeli (PSTU), Eduardo Braide (PSD) e Enilton Rodrigues (PSOL).

Para acompanhar as atualizações das atas e o registro oficial das candidaturas, acerte os detalhes através do portal do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.


quinta-feira, 2 de julho de 2026

ESCALA 6X1: ALCOLUMBRE DIZ A ALIADOS QUE PEC DO FIM DA ESCALA 6×1 DEVE SER VOTADA APÓS AS ELEIÇÕES. VEJA RESUMO - ACHO QUE NÃO PODE MEXER NA CONSTITUIÇÃO?

DAVI ALCOLUMBRE Crédito: Carlos Moura/Agência Senado. 

Presidente do Senado mantém proposta parada, cobra diálogo com Lula e trava outras pautas do governo.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidiu manter paralisada a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e já comunicou a aliados que a matéria não deverá ser votada antes das eleições de 2026. A informação foi publicada pela Folha de São Paulo, que relata que o senador tem demonstrado insatisfação com a relação mantida pelo governo federal e aguarda uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O recesso parlamentar terá início em 17 de julho e, até lá, não há expectativa de qualquer deliberação sobre a proposta. Durante o período eleitoral, entre agosto e outubro, a previsão é de que o Senado realize apenas sessões virtuais, sem pautar temas considerados sensíveis, o que empurra a discussão da PEC para depois da disputa nas urnas.

Segundo aliados de Alcolumbre ouvidos pela Folha, o cenário ainda pode mudar caso o presidente do Senado seja recebido por Lula e haja um entendimento político entre os dois. No entanto, interlocutores afirmam que o calendário legislativo é apertado e que o canal de diálogo entre ambos permanece interrompido desde que o Senado rejeitou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

Além da proposta que reduz a jornada de trabalho, Alcolumbre também tem segurado outras iniciativas prioritárias do governo. Entre elas estão a PEC da Segurança Pública, o marco legal dos minerais críticos, o projeto de incentivo à instalação de data centers (Redata) e a medida provisória que extinguiu a chamada “taxa das blusinhas”, cujo prazo de vigência termina em setembro.

Sinais contraditórios sobre a PEC

A postura de Alcolumbre em relação ao tema tem gerado interpretações distintas. Em conversas com empresários, o presidente do Senado afirmou que não pretende acelerar a tramitação da proposta e defendeu que o debate ocorra fora do ambiente eleitoral. Também manifestou interesse em discutir conjuntamente a chamada PEC da “jornada flexível”, apresentada pela oposição, que prevê a possibilidade de remuneração por hora trabalhada.

Por outro lado, em reunião realizada na quarta-feira (1º) com representantes de centrais sindicais, ministros do governo e parlamentares de esquerda, Alcolumbre questionou o prazo de transição previsto na proposta para reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas.

Segundo a Folha, ele pediu à Consultoria Legislativa do Senado um estudo para avaliar se seria possível eliminar esse período de adaptação sem que a PEC precisasse retornar para nova análise na Câmara dos Deputados.

Representantes das centrais sindicais interpretaram a iniciativa como um gesto favorável à pauta, embora tenham defendido a manutenção do texto atual para evitar questionamentos jurídicos. Durante o encontro, também argumentaram que Alcolumbre poderia colher dividendos políticos caso conduzisse a aprovação e a promulgação da proposta.

Apesar disso, o senador evitou assumir qualquer compromisso sobre um cronograma para votação e sequer participou da sessão temática realizada no plenário do Senado para discutir o tema.

Governo tenta reduzir tensão

A nova líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que as divergências entre o Palácio do Planalto e a presidência da Casa estão sendo tratadas e avaliou como um sinal positivo a decisão de Alcolumbre de adiar outra pauta sensível — a PEC que cria regras especiais de aposentadoria para agentes comunitários de saúde.

Nos bastidores, entretanto, Alcolumbre continua demonstrando incômodo com o que considera uma campanha organizada para pressioná-lo a pautar o fim da escala 6×1.

Na terça-feira, em discurso no plenário, o senador criticou declarações de integrantes do governo e afirmou que há “autoridade dizendo que tem que pressionar” o presidente do Senado para colocar a proposta em votação. Segundo ele, essa postura representa uma tentativa de colocá-lo em confronto com a população e configura uma prática antidemocrática.

A manifestação ocorreu após declarações do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), que, durante participação no programa Bom Dia, Ministro, afirmou que Alcolumbre estaria “brincando com fogo” ao manter a PEC sem andamento.

No debate promovido pelo Senado na quarta-feira, Boulos evitou ampliar a polêmica e defendeu a importância da proposta. “Não é uma pauta do presidente Lula ou do legislativo, é uma pauta do país”, disse.

“Questionado sobre as críticas feitas por Alcolumbre, o ministro respondeu: “Ninguém precisa pensar igual. Não teve nenhum ataque pessoal. É normal, parte da democracia.”

RESUMO:

ACHO QUE A ESCALA DE TRABALHO 6X1 É A MAIS TRADICIONAL, PORQUE MEXER, NA CONSTITUIÇÃO?

A escala 6x1 é, de fato, a mais tradicional atualmente, por limitar 44 horas semanais. No entanto, por causa da necessidade de alterar a Constituição Federal, essa jornada está passando por grandes discussões.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece o fim da escala 6x1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados.

O que está em jogo nas propostas:

·         Redução de Jornada: A carga horária máxima cairia de 44 para 40 horas semanais.

·         Mais Descanso: O trabalhador passaria a ter direito a dois dias de descanso remunerado na semana, preferencialmente aos domingos.

·         Salário Garantido: A redução não permite a diminuição do salário atual.

Para saber os detalhes técnicos e o andamento desta Proposta de Emenda à Constituição, acompanhe a página da PEC da escala 6x1 no Portal da Câmara dos Deputados. As regras estão em análise e debate no Senado Federal.

A ELIMINAÇÃO DO BRASIL NA COPA DO MUNDO 2026 FOI MERECIDA E HÁ DOIS CULPADOS: A “CBF” E O TÉCNICO ANCELOTTI.

Haaland celebra a vitória da Noruega .   O Brasil perdeu porque mereceu perder. E só voltará a vencer quando recuperar o respeito por sua ...