O caso da prisão de Raimundo Nonato, conhecido
como "Raimundo Jacaré", gerou grande revolta e cobrança por
esclarecimentos em Bacabal e região. A família e moradores locais denunciam
veementemente que houve um erro grave de identificação por parte das
autoridades criminais.
Os principais pontos levantados pela defesa e
reportados pela imprensa local (como os jornalistas independentes da região)
apontam os seguintes detalhes sobre a confusão:
·
O Alvo Real: O mandado de prisão expedido pela Justiça refere-se à investigação
sobre os incêndios a residências na zona rural de São Luís Gonzaga do Maranhão.
O verdadeiro suspeito seria outro homem, também chamado Raimundo Nonato ("Pai
do Rui"), cujo filho foi assassinado recentemente.
·
O Equívoco Geográfico: A operação policial, que envolveu equipes da Polícia Civil, Militar e
homens do COSAR, deveria ter cumprido a ordem na Vila São João, local de
residência do verdadeiro investigado. No entanto, os policiais prenderam
Raimundo Jacaré na Vila da Paz, em Bacabal-MA.
Inocência Declarada: Raimundo Jacaré é conhecido na comunidade como trabalhador e vendedor de panelada, sem qualquer relação com os crimes rurais investigados na cidade vizinha. Além disso, a família afirma que o verdadeiro alvo do mandado ("Pai do Rui") O nome oficial do pai de Ruideglan (conhecido popularmente como Rui) é Raimundo Nonato o que torna a execução do mandado contra o vendedor de panelada ainda mais descabida.
O momento em que Raimundo foi conduzido ao hospital
de Bacabal para a realização do exame de corpo de delito foi marcado por forte
comoção, choro e desespero de seus familiares.
A situação exige uma investigação imediata e
minuciosa pelas corregedorias e instâncias do Poder Judiciário para
confrontar os CPFs, dados de filiação e endereços dos dois indivíduos, evitando
que um cidadão inocente permaneça detido injustamente por falha burocrática e
operacional do Estado.
Diante do sofrimento e da angústia gerados pela
situação, os parentes de Raimundo Jacaré apelam publicamente para que as
autoridades realizem um levantamento
minucioso e urgente do caso para checar a
documentação e os dados qualificadores, evitando que um cidadão trabalhador
pague por um crime que não cometeu.
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AO VÍDEO:
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Com o jornalista Fábio Costa.






