sexta-feira, 18 de setembro de 2026

AUMENTO DO BOLSA FAMÍLIA: QUANTO VOU RECEBER?

Bolsa Família — Foto: Luis Lima Jr/FotoArena/Estadão Conteúdo

O governo do presidente Lula (PT) anunciou nesta quinta-feira (17) o aumento do valor mínimo pago pelo Bolsa Família, de R$ 600 para R$ 691.

🚨 BOLSA FAMÍLIA: NOVOS VALORES

O Decreto nº 13.120/2026 estabelece um novo piso para o Bolsa Família, que passa de R$ 600 para R$ 691.
📅 O decreto foi publicado em 17 de setembro de 2026 e já está em vigor.

Sim, o valor mínimo do Bolsa Família passa de R$ 600 para R$ 691.                 

Detalhes do Reajuste

·       Novo valor mínimo: R$ 691 por família.

·   Percentual de aumento: Cerca de 15%, para repor a inflação medida pelo INPC.

·Valor médio: Passa de R$ 675 para aproximadamente R$ 777

·  Início dos pagamentos: A partir de 19 de outubro de 2026 (a folha de setembro ainda é paga no valor antigo).

· Benefícios adicionais: Os valores extras (como primeira infância e gestantes) também sobem proporcionalmente


PROTEÇÃO SOCIAL E PODER DE COMPRA

 

A recomposição busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias diante da inflação acumulada no período, especialmente para despesas essenciais, como alimentação e outros itens básicos.

O Bolsa Família tem entre seus objetivos legais o combate à fome por meio da transferência direta de renda, a redução da reprodução intergeracional da pobreza e a promoção do desenvolvimento e da proteção social das famílias. A própria lei também prevê sua articulação com políticas de saúde, educação e assistência social.

Para o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, a atualização dos valores contribui para manter a capacidade de proteção de renda do programa e assegurar às famílias condições para atender necessidades essenciais.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

DATAFOLHA: LULA LIDERA NO PRIMEIRO TURNO E TAMBÉM NO SEGUNDO, EM SITUAÇÃO DE EMPATE TÉCNICO, COM 46% A 44%. ASSISTA MATÉRIA.

Essa é a primeira pesquisa do instituto realizada após a sessão histórica do STF. Apesar da repercussão, não houve movimentação na pesquisa, e acho que não tem nada a ver, não vamos confundir a crise do STF com a eleição 2026.

Levantamento aponta 39% a 36% no primeiro turno e mantém o confronto direto entre Lula e Flávio dentro da margem de erro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 39% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, ante 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17). A diferença de três pontos percentuais está dentro do intervalo da margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos, o que configura empate técnico. Em uma eventual disputa de segundo turno entre os dois, Lula registra 46% e Flávio, 44%, também em empate técnico

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 11 de setembro, Lula manteve os 39% no primeiro turno, enquanto Flávio oscilou de 35% para 36%. No segundo turno, os dois repetiram os percentuais da rodada anterior, de 46% a 44%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo.

Na pesquisa estimulada para o primeiro turno, o escritor Augusto Cury (Avante) aparece depois dos dois primeiros colocados, com 6%. Ronaldo Caiado (PSD) tem 4%, Renan Santos (Missão) registra 3% e Romeu Zema (Novo), 2%. Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) aparecem com 1% cada. Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram. Brancos, nulos ou nenhum somam 6%, enquanto 3% se declaram indecisos.

O Datafolha ouviu 2.002 eleitores em 125 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026.

CENÁRIOS DE SEGUNDO TURNO

O instituto testou cinco confrontos de segundo turno com Lula. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece numericamente à frente por 46% a 44%, mas a diferença está dentro da margem de erro. Brancos e nulos somam 8%, e 1% não soube responder. Os mesmos percentuais de Lula e Flávio haviam sido registrados na pesquisa de 11 de setembro.

Contra Augusto Cury, há empate numérico: ambos registram 44%. Na rodada anterior, Lula tinha 45% e Cury, 43%. Brancos e nulos chegam a 10%, enquanto 1% está indeciso.

No confronto com Ronaldo Caiado, Lula marca 46% e o adversário, 42%. A diferença também é classificada como empate técnico diante da margem de erro. Caiado tinha 41% no levantamento anterior, enquanto Lula já aparecia com 46%. Brancos e nulos são 10%, e os indecisos, 2%.

Nas outras duas simulações, Lula tem 49% contra 39% de Romeu Zema e 47% diante de 38% de Renan Santos. No confronto com Zema, brancos e nulos representam 11% e indecisos, 2%. Contra Renan, esses grupos correspondem, respectivamente, a 13% e 2%.

VOTO ESPONTÂNEO E REJEIÇÃO

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula registra 35% e Flávio Bolsonaro, 26%. Augusto Cury e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparecem com 3% cada, Caiado tem 2%, e Renan Santos e Zema marcam 1% cada. A parcela de indecisos é de 21%, enquanto brancos, nulos ou nenhum somam 6%.

O levantamento também mostra igualdade na rejeição dos dois principais candidatos. Flávio Bolsonaro e Lula são citados por 47% dos entrevistados quando o Datafolha pergunta em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum no primeiro turno. Renan Santos tem rejeição de 15%, Zema, de 14%, Caiado, de 13%, e Cury, de 9%.

Sobre a definição do voto, 76% dos entrevistados dizem estar totalmente decididos sobre sua escolha para presidente, enquanto 24% afirmam que ainda podem mudar de candidato.

Datafolha: Lula tem 39% no 1º turno; Flávio, 36%; e Cury, 6%

Levantamento divulgado nesta quinta-feira (17) ouviu 2.002 eleitores entre os dias 15 e 17 de setembro; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 39% das intenções de voto na disputa pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17). O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por sua vez, soma 36%. Augusto Cury (Avante) registra 6%.

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

EMBATE NO SUPLEMO: LULA DIZ QUE FACHIN TEM 'RESPONSABILIDADE' DE EVITAR QUE CRISE NO "STF" ATRAPALHE ELEIÇÕES DE 2026.

Declarações foram dadas um dia após a sessão do STF que analisava se deve ou não ser aberta uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (16) que a sociedade brasileira não pode ficar "assistindo denuncismo" diariamente sem que haja conclusão das apurações envolvendo a crise no Supremo Tribunal Federal (STF).

Lula defendeu a investigação das denúncias, disse que ninguém está acima da lei e avaliou que o debate ocorrido na Corte nesta terça-feira (15) "não é correto".

Segundo ele, o presidente do STF, Edson Fachin, precisa atuar para não permitir que a crise no Supremo atrapalhe as eleições — previstas para começarem daqui a 18 dias.

O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, enquanto o segundo turno para 25 de outubro.

As declarações foram dadas um dia após a sessão do STF que analisava se deve ou não ser aberta uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

O julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Flávio Dino antes de a Corte entrar no mérito do caso.

Segundo Lula, é necessário esclarecer as denúncias que vieram à tona nos últimos dias para preservar a credibilidade do Supremo.

"A Suprema Corte não pode ter a sua vida manchada. Ela é a instância máxima de poder nesse país. Quando ela toma uma decisão, ninguém pode mudar a decisão da Suprema Corte", afirmou.

O presidente voltou a defender que todos os envolvidos tenham direito à ampla defesa e à presunção de inocência, mas disse que eventuais irregularidades precisam ser investigadas.

"É importante que se apure, que dê direito de defesa às pessoas. A presunção de inocência tem que ser garantida a todo mundo, mas é preciso apurar."

Lula afirmou ainda que "ninguém está acima da lei", incluindo integrantes do próprio Judiciário. "Ninguém está acima da lei, nem eu, nem o Fachin, nem ministro da Suprema Corte."

As falas foram dadas em entrevista ao podcast 'Desce a Letra Show".

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (16) que a sociedade brasileira não pode ficar "assistindo denuncismo" diariamente sem que haja conclusão das apurações envolvendo a crise no Supremo Tribunal Federal (STF).

Lula defendeu a investigação das denúncias, disse que ninguém está acima da lei e avaliou que o debate ocorrido na Corte nesta terça-feira (15) "não é correto".

Segundo ele, o presidente do STF, Edson Fachin, precisa atuar para não permitir que a crise no Supremo atrapalhe as eleições — previstas para começarem daqui a 18 dias.

O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, enquanto o segundo turno para 25 de outubro.

As declarações foram dadas um dia após a sessão do STF que analisava se deve ou não ser aberta uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

O julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Flávio Dino antes de a Corte entrar no mérito do caso.

Segundo Lula, é necessário esclarecer as denúncias que vieram à tona nos últimos dias para preservar a credibilidade do Supremo.

"A Suprema Corte não pode ter a sua vida manchada. Ela é a instância máxima de poder nesse país. Quando ela toma uma decisão, ninguém pode mudar a decisão da Suprema Corte", afirmou.

O presidente voltou a defender que todos os envolvidos tenham direito à ampla defesa e à presunção de inocência, mas disse que eventuais irregularidades precisam ser investigadas.

"É importante que se apure, que dê direito de defesa às pessoas. A presunção de inocência tem que ser garantida a todo mundo, mas é preciso apurar."

Lula afirmou ainda que "ninguém está acima da lei", incluindo integrantes do próprio Judiciário. "Ninguém está acima da lei, nem eu, nem o Fachin, nem ministro da Suprema Corte."

As falas foram dadas em entrevista ao podcast 'Desce a Letra Show".

O presidente Lula durante cerimônia no Palácio do Planalto em 3 de setembro de 2026 — Foto: Adriano Machado/Reuters.


'Denuncismo'

Ao comentar a sucessão de acusações envolvendo integrantes do Judiciário, o presidente disse que a população acompanha as denúncias sem respostas definitivas.

"O que não dá é para a sociedade ficar assistindo esse denuncismo. Fulano pegou não sei quantos milhões, fulano recebeu não sei quantos milhões, e a sociedade está ouvindo tudo isso todo santo dia."

Na avaliação do presidente, o STF precisa conduzir o processo para impedir que a crise tenha impactos sobre a disputa eleitoral.

"O [Edson] Fachin tem a responsabilidade de não permitir que isso atrapalhe o processo eleitoral."

A declaração ocorreu quase uma semana depois de Lula ter elogiado medidas adotadas por Edson Fachin para tentar conter a crise no Supremo.

Em 10 de setembro, durante uma entrevista, o presidente afirmou estar "satisfeito" com as decisões tomadas pelo chefe da Corte e disse esperar que ele fizesse "mais coisa" para "colocar ordem na casa" e recuperar a credibilidade do tribunal.

Na ocasião, Lula também defendeu a apuração das denúncias envolvendo ministros do STF e afirmou que eventuais responsáveis deveriam ser punidos, independentemente de seus cargos.

Reforma do Judiciário

Lula também afirmou que a crise reforçou sua "convicção" de que o país precisa discutir mudanças no sistema de Justiça.

"Vamos fazer uma reforma no Poder Judiciário. A partir de agora, eu acho que não tem como não discutir mais isso."

Segundo o presidente, existem reclamações recorrentes sobre o funcionamento do Judiciário e a imagem da instituição atravessa um momento de desgaste.

"Tem muita queixa e a imagem não está boa", acrescentou.

Ao comentar a sessão do STF desta terça (15), Lula afirmou que o confronto verbal entre ministros exibido durante o julgamento não contribui para a imagem da Corte.

"Aquele debate na televisão que eu assisti não é correto."

Apesar das críticas ao clima de tensão no Supremo, o presidente disse continuar admirando os ministros e voltou a elogiar a atuação de Alexandre de Moraes.

Elogios a Moraes

Lula afirmou que Moraes teve papel importante na defesa da democracia após as eleições de 2022 e relacionou as críticas ao ministro às investigações conduzidas pelo STF.

"Acho que o Alexandre de Moraes fez um trabalho extraordinário para garantir a democracia deste país."

O presidente também associou os ataques ao ministro às decisões que atingiram o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados investigados por tentativa de golpe de Estado.

Lula disse ainda que está indignado com a crise institucional, mas afirmou confiar que a situação será esclarecida.

"Estou confiante de que nós vamos encontrar uma saída, apurar, punir quem tiver que punir."

Ele acrescentou que a discussão sobre mudanças institucionais deve ir além do Judiciário e alcançar também o sistema político.

"Tem que fazer uma reforma no Poder Judiciário e também na política. A política está muito apodrecida no Brasil."

Lula tem reiterado a posição de defesa de reforma no Judiciário diante das últimas revelações envolvendo o Caso Master e a suposta proximidade do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e ministro da Corte.


Créditos: G1


terça-feira, 15 de setembro de 2026

AO VIVO: STF DECIDE SE AUTORIZA INVESTIGAÇÃO CONTRA ALEXANDRE DE MORAES NO CASO MASTER.

 

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