Por que Jefferson voltou à prisão. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, havia ordenado a revogação da prisão domiciliar de Jefferson após ele proferir uma série de ofensas à ministra Carmen Lúcia, do STF. Ele gravou no sábado (22) um vídeo chamando a ministra de "Carmen Lúcifer" e afirmava que a magistrada "lembra aquelas prostitutas, aquelas vagabundas arrombadas".
O ex-parlamentar,
aliado de Bolsonaro, é investigado em um inquérito sobre a atuação de uma
organização criminosa que tem como objetivo "desestabilizar as
instituições republicanas".
Padre Kelmon Entrega Armas de Roberto Jefferson A Policia, veja vídeo.
Á prisão
Roberto Jefferson desrespeita ordem de prisão do STF e ataca policiais federais com fuzil e granadas. Dois agentes ficaram feridos sem gravidade, segundo a Polícia Federal. A prisão foi ordenada pelo ministro Alexandre de Moraes após ele descumprir medida de prisão domiciliar, aparecer em redes sociais e xingar a ministra Cármem Lúcia.
O ex-deputado
Roberto Jefferson atirou em policiais federais que foram cumprir o mandado de
prisão determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal
Federal (STF), no começo da tarde deste domingo (23), na cidade de Comendador
Levy Gasparian, no interior do Estado do Rio de Janeiro. A informação foi
confirmada pela PF e pelo advogado de Jefferson, Luiz Gustavo Cunha. Jefferson
é aliado do presidente da República e candidato à reeleição Jair Bolsonaro
(PL).
Veja vídeo.
Roberto Jefferson resistiu à prisão e disparou de sua casa — teriam sido arremessadas 3 granadas e dados 2 tiros de fuzil. Dois policiais foram feridos por estilhaços, sem gravidade.
Os feridos são o delegado Marcelo Vilella, que teria sido atingido na cabeça e na perna, e a policial Karina Lino Miranda de Oliveira, de 31 anos. Ela foi ferida na cabeça. Os dois foram atendidos em um hospital da região e já tiveram alta.
Jefferson confirmou os disparos, mas diz que não foram direcionados aos agentes.
"Não atirei em ninguém para pegar. Atirei no carro e perto deles."
Sem se identificar, um amigo de Jefferson, que está na casa dele, postou um vídeo dizendo que o ex-deputado não atirou em ninguém e nem vai atirar. Segundo o amigo, o ex-deputado apenas jogou um granada longe e os policiais se feriram com estilhaços.
A Polícia Federal (PF) informou que o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) se entregou após resistir à prisão determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Alexandre de Moraes chegou a expedir um novo mandado de detenção autorizando a PF a efetivar a detenção "independentemente do horário". Os agentes tentavam prender o petebista há mais de 8 horas.
Jefferson foi levado para a sede da Polícia Federal do Rio e deve passar a cumprir pena em regime fechado. Agentes da PF, da Polícia Militar e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) ficaram aguardando do lado de fora da casa durante a tarde, para cumprir mandado de prisão expedido pelo STF.
Na manhã deste
domingo dia 23/10/2022, o ministro revogou a prisão domiciliar de Jefferson, após
“notórios e públicos descumprimentos” de decisões judiciais. O ex-deputado,
então, trocou tiros com a polícia ao resistir o cumprimento da ordem. Dois
agentes ficaram feridos com estilhaços e há suspeitas de que o político teria
atirado, inclusive, uma granada. O delegado Marcelo Vilella, que teria sido
atingido na cabeça e na perna, e a policial Karina Lino Miranda de Oliveira, de
31 anos, ferida na cabeça. Os dois foram atendidos em um hospital da região e
já tiveram alta.
Após a prisão,
Alexandre de Moraes comentou o desfecho, via redes sociais. O ministro
parabenizou as equipes envolvidas e repudiou o atentado aos policiais.
“Parabéns pelo competente e profissional trabalho da Polícia Federal, orgulho
de todos nós brasileiros e brasileiras. Inadmissível qualquer agressão contra
os policiais. Me solidarizo com a agente Karina Oliveira e com o delegado
Marcelo Vilella que foram, covardemente, feridos”, escreveu.


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