(Foto: ABr | Reprodução)
Cerca de 13 mil consumidores ainda estavam sem luz na
manhã desta segunda-feira, mais de 48 horas após um temporal atingir o estado.
O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino
(PSB), afirmou que o governo federal tomará medidas contra a concessionária de
energia elétrica em São Paulo, Enel, em decorrência da falta de energia que
afeta a população desde a sexta-feira (3), quando um forte temporal atingiu o
estado, deixando sete pessoas mortas.
"O Ministério da Justiça, por
meio da Secretaria Nacional do Consumidor, vai notificar a concessionária de
energia elétrica em São Paulo para explicar a interrupção nos serviços
essenciais. Outras iniciativas serão anunciadas pelo secretário Wadih Damous",
postou Dino nas redes sociais. >>> Pedro Serrano defende cassação da concessão da Enel, sem
direito a indenização
Professor e jurista Pedro Serrano (Foto: Editora 247)
Segundo o jornal O Globo,
o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), informou que, até a manhã desta
segunda-feira, 413 mil consumidores ainda estavam sem energia elétrica. Nunes
destacou que 12 escolas e 77 semáforos estão sem funcionar na capital em
decorrência da falta de energia. Ainda conforme a reportagem, o emedebista
afirmou que a Enel é "não é da Prefeitura e é uma concessionária do
governo federal", regulada pela Agência Nacional de Energia Elétrica
(Aneel). >>> Enel diz que redução do número de funcionários após a
privatização não afetou a qualidade dos serviços
As chuvas intensas resultaram em sete mortes no estado, conforme dados do governo estadual. As causas incluem uma pessoa em Limeira atingida por um muro, outra em Osasco após a queda de uma árvore sobre um carro, uma em Santo André atingida por destroços de um prédio, duas em São Paulo após quedas de árvores, e uma em Ilhabela em decorrência de um naufrágio. A Defesa Civil registrou cerca de 100 desabamentos em todo o estado.


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