A segunda etapa do Circuito Maranhense de Jet
Ski 2026 ocorreu nos dias 1º e 2 de agosto no Povoado Santa Maria (Lago
da Santa Maria) em Lago Verde, Maranhão, reunindo atletas, grande
público e movimentando a economia local com sucesso.
DETALHES DO EVENTO
·Local: Lago da Santa Maria, no Povoado Santa Maria, em Lago Verde (MA).
·Data: 1º (sábado, com treinos oficiais) e 2 de agosto de 2026 (domingo, com
competições e premiação).
·Premiação: Mais de R$ 15 mil distribuídos entre os competidores.
·Atrações: Disputas nas águas, música ao vivo, área de lazer e gastronomia variada
com opções de peixes da região.
MODALIDADES DA DISPUTA
·Circuito Boias: Categorias divididas por potência de motor (masculino e feminino).
·Arrancadão: Duelos de velocidade lado a lado.
·Freestyle: Apresentações de manobras radicais na água.
ASSISTA AO VÍDEO, COM
A PALAVRA O PREFEITO ALEX ALMEIDA.
Com mais de 60 JETS SKIS não teve nenhuma ocorrência no
evento.
A Convenção Nacional do Partido dos
Trabalhadores (PT) que oficializou a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula
da Silva à reeleição para a Presidência da República aconteceu neste domingo,
dia 2 de agosto de 2026, em São Paulo.. O presidente nacional do Partido
dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, disse na manhã deste domingo dia 02.08.2026, que a
sigla homologou a candidatura da chapa do presidente Lula e do
vice-presidente, Geraldo Alckmin, à reeleição para o Executivo. A declaração foi
dada durante a Convenção Nacional do PT, na Expo Center Norte, em São Paulo.
Por volta das 10h, o
presidente nacional do PT, Edinho Silva, informou que a chapa formada por Lula
e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) foi registrada no Tribunal
Superior Eleitoral (TSE).
A convenção contou com
a presença de lideranças do partido e de aliados, entre elas a deputada federal
Benedita da Silva (PT), o ex-ministro Aloizio Mercadante, a ministra das
Mulheres, Márcia Lopes, o senador Rogério Carvalho (PT) e o presidente do PT em
São Paulo, Kiko Celeguim.
ASSISTA AO VÍDEO CONVENÇÃO DO "PT" DIA 02.08.2026.
Simone Tebet (PSB),
candidata ao Senado por São Paulo; Guilherme Boulos, ministro da
Secretaria-Geral da Presidência; Marina Silva, candidata ao Senado por São
paulo; Aloizio Mercadante, ex-senador pelo PT; a ministra das Mulheres, Márcia
Lopes, o senador Rogério Carvalho (PT) também estão na convenção.
A caravana de
políticos do Piauí também se faz presente no evento, com o ministro Wellington
Dias, o governador Rafael Fonteles, a primeira-dama, Isabel Fonteles, o
candidato a vice-governador Washington Bandeira, o deputado Fábio Novo, o
senador Marcelo Castro e o candidato ao senado Júlio César.
Aos 80 anos, Lula disputa o
quarto mandato como presidente da República. Ele foi eleito em 2002, reeleito em 2006 e voltou ao
Palácio do Planalto nas eleições de 2022. Antes disso, concorreu à Presidência
em 1989, 1994 e 1998.
Chapa será repetida com Alckmin
Lula repetirá a chapa vencedora de 2022,
tendo Geraldo Alckmin (PSB) como candidato a vice-presidente. Alckmin teve sua
candidatura oficializada em convenção do PSB realizada na última quarta-feira
(29).
Durante o atual governo, além da
vice-presidência, Alckmin também comandou o Ministério do Desenvolvimento,
Indústria, Comércio e Serviços.
Na disputa presidencial de 2026, o PT terá
o apoio de PSB, PCdoB, PV, PDT, PSOL e Rede. As convenções partidárias podem
ser realizadas até 5 de agosto, enquanto o registro das candidaturas deve ser
feito na Justiça Eleitoral até 15 de agosto. A campanha eleitoral começa
oficialmente em 16 de agosto.
Partidos que devem compor a chapa Lula-Alckmin
PDT: oficializou apoio à
candidatura de Lula em 20 de julho. Foi o primeiro partido a formalizar aliança
com o petista para as eleições de 2026.
Segundo a legenda, a decisão foi motivada
pela defesa da pauta trabalhista e pela necessidade de mobilizar forças políticas
contra a extrema-direita.
PSB: mantém a composição
vencedora das eleições de 2022 e reforça a aliança entre PT e PSB para a
disputa presidencial de 2026.
Federação
Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB): criada em 2022, reúne os três partidos
que integram a base histórica do governo. Como fazem parte da mesma federação,
as legendas atuam de forma conjunta nas eleições e no Congresso Nacional.
Federação
PSOL/Rede (PSOL e Rede): reúne os dois partidos que apoiam a reeleição de Lula
em 2026.
O PSOL é um dos aliados históricos do
petista. Já a Rede Sustentabilidade tem entre suas principais lideranças a
ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que integra o governo Lula e será
candidata ao Senado em São Paulo, na chapa de Fernando Haddad.
Político que insultou Lula na convenção de Flávio Bolsonaro e
foi homenageado por Tarcísio de Freitas tem sua sanidade mental questionada.
A vice-presidente da Argentina, Victoria Villarruel,
questionou publicamente, nesta quinta-feira (30), a saúde mental do presidente
Javier Milei, que vem fazendo ataques ao Brasil desde o último sábado (25),
quando o ultradireitista participou da convenção do PL em São Paulo, onde
atacou o presidente Lula e o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de
Moraes. No mesmo dia do evento que oficializou a candidatura presidencial do
senador Flávio Bolsonaro (PL), o argentino recebeu a Ordem do Ipiranga, maior
honraria concedida pelo governo do estado de São Paulo, comandado por Tarcísio
de Freitas (Republicanos), pré-candidato à reeleição e ex-ministro de Jair
Bolsonaro.
“Me preocupa profundamente que o presidente da Nação replique
insensatezes e invenções. Tenho genuína preocupação pelo seu estado e pelas
perseguições imaginárias que ele replica na Argentina e no exterior”, afirmou
Victoria Villarruel em postagem divulgada na rede social X, antigo Twitter.
O presidente argentino compareceu à convenção do PL, onde o
senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi oficializado candidato à Presidência da
República. No evento, Milei chamou o presidente Lula (PT) de “presidiário” e
disse que o ministro do STF Alexandre de Moraes é um “lixo careca”.
Dois dias depois do evento na capital paulista, o presidente
da Argentina republicou uma postagem que questionava “por que Lula é ladrão?” e
escreveu em seguida: “Porque foi condenado por corrupto e porque nunca
conseguiu provar sua inocência.” “Chamar de ladrão ao ladrão não é motivo de
ofensa, é só chamar as coisas pelo nome.”
Ainda na cerimônia,
Milei demonstrou apoio à candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro e
afirmou que o parlamentar precisa ajudar a “deter o lixo socialista”.
Um grupo formado por mais de 30 deputados argentinos apresentou
uma moção de repúdio aos ataques de Milei contra autoridades brasileiras.
No mesmo dia em que foi ao evento do PL, o presidente argentino
compareceu ao Palácio dos Bandeirantes. Na sede do governo paulista, Milei
recebeu a Ordem do Ipiranga. Ele estava acompanhado por Karina Milei,
secretária-geral da Presidência da Argentina e irmã do presidente.
O ultradireitista foi recebido com um tapete azul estendido
na entrada da sede do governo paulista, em referência à chamada “onda azul”,
símbolo associado à direita. O governador Tarcísio de Freitas e a primeira-dama
do estado de São Paulo, Cristiane Freitas, receberam a comitiva argentina.
Em reação aos ataques do ultradireitista, o ministro das
Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, convocou o embaixador da
Argentina no Brasil, Daniel Raimondi, para prestar esclarecimentos. O governo
Lula também chamou para consultas em Brasília (DF) o embaixador do Brasil em
Buenos Aires, Júlio Bitelli
O ataque de Milei ao STF não ocorreu à toa. Aliado da família
bolsonarista, o presidente argentino atacou Alexandre de Moraes porque, no
Supremo, o magistrado foi relator do inquérito da trama golpista, que resultou
na condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão. Outras 28 pessoas foram
condenadas.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), colocou Jair e Flávio Bolsonaro diante de um impasse
jurídico que pode atingir tanto a liberdade do
ex-presidente quanto a candidatura do senador ao Palácio do Planalto.
Em despacho publicado nesta terça-feira
(28), Moraes deu 48 horas para que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça se ele
autorizou o uso de sua imagem e de sua voz em um vídeo produzido por
inteligência artificial e exibido durante a convenção nacional do PL que
oficializou a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro.
O despacho estabelece duas hipóteses e
deixa claro que ambas podem trazer consequências graves para a família
Bolsonaro. Se Jair admitir que concordou com o vídeo, poderá ser acusado de
violar novamente as condições da prisão domiciliar e voltar ao regime
fechado. Caso
negue, Se negar autorização,
problema passa para Flávio e o PL.
A segunda
hipótese apresentada pelo ministro pode produzir consequências diretas para a
campanha presidencial do PL.
Caso Jair
Bolsonaro negue ter autorizado o vídeo, Moraes afirma que Flávio Bolsonaro e o
partido poderão ter desrespeitado a ordem judicial ao utilizar a imagem e a voz
do ex-presidente para realizar uma manifestação político-eleitoral.
Além
disso, a conduta poderá ser enquadrada como deepfake, prática expressamente
proibida pelas normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O artigo
9º-C da resolução do TSE sobre propaganda eleitoral proíbe o uso de conteúdo
sintético em áudio ou vídeo para favorecer ou prejudicar uma candidatura quando
houver criação, substituição ou alteração da imagem ou da voz de uma pessoa. A
vedação vale “ainda que mediante autorização”.
Isso
significa que a simples identificação do material como produzido por
inteligência artificial não elimina necessariamente a irregularidade. Uma coisa
é utilizar recursos de IA com a devida rotulagem; outra é criar uma versão
artificial de uma pessoa real para transmitir uma manifestação de apoio
eleitoral.
No
entendimento exposto por Moraes, se a imagem tiver sido usada sem o
consentimento de Jair Bolsonaro, o vídeo poderá ter transmitido artificialmente
ao eleitorado a impressão de que o ex-presidente participa da campanha, apesar
de estar com os direitos políticos suspensos e submetido a uma ordem que impede
manifestações eleitorais.
O caso
poderia, portanto, ser investigado como desinformação eleitoral produzida por
meio de conteúdo sintético manipulado.
Abuso eleitoral pode levar à inelegibilidade
Moraes
também destacou que as regras aprovadas para as eleições de 2026 endureceram o
combate ao uso irregular da inteligência artificial.
Segundo o
despacho, a utilização dessas tecnologias para divulgar conteúdo eleitoral
irregular pode configurar uso indevido dos meios de comunicação social e,
dependendo das circunstâncias, evidenciar abuso do poder político e econômico.
A
legislação estabelece que, caso uma ação por abuso seja julgada procedente, a
Justiça Eleitoral poderá declarar a inelegibilidade do responsável e daqueles
que tenham contribuído para a prática, além de cassar o registro ou o diploma
do candidato beneficiado. A sanção de inelegibilidade pode alcançar as eleições
realizadas nos oito anos seguintes ao pleito em que ocorreu o abuso.
A
negativa de Jair Bolsonaro, portanto, não tornaria Flávio automaticamente
inelegível. Seriam necessárias investigação, apresentação de provas, direito de
defesa e uma decisão da Justiça Eleitoral.
Mas o
despacho de Moraes abre explicitamente esse caminho ao relacionar o vídeo à
possível prática de abuso eleitoral e uso indevido dos meios de comunicação. As
normas do TSE também preveem que o descumprimento da proibição às deepfakes
pode acarretar cassação do registro ou do mandato.
Para
reforçar seu entendimento, Moraes citou um julgamento do TSE de maio de 2026.
Na ocasião, foi mantida uma multa de R$ 15 mil contra um candidato a prefeito
de Fortaleza que divulgou no TikTok um vídeo manipulado por inteligência
artificial, criando a falsa impressão de que personalidades públicas
internacionais apoiavam sua candidatura.
Flávio Bolsonaro e o PL poderão responder por desrespeito à
ordem judicial e pelo uso eleitoral de uma possível
deepfake.
Neste segundo cenário, o próprio despacho
aponta que a conduta pode configurar uso indevido dos meios de comunicação e
abuso de poder político e econômico. Uma eventual condenação na Justiça
Eleitoral pode resultar na cassação do registro ou do mandato e na
inelegibilidade dos envolvidos.
Se autorizou, Bolsonaro
pode voltar ao regime fechado.
O vídeo foi exibido no sábado (25), na
Arena Pacaembu, em São Paulo, durante o evento que lançou oficialmente Flávio
Bolsonaro como candidato do PL à presidência da República. Na gravação, uma
reprodução digital de Jair Bolsonaro afirma estar “preso e calado”, ataca a
decisão judicial e pede apoio à candidatura do filho.
A
DEFESA JÁ DISSE QUE BOLSONARO NÃO AUTORIZOU O IA, E AGORA VAI ACONTECER O QUE?
Com a negativa da defesa de Jair Bolsonaro sobre a
autorização do vídeo com inteligência artificial, o foco da Justiça se desloca
para apurar a responsabilidade de Flávio Bolsonaro e do Partido Liberal (PL). O caso agora segue para análise
de eventuais punições eleitorais, preservação das medidas cautelares e
averiguação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE.
Desdobramentos Jurídicos e Políticos
·Isenção
de Bolsonaro:
A defesa tenta blindar o ex-presidente para evitar o agravamento de sua
situação na prisão domiciliar e novas sanções por descumprimento de ordens
judiciais.
·Foco
em Flávio e no PL:
Como a defesa afirmou não ter autorizado a peça, o entendimento do ministro
[Alexandre de Moraes] é de que a responsabilidade pelo uso do deepfake na convenção recai sobre a campanha do
senador Flávio Bolsonaro e sobre o partido.
·Análise
no TSE:
O Tribunal Superior Eleitoral avaliará se a exibição do conteúdo sintético
violou as normas de propaganda e as resoluções que vedam o uso de avatares e
manipulações de imagem para beneficiar candidaturas, mesmo com o aviso de que
se tratava de uma simulação.
Resposta exigida por Alexandre de Moraes coloca ex-presidente
diante de um dilema jurídico com consequências para ele e para a campanha do
filho. A decisão do ministro Alexandre
de Moraes, do Supremo Tribunal Federal
(STF), de conceder 48 horas para
que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça se o ex-presidente autorizou o uso de sua imagem em um
vídeo produzido com inteligência artificial exibido na convenção do PL criou um
impasse jurídico com potencial para atingir tanto Bolsonaro quanto a
candidatura presidencial de seu filho, Flávio Bolsonaro. A avaliação é do analista Teo Cury, da CNN Brasil.
Segundo a análise, qualquer uma das respostas possíveis pode
produzir consequências graves: se Bolsonaro admitir que autorizou o vídeo,
poderá ser acusado de descumprir as condições de sua prisão domiciliar; se
negar a autorização, abre-se espaço para que a Justiça Eleitoral investigue a
utilização de um deepfake sem consentimento, com
possíveis reflexos sobre a campanha de Flávio Bolsonaro.
Consentimento pode levar à revogação da
prisão domiciliar
Na decisão, Moraes busca esclarecer se Bolsonaro participou da
produção ou autorizou a divulgação do vídeo apresentado na convenção do PL.
Caso a resposta seja positiva, o ex-presidente poderá ser
enquadrado por violar a decisão judicial de 17 de julho, que lhe
proibiu manifestações de caráter político-eleitoral durante o cumprimento da
prisão domiciliar.
Na avaliação de Teo
Cury, essa hipótese pode levar o ministro a revogar o benefício da prisão
humanitária e determinar o retorno de Bolsonaro ao sistema prisional, na
Penitenciária da Papuda, em Brasília.
Negativa pode abrir
frente eleitoral contra Flávio
Se, por outro lado, Bolsonaro afirmar que não autorizou o uso de
sua imagem e de sua voz, a discussão poderá migrar para o campo eleitoral.
Segundo a análise da
CNN, a utilização de inteligência artificial para reproduzir a imagem de um
candidato ou liderança política sem autorização pode caracterizar deepfake, prática
expressamente vedada pela legislação eleitoral brasileira quando utilizada para
induzir o eleitor a erro. Nesse cenário, a campanha de Flávio Bolsonaro poderá ser
questionada pela eventual utilização de propaganda produzida sem o
consentimento do retratado.
Aviso de IA não encerra controvérsia
A equipe de Flávio Bolsonaro sustenta que o vídeo continha um
aviso informando tratar-se de uma simulação criada por inteligência artificial.
Para Moraes, contudo, essa informação não resolve a questão
central: quem autorizou a utilização da imagem do ex-presidente e quem foi
responsável pela divulgação do material.
O objetivo da
determinação judicial é justamente esclarecer se houve anuência de Bolsonaro ou
se sua imagem foi utilizada sem consentimento.
Novo capítulo do embate
entre Moraes e Bolsonaro
A decisão representa mais um capítulo do confronto judicial
entre Alexandre de Moraes e Jair Bolsonaro. Nas últimas semanas, o ministro endureceu as restrições impostas ao
ex-presidente após episódios considerados incompatíveis com as condições da
prisão domiciliar, incluindo manifestações políticas realizadas por intermédio
de aliados.
Agora, a controvérsia envolvendo o vídeo produzido com
inteligência artificial coloca Bolsonaro diante de um dilema jurídico que,
segundo a análise de Teo Cury, pode produzir consequências severas em
qualquer direção: admitir a autorização pode comprometer sua situação penal;
negá-la pode abrir uma nova frente de questionamentos contra a campanha
presidencial de seu filho, Flávio Bolsonaro.