sábado, 19 de setembro de 2026

ELEIÇÕES 2026: CANDIDATOS NÃO PODEM SER PRESOS A PARTIR DESTE SÁBADO (19) ASSISTA AO VÍDEO A URNA ELETRÔNICA.

Exceção abrange apenas casos de prisão em flagrante, segundo medida prevista no Código Eleitoral

A partir deste sábado (19), nenhum candidato registrado para as eleições 2026 pode ser preso ou detido. A regra está prevista no Art. 236 do Código Eleitoral e segue até 48 horas após o fechamento das urnas.

Segundo a legislação brasileira, a detenção de candidatos desde 15 dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição é considerada ilegal, salvo casos de flagrante delito.

A medida busca garantir ao candidato o efetivo exercício da democracia, já que impede que ele seja afastado da disputa eleitoral por prisão ou detenção que possa ser posteriormente revista. Mesmo no caso de flagrante delito, o candidato continua concorrendo ao cargo.

PRISÃO EM FLAGRANTE CONTINUA PERMITIDA

A proteção não representa imunidade absoluta. De acordo com o Código Eleitoral, um candidato poderá ser preso se for flagrado cometendo uma infração. 

O Código de Processo Penal considera flagrante as situações em que a pessoa está cometendo o crime, acabou de praticá-lo, é perseguida logo depois em circunstâncias que indiquem autoria ou é encontrada com objetos e instrumentos relacionados à infração. 

FALTAM 15 DIAS: CANDIDATAS E CANDIDATOS NÃO PODEM SER PRESOS A PARTIR DO DIA (19)

Restrição à prisão, prevista no Código Eleitoral, também abrange mesários e fiscais de partidos.

O código eleitoral estabelece períodos específicos em que candidatas e candidatos, eleitoras e eleitores, mesárias, mesários e fiscais de partido não podem ser presos, ressalvadas as exceções previstas na legislação. As restrições têm prazos distintos, conforme a condição da pessoa e o período eleitoral.  

Candidatas e candidatos 

As candidatas e os candidatos que disputam o 1º turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro, não podem ser detidos ou presos a partir de 15 dias antes da votação até 48 horas depois do encerramento do pleito. A restrição também se aplica às pessoas que continuam na disputa do 2º turno, agendado para 25 de outubro, pelo mesmo intervalo de 15 dias antes da votação até 48 horas após o encerramento.

A exceção prevista no Código Eleitoral é o flagrante delito. Nessa hipótese, a pessoa detida deve ser conduzida imediatamente à presença de um juiz competente, que avaliará a legalidade da prisão.

Eleitoras e eleitores 

Para o eleitorado, a restrição à prisão começa cinco dias antes da votação e se estende até 48 horas após o encerramento do pleito. Nesse período, a prisão sommente pode ocorrer em caso de fragrante delito, de setença criminal condenatoria por crime inafiaçável ou em caso de descumprimento de salvo conduto emitido pela justiça eleitoral.

Mesárias, mesários e fiscais 

Mesárias, mesários e fiscais de partido também são abrangidos pelas regras do Código Eleitoral. Durante o período previsto em lei, não podem ser presos ou detidos, salvo em caso de flagrante delito. A restrição se aplica às pessoas que exercem essas funções eleitorais, observadas as condições e os prazos estabelecidos na legislação. 

LEIA MAIS:

Faltam 16 dias: quatro aplicativos da Justiça Eleitoral que ajudam antes, durante e depois das eleições

 URNA ELETRÔNICA:

(CLIQUE AQUI). E Assista ao Vídeo. Eleições. TSE mostra estrutura de uma urna eletrônica.


TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

AUMENTO DO BOLSA FAMÍLIA: QUANTO VOU RECEBER?

Bolsa Família — Foto: Luis Lima Jr/FotoArena/Estadão Conteúdo

O governo do presidente Lula (PT) anunciou nesta quinta-feira (17) o aumento do valor mínimo pago pelo Bolsa Família, de R$ 600 para R$ 691.

🚨 BOLSA FAMÍLIA: NOVOS VALORES

O Decreto nº 13.120/2026 estabelece um novo piso para o Bolsa Família, que passa de R$ 600 para R$ 691.
📅 O decreto foi publicado em 17 de setembro de 2026 e já está em vigor.

Sim, o valor mínimo do Bolsa Família passa de R$ 600 para R$ 691.                 

Detalhes do Reajuste

·       Novo valor mínimo: R$ 691 por família.

·   Percentual de aumento: Cerca de 15%, para repor a inflação medida pelo INPC.

·Valor médio: Passa de R$ 675 para aproximadamente R$ 777

·  Início dos pagamentos: A partir de 19 de outubro de 2026 (a folha de setembro ainda é paga no valor antigo).

· Benefícios adicionais: Os valores extras (como primeira infância e gestantes) também sobem proporcionalmente


PROTEÇÃO SOCIAL E PODER DE COMPRA

 

A recomposição busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias diante da inflação acumulada no período, especialmente para despesas essenciais, como alimentação e outros itens básicos.

O Bolsa Família tem entre seus objetivos legais o combate à fome por meio da transferência direta de renda, a redução da reprodução intergeracional da pobreza e a promoção do desenvolvimento e da proteção social das famílias. A própria lei também prevê sua articulação com políticas de saúde, educação e assistência social.

Para o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, a atualização dos valores contribui para manter a capacidade de proteção de renda do programa e assegurar às famílias condições para atender necessidades essenciais.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

DATAFOLHA: LULA LIDERA NO PRIMEIRO TURNO E TAMBÉM NO SEGUNDO, EM SITUAÇÃO DE EMPATE TÉCNICO, COM 46% A 44%. ASSISTA MATÉRIA.

Essa é a primeira pesquisa do instituto realizada após a sessão histórica do STF. Apesar da repercussão, não houve movimentação na pesquisa, e acho que não tem nada a ver, não vamos confundir a crise do STF com a eleição 2026.

Levantamento aponta 39% a 36% no primeiro turno e mantém o confronto direto entre Lula e Flávio dentro da margem de erro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 39% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, ante 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17). A diferença de três pontos percentuais está dentro do intervalo da margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos, o que configura empate técnico. Em uma eventual disputa de segundo turno entre os dois, Lula registra 46% e Flávio, 44%, também em empate técnico

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 11 de setembro, Lula manteve os 39% no primeiro turno, enquanto Flávio oscilou de 35% para 36%. No segundo turno, os dois repetiram os percentuais da rodada anterior, de 46% a 44%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo.

Na pesquisa estimulada para o primeiro turno, o escritor Augusto Cury (Avante) aparece depois dos dois primeiros colocados, com 6%. Ronaldo Caiado (PSD) tem 4%, Renan Santos (Missão) registra 3% e Romeu Zema (Novo), 2%. Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) aparecem com 1% cada. Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram. Brancos, nulos ou nenhum somam 6%, enquanto 3% se declaram indecisos.

O Datafolha ouviu 2.002 eleitores em 125 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026.

CENÁRIOS DE SEGUNDO TURNO

O instituto testou cinco confrontos de segundo turno com Lula. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece numericamente à frente por 46% a 44%, mas a diferença está dentro da margem de erro. Brancos e nulos somam 8%, e 1% não soube responder. Os mesmos percentuais de Lula e Flávio haviam sido registrados na pesquisa de 11 de setembro.

Contra Augusto Cury, há empate numérico: ambos registram 44%. Na rodada anterior, Lula tinha 45% e Cury, 43%. Brancos e nulos chegam a 10%, enquanto 1% está indeciso.

No confronto com Ronaldo Caiado, Lula marca 46% e o adversário, 42%. A diferença também é classificada como empate técnico diante da margem de erro. Caiado tinha 41% no levantamento anterior, enquanto Lula já aparecia com 46%. Brancos e nulos são 10%, e os indecisos, 2%.

Nas outras duas simulações, Lula tem 49% contra 39% de Romeu Zema e 47% diante de 38% de Renan Santos. No confronto com Zema, brancos e nulos representam 11% e indecisos, 2%. Contra Renan, esses grupos correspondem, respectivamente, a 13% e 2%.

VOTO ESPONTÂNEO E REJEIÇÃO

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula registra 35% e Flávio Bolsonaro, 26%. Augusto Cury e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparecem com 3% cada, Caiado tem 2%, e Renan Santos e Zema marcam 1% cada. A parcela de indecisos é de 21%, enquanto brancos, nulos ou nenhum somam 6%.

O levantamento também mostra igualdade na rejeição dos dois principais candidatos. Flávio Bolsonaro e Lula são citados por 47% dos entrevistados quando o Datafolha pergunta em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum no primeiro turno. Renan Santos tem rejeição de 15%, Zema, de 14%, Caiado, de 13%, e Cury, de 9%.

Sobre a definição do voto, 76% dos entrevistados dizem estar totalmente decididos sobre sua escolha para presidente, enquanto 24% afirmam que ainda podem mudar de candidato.

Datafolha: Lula tem 39% no 1º turno; Flávio, 36%; e Cury, 6%

Levantamento divulgado nesta quinta-feira (17) ouviu 2.002 eleitores entre os dias 15 e 17 de setembro; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 39% das intenções de voto na disputa pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17). O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por sua vez, soma 36%. Augusto Cury (Avante) registra 6%.

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

EMBATE NO SUPLEMO: LULA DIZ QUE FACHIN TEM 'RESPONSABILIDADE' DE EVITAR QUE CRISE NO "STF" ATRAPALHE ELEIÇÕES DE 2026.

Declarações foram dadas um dia após a sessão do STF que analisava se deve ou não ser aberta uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (16) que a sociedade brasileira não pode ficar "assistindo denuncismo" diariamente sem que haja conclusão das apurações envolvendo a crise no Supremo Tribunal Federal (STF).

Lula defendeu a investigação das denúncias, disse que ninguém está acima da lei e avaliou que o debate ocorrido na Corte nesta terça-feira (15) "não é correto".

Segundo ele, o presidente do STF, Edson Fachin, precisa atuar para não permitir que a crise no Supremo atrapalhe as eleições — previstas para começarem daqui a 18 dias.

O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, enquanto o segundo turno para 25 de outubro.

As declarações foram dadas um dia após a sessão do STF que analisava se deve ou não ser aberta uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

O julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Flávio Dino antes de a Corte entrar no mérito do caso.

Segundo Lula, é necessário esclarecer as denúncias que vieram à tona nos últimos dias para preservar a credibilidade do Supremo.

"A Suprema Corte não pode ter a sua vida manchada. Ela é a instância máxima de poder nesse país. Quando ela toma uma decisão, ninguém pode mudar a decisão da Suprema Corte", afirmou.

O presidente voltou a defender que todos os envolvidos tenham direito à ampla defesa e à presunção de inocência, mas disse que eventuais irregularidades precisam ser investigadas.

"É importante que se apure, que dê direito de defesa às pessoas. A presunção de inocência tem que ser garantida a todo mundo, mas é preciso apurar."

Lula afirmou ainda que "ninguém está acima da lei", incluindo integrantes do próprio Judiciário. "Ninguém está acima da lei, nem eu, nem o Fachin, nem ministro da Suprema Corte."

As falas foram dadas em entrevista ao podcast 'Desce a Letra Show".

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (16) que a sociedade brasileira não pode ficar "assistindo denuncismo" diariamente sem que haja conclusão das apurações envolvendo a crise no Supremo Tribunal Federal (STF).

Lula defendeu a investigação das denúncias, disse que ninguém está acima da lei e avaliou que o debate ocorrido na Corte nesta terça-feira (15) "não é correto".

Segundo ele, o presidente do STF, Edson Fachin, precisa atuar para não permitir que a crise no Supremo atrapalhe as eleições — previstas para começarem daqui a 18 dias.

O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, enquanto o segundo turno para 25 de outubro.

As declarações foram dadas um dia após a sessão do STF que analisava se deve ou não ser aberta uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

O julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Flávio Dino antes de a Corte entrar no mérito do caso.

Segundo Lula, é necessário esclarecer as denúncias que vieram à tona nos últimos dias para preservar a credibilidade do Supremo.

"A Suprema Corte não pode ter a sua vida manchada. Ela é a instância máxima de poder nesse país. Quando ela toma uma decisão, ninguém pode mudar a decisão da Suprema Corte", afirmou.

O presidente voltou a defender que todos os envolvidos tenham direito à ampla defesa e à presunção de inocência, mas disse que eventuais irregularidades precisam ser investigadas.

"É importante que se apure, que dê direito de defesa às pessoas. A presunção de inocência tem que ser garantida a todo mundo, mas é preciso apurar."

Lula afirmou ainda que "ninguém está acima da lei", incluindo integrantes do próprio Judiciário. "Ninguém está acima da lei, nem eu, nem o Fachin, nem ministro da Suprema Corte."

As falas foram dadas em entrevista ao podcast 'Desce a Letra Show".

O presidente Lula durante cerimônia no Palácio do Planalto em 3 de setembro de 2026 — Foto: Adriano Machado/Reuters.


'Denuncismo'

Ao comentar a sucessão de acusações envolvendo integrantes do Judiciário, o presidente disse que a população acompanha as denúncias sem respostas definitivas.

"O que não dá é para a sociedade ficar assistindo esse denuncismo. Fulano pegou não sei quantos milhões, fulano recebeu não sei quantos milhões, e a sociedade está ouvindo tudo isso todo santo dia."

Na avaliação do presidente, o STF precisa conduzir o processo para impedir que a crise tenha impactos sobre a disputa eleitoral.

"O [Edson] Fachin tem a responsabilidade de não permitir que isso atrapalhe o processo eleitoral."

A declaração ocorreu quase uma semana depois de Lula ter elogiado medidas adotadas por Edson Fachin para tentar conter a crise no Supremo.

Em 10 de setembro, durante uma entrevista, o presidente afirmou estar "satisfeito" com as decisões tomadas pelo chefe da Corte e disse esperar que ele fizesse "mais coisa" para "colocar ordem na casa" e recuperar a credibilidade do tribunal.

Na ocasião, Lula também defendeu a apuração das denúncias envolvendo ministros do STF e afirmou que eventuais responsáveis deveriam ser punidos, independentemente de seus cargos.

Reforma do Judiciário

Lula também afirmou que a crise reforçou sua "convicção" de que o país precisa discutir mudanças no sistema de Justiça.

"Vamos fazer uma reforma no Poder Judiciário. A partir de agora, eu acho que não tem como não discutir mais isso."

Segundo o presidente, existem reclamações recorrentes sobre o funcionamento do Judiciário e a imagem da instituição atravessa um momento de desgaste.

"Tem muita queixa e a imagem não está boa", acrescentou.

Ao comentar a sessão do STF desta terça (15), Lula afirmou que o confronto verbal entre ministros exibido durante o julgamento não contribui para a imagem da Corte.

"Aquele debate na televisão que eu assisti não é correto."

Apesar das críticas ao clima de tensão no Supremo, o presidente disse continuar admirando os ministros e voltou a elogiar a atuação de Alexandre de Moraes.

Elogios a Moraes

Lula afirmou que Moraes teve papel importante na defesa da democracia após as eleições de 2022 e relacionou as críticas ao ministro às investigações conduzidas pelo STF.

"Acho que o Alexandre de Moraes fez um trabalho extraordinário para garantir a democracia deste país."

O presidente também associou os ataques ao ministro às decisões que atingiram o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados investigados por tentativa de golpe de Estado.

Lula disse ainda que está indignado com a crise institucional, mas afirmou confiar que a situação será esclarecida.

"Estou confiante de que nós vamos encontrar uma saída, apurar, punir quem tiver que punir."

Ele acrescentou que a discussão sobre mudanças institucionais deve ir além do Judiciário e alcançar também o sistema político.

"Tem que fazer uma reforma no Poder Judiciário e também na política. A política está muito apodrecida no Brasil."

Lula tem reiterado a posição de defesa de reforma no Judiciário diante das últimas revelações envolvendo o Caso Master e a suposta proximidade do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e ministro da Corte.


Créditos: G1


HELICÓPTERO QUE DESAPARECEU COM CANTOR RICK ESTÁ COM SITUAÇÃO REGULAR E CERTIFICAÇÃO VÁLIDA ATÉ 2027, VEJA VÍDEO MOMENTO DECOLAGEM.

Helicóptero Bell 430 — Foto: Reprodução. Aeronave decolou de Porto Belo, no Litoral Norte, com destino a São Joaquim, na Serra, mas não ch...