PREVENÇÃO - Campanhas e
engajamento da sociedade são essenciais para informar, conscientizar e ajudar a
quebrar preconceitos.
Criado em
2015, o Setembro Amarelo visa conscientizar a população sobre a importância dos
cuidados com a saúde mental e a prevenção ao suicídio. Ao redor do mundo, o
movimento também existe e ganha a cada ano maior visibilidade. Segundo
estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2019, 700 mil pessoas
acabaram com a própria vida – número que representa uma em cada cem mortes registradas.
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“O Setembro
Amarelo é uma campanha fundamental na prevenção do suicídio porque estamos em
um momento em que a saúde mental da população vem se deteriorando”, explica Filipe Colombini, psicólogo e fundador da Equipe AT. “O nosso
país é um dos que apresenta maiores índices de depressão em toda a América
Latina. De acordo com a OMS, 5,8% dos brasileiros sofre da doença que, quando
não tratada, pode levar ao suicídio”, afirma.
Particularmente
no Brasil, o percentual de pessoas que tiram a própria vida vem crescendo
demais. Segundo dados do Ministério da Saúde, entre 2010 e 2019, ocorreram
112.230 mortes por suicídio, sendo que, no período, houve um aumento de 43% no
número anual de vítimas; de 9.454, em 2010, para 13.523 em 2019.
Segundo
Colombini, os fatores que podem levar ao suicídio são muitos e costumam variar
de pessoa para pessoa. Conforme ele, entre essas condições estão sofrer
de algum transtorno mental, abuso de álcool ou drogas, ter uma doença grave ou
limitativa, ter sofrido uma perda recente e, ainda, ter dificuldade para
socialização. “O grande objetivo da prevenção é conscientizar as
pessoas que convivem com quem possa estar com ideações suicidas”, afirma
Colombini. “Assim, essa rede de apoio, além de ficar atenta aos sinais de
alerta para agirem na prevenção, vai também saber acolher a pessoa e ajudá-la a
procurar ajuda profissional”, diz o fundador da Equipe AT.
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