A MÁQUINA DE VOTAÇÃO
Em
30 anos de funcionamento, as urnas eletrônicas eliminaram das eleições a
fraude, o voto de cabresto e a lentidão da apuração.
"Todos
sabemos — e não custa repisar nesta oportunidade — que a urna eletrônica nasceu
para propiciar eleições seguras, num país que vivenciava votações que não eram
imunes aos signos da fraude, do voto de cabresto, da intervenção humana e da
lentidão dos processos de apuração e totalização. Isso não existe mais entre
nós".
"As
derrotas obtidas nas urnas não são fruto da sua operacionalidade, mas sim da
inoponível manifestação do verdadeiro e único titular de todo o poder da
República, o povo brasileiro",
"O
sistema é moderno, seguro, confiável, recente e sofisticado e tem teste de
confirmação, até hoje não houve qualquer sucesso nas tentativas de invasão do
sistema. Vale dizer — embora todos já o saibamos: as urnas eletrônicas são
seguras e seus resultados são fiéis à manutenção da vontade de todo eleitorado
brasileiro com total fidedignidade"
No
Brasil. Cada uma das urnas conta com barreiras de segurança testadas e está
apta a garantir sigilo do voto de cada um dos 158,6 milhões de eleitoras e
eleitores, aptos a votar.
Combate à fraude
Por que o processo
é eletrônico?
O uso da tecnologia
foi uma resposta efetiva às fraudes que ocorriam, frequentemente, em diversas
etapas do processo eleitoral, desde os tempos do Império até a implantação do
processo eletrônico, e trouxe segurança e confiança às eleições no Brasil.
Fim das fraudes
Desde a chegada da
urna eletrônica, em 1996, não houve nenhuma fraude comprovada que pudesse
alterar o resultado das eleições ou quebrar o sigilo do voto. Essa conquista
deve-se também ao fato de o voto eletrônico ser auditável — os mecanismos que
fazem as urnas funcionarem podem ser fiscalizados antes, durante e depois do
pleito.
Porém, a família e os políticos sabem muito bem que não há fraude alguma e que as urnas eletrônicas acabaram com o voto de cabresto.

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